conteúdo menu principal menu lateral        
  Centro Cultural São Paulo    
     
 
 

Programação
Cinema
Dança
Educativo
Exposições
Infanto-juvenil
Literatura e Poesia
Música erudita
Música popular
Oficinas e cursos
Palestras e debates
Programação especial
Teatro

Sala de imprensa

Editais

Visitas
Como chegar
Abre e fecha 2012
Política de preços
Serviços

Conteúdo On-line
Arquivo Saiba Mais
Exposições On-line
Hotsites
Publicações On-line
Web rádio e TV

Bibliotecas
Sergio Milliet
Alfredo Volpi
Louis Braille
Gibiteca Henfil
Sala de Leitura
infanto-juvenil

Acervo e Conservação
Arquivo Multimeios
Coleção de Arte da Cidade
Discoteca Oneyda Alvarenga
Missão de Pesq. Folclóricas
Conservação e restauro

Centro Cultural
O que é o Centro Cultural
Histórico
Organização
Eixo curatorial 2010/2011
Relatórios de gestão
Parcerias
Plantas
Revitalização dos espaços
Fale conosco
Fotos
Ficha técnica do site

 

Cadavre Exquis
15 de maio a 8 de agosto de 2010

O ato de colecionar associa-se, entre outros, ao de guardar. A guarda é uma retração. O objeto é retirado do mundo, sai de circulação para repousar. É resguardado, amparado e acondicionado em um espaço e distintos dispositivos de acolhimento: armazéns, reservas, armários, gavetas, trainéis, caixas, pastas, envelopes. Nesta condição resta a segurança de um sono hibernal, o sossego, o silêncio.

Cadavre Exquis desperta do sono letárgico e retira, da Reserva Técnica da Coleção de Arte da Cidade de São Paulo, 25 obras para que conjuntamente integrem uma ação lúdica, planejada e desenvolvida em parceria pela Divisão de Curadoria e pela Divisão de Ação Cultural e Educativa, apoiados pelo Núcleo de Arquitetura e pela Divisão de Acervo, Documentação e Conservação. Estas 25 obras, organizadas em oito trincas, não só atuam como obras em exposição, mas como peças em um tabuleiro. Durante 74 dias, obras, curadores, visitantes, mediadores, funcionários, seguranças, crianças, adultos, curiosos, especialistas, leigos, entre outros, participarão colaborativamente de um instigante jogo no interior da Sala Tarsila do Amaral.

Cadavre Exquis convida a todos para um mergulho coletivo na poética. Busque e não busque sentido, interprete e associe livremente as obras, seus imaginários e contextos. Construa e desconstrua leituras, narrativas, lógicas. Troque suas impressões com os outros, pergunte, questione, duvide. Acima de tudo divirta-se. Afinal, não é usual usufruirmos de oportunidades como esta.

Martin Grossmann

 


"Imaginação querida, o que sobretudo amo em ti é não perdoares."
André Breton

Cadavre Exquis traz à tona aquilo que muitas vezes é encarado como problemático na Coleção de Arte da Cidade: sua falta de unidade. Nesta exposição, o caráter multifacetado do conjunto é explorado como uma materialização do processo criativo em si, seus labirintos e portas de entrada que levam a outras e outras, em um espelhamento tão sutil quanto irreverente entre as obras expostas.
O ponto de partida é a ideia de cadavre exquis, ou corpo estranho. Popularizado como um jogo, esse foi um procedimento muito usado na década de 1920 pelo grupo surrealista liderado por André Breton. Uma pessoa começa um desenho ou texto e cada novo participante vai adicionando um elemento, sem ver os anteriores. O resultado são imagens e histórias cuja autoria é de muitas mãos.
Um desenho feito a partir desse princípio pelos críticos de arte e intelectuais Lourival Gomes Machado, Sergio Milliet e Mario Neme é a chave da exposição, localizado no centro da sala e ampliado no chão. Desenho que é conversa a três mãos, de três autores brincando, desafiando-se naquilo que tanto os movia: nossa necessidade vital de criar sentidos e nos comunicar. O triálogo seria uma forma mais equilibrada de conversa? O jogo das trincas de trabalhos proposto pela curadoria remete à estrutura do desenho de Lourival, Sergio e Mario. Reunindo obras e artistas de diferentes momentos da história da arte brasileira, a exposição busca estabelecer diálogos, muitas vezes inusitados, entre trabalhos que inicialmente não foram feitos para serem pensados juntos.
No desafio da retórica, como diz Roland Barthes, "a vitória é sempre da terceira linguagem. Essa linguagem tem por tarefa libertar os prisioneiros: dispersar os significados, os catecismos. Como no melhor jogo de barras, linguagem sobre linguagem, infinitamente (...). Que a diferença não seja paga por nenhuma sujeição: sem última réplica".
E com tudo isso, é uma exposição para crianças, não só como público, mas como inspiração porque são em geral elas que, em seu estado mais íntimo, não acham nada absurdo. Tudo pode fazer sentido, seja lá de onde quer que se parta.

Débora Bolsoni e Fernanda Lopes

 

 


Lista de artistas

Antonio Gabriel Nássara
Antonio Manuel
Belmonte
Cabelo
Caciporé Torres
Caio Reiseweitz
Carmela Gross
Cildo Meireles
Dudi Maia Rosa
Edouard Fraipont
Eduardo Climachauska
Egídio Rocci
Fabiano Marques
Flavio Motta
J. Carlos
João Paulo Leite
Julio Plaza
Lourival Gomes Machado
Mario Neme
Nuno Ramos
Paulo Monteiro
Paulo Nenflídio
Rochele Costi
Sandra Cinto
Sergio Milliet
Sergio Romagnolo
Shirley Paes Leme
Stela Barbieri

voltar ao topo

 

Hoje no CCSP
Para conferir a programação
diária do CCSP, clique aqui

Programações anteriores


CCSP Web

email
twitter
flickr
youtube
blip.fm
vimeo
facebook
delicious
lastfm

Rede sem fio
Clique aqui e faça o cadastro para utilizar a rede wireless do CCSP

Mailing
Quer receber destaques do Centro Cultural por email? Clique aqui.


Associação Amigos do Centro Cultural São Paulo

Associação Amigos do Centro Cultural São Paulo


Parceiros
Conheça os parceiros do CCSP

Plugins

flashadobe

Melhor visualização
1024 por 768 pixels.

  Rua Vergueiro 1000 - CEP 01504-000 telefone 3397 4002 Paraíso São Paulo - SP