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Semanas de dança - diálogos
28/4 a 20/6

Anjos negros
O animal na sala
Baseado em fatos reais
O beijo
Centímetros decibéis
Circuitos
Crítica genética
Dans Le Noir
(depois de) Antes da queda
Embodied Voodoo Game
Felisdônio
Onde os começos?
O ilha
As minhas tuas lágrimas
Paralaxe de paranóias
Para ver o azul da carne
Pequenos fragmentos de mortes invisíveis
Primeiro era depois: agora
Procurando Schubert
Rútilo nada
Tentativa de salvar o mundo
Tirando os pés do chão
Vila Tarsila
Violetas Murchas, ou qualquer coisa que a senhora quiser
WE CAGE
Atividades paralelas

 

28/4 a 2/5
quarta a domingo, às 20h
Sala Paulo Emilio Salles Gomes (60 lugares)
(45min, não recomendado para menores de 16 anos)

Procurando Schubert (2009)

Procurando Schubert (2009)
foto: Emídio Luise - Veja outras imagens do espetáculo

Núcleo de Pesquisas em linguagens híbridas
concepção e direção: Fábio Mazzoni
Procurando Schubert se reveste de ficção científica para abordar o homem contemporâneo. A busca pelos grandes ideais, a alma do romantismo, encontra-se totalmente subjugada. Num surto universal, o mundo moderno produziu gerações de seres instantâneos, que deixa para trás apenas o rastro da sua displicência. À margem, talvez, de nossos últimos passos sobre a terra, vivemos inconscientemente na inebriante inércia niilista: nada a fazer!

A imaginação concebe facilmente um porvir em que os homens gritarão em coro: "Somos os últimos: cansados do futuro, e ainda mais de nós mesmos, extraímos o sumo da terra e despojamos os céus. Nem a matéria nem o espírito podem continuar alimentando nossos sonhos: este universo está tão seco como nossos corações. Já não há substância em parte alguma: nossos ancestrais nos legaram sua alma em farrapos e sua medula carcomida. A aventura chega ao seu fim; a consciência expira, nossos cantos se desvaneceram; eis que brilha o sol dos moribundos! E. M. Cioran

O que restará à humanidade quando seus recursos espirituais se esgotarem, quando se findar o vigor de sua inspiração?

direção coreográfica: Sandro Borelli
intérprete: Jacqueline Gimenes
participação: Eric Lenate
direção de arte: Gustavo Lanfranchi
Iluminação e trilha sonora: Fabio Mazzoni
diretores assistentes: Ana Prado e Eric Lenate
fotos: Emídio Luise
direção de produção: Solange Borelli - Radar Produção Cultural
assistente de produção: Selene Marinho

_Diálogo entre artistas
dia 2/5 - domingo

16h Experiência de luz, sombra e performance
com: Fábio Mazzoni, Jacqueline Gimenes e Julia Rocha
(45min, não recomendado para menores de 16 anos)
Sala Paulo Emilio Salles Gomes (60 lugares)

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28/4 a 9/5
quarta a domingo, às 21h
Sala Jardel Filho (324 lugares)
(75min, não recomendado para menores de 14 anos)

O Beijo (2009)
O Beijo (2009)
foto: Carol Mendonça - Veja outras imagens do espetáculo

Cia. Nova Dança 4
concepção e direção geral: Cristiane Paoli Quito
Segundo movimento da trilogia Influência. Após Steve Paxton, Lisa Nelson e Hitchcock, agora Nelson Rodrigues, Beckett e Poe. Influenciados e inspirados pelo teatro, literatura e cinema, oferecemos uma obra aberta, com o intuito de conduzir o espectador por uma trama de mistério e poesia. Partimos de O beijo no asfalto, de Nelson Rodrigues, e criamos uma "terceira obra", uma releitura subjetiva, delineada pela dança de improvisação.

Cia. Nova Dança 4: Alex Ratton Sanchez, Cristiano Karnas, Diogo Granato, Érika Moura, Gisele Calazans, Lívia Seixas e Tica Lemos
assistência de direção: Maurício Paoli Vieira
coreografia: Cia. Nova Dança 4
pensamento corporal: Tica Lemos
treinamento - le parkour: Diogo Granato
consultoria de dramaturgia: Rubens Rewald
colaboração: Mariana Camargo
trilha sonora: Claudio Faria e Natália Mallo
sonorização: Natalia Mallo
iluminação: Marisa Bentivegna
figurino: Cia. Nova Dança 4, Karinna Vasconcelos e Francisco Macchione
fotos: Carol Mendonça, Rogério Ortiz
projeto gráfico: Anna Turra
administração: Dora Leão - PLATÔproduções
realização: Cia. Nova Dança 4 da Cooperativa Paulista de Teatro
créditos: Este espetáculo integra o projeto O Beijo na Estrada, com o apoio do Governo de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura - Programa de Ação Cultural de 2009 e foi desenvolvido com auxílio do Programa Municipal de Fomento à Dança - V edição. Indicado ao Prêmio Bravo de melhor espetáculo de Dança 2009.

_Diálogo entre companhias (eventos fechados para grupos agendados)
dia 30/4

das 14h às 18h Laboratório 1
Sala Jardel Filho
dia 7/5
das 14h às 18h
Laboratório 2
Sala de Ensaio 1
Laboratório de "dança-teatralizada" na trilogia Influências. O cerne da atual pesquisa da Cia. é o amadurecimento da dramaturgia em cena, em tempo real, pela união da corporeidade e subjetividade da dança à tessitura da trama ficcional. Em pauta: "diferentes formas de contarmos uma história e as muitas histórias contidas em uma história".

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29/4
quinta, às 19h
Espaço Cênico Ademar Guerra (70 lugares)
(40min, não recomendado para menores de 16 anos)

Ação performática
Tentativa de salvar o mundo (2008)
Tentativa de salvar o mundo (2008) Veja outras imagens do espetáculo

concepção e atuação: Júlia Rocha
Repartir os pães, partilhá-los de outra forma, transformá-los.
Uma ação contrária à culpa, à moral. Uma mobilização da violência ao amor.
Possibilitar um encontro entre estranhos, em qual se dá comunhão.
À transvaloração dos valores!
Tentativa de salvar o mundo é um trabalho que existe e vem sendo apresentado há um ano e meio. No seu percurso já se modificou inúmeras vezes e se faz sempre atual. Pode ser chamado de dança de ação: um ato simples, com poucos movimentos. Dessa específica ação se revelam, constroem e reconstroem alguns símbolos; e com isso as coisas, elas, podem ganhar autonomia e materialidade, ou seja, outras possibilidades de sentido.

canto: Panis Angelicus
iluminação: Daniel Fagundes
roupa e costura: Alex Kazuo
mesa: Studio Vero

_Diálogo entre artistas
dia 2/5 - domingo
16h Experiência de luz, sombra e performance
com: Fábio Mazzoni, Jacqueline Gimenes e Julia Rocha
Domingo, às 16h - Sala Paulo Emilio Salles Gomes

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30/4 a 20/6
sexta a domingo,
das 16h às 18h
(livre circulação)
Espaço Cênico Ademar Guerra (80 lugares)
(não recomendado para menores de 12 anos)
Atenção: Excepcionalmente no dia 12/6 não haverá a instalação coreográfica, devido ao evento Diálogos possíveis ou poliEtics*. No dia 20/6, devido ao jogo da Copa, a instalação ocorrerá das 20h as 22h.

Instalação coreográfica
Pequenos Fragmentos de Mortes Invisíveis (2009)
Pequenos Fragmentos de Mortes (2009)
foto: Rogério Ortiz - Veja outras imagens do espetáculo

Núcleo Artístico Vera Sala
concepção geral: Vera Sala

com: Paulo Henrique Alves, Thiane Nascimento e Vera Sala
ambiente cênico: Hideki Matsuka
instalação sonora: Daniel Fagundes
produção: Dora Leão - PLATÔproduções
crédito: Projeto contemplado pelo Programa Municipal de Fomento à Dança - IV e VII edições.

_Diálogo entre artistas
dia 12/6 - sábado
das 15h às 18h Diálogos possíveis ou poliEtics*
com: Vera Sala, Wellington Duarte, Eliana de Santana, Daniel Fagundes,
Donizeti Mazonas e Marcos Sobrinho
provocadores: Peter Pal Pelbart e f? Ribeiro
Diálogos possíveis ou poliEtics é uma ação em busca de cruzamentos possíveis entre o poético e o político. A partir da técnica de montagem, essa ação propõe um confronto de imagens e discursos tão distintos quanto inter-relacionados. Os efeitos da justaposição que visamos criar com essa "montagem labiríntica" é subverter a estreita separação entre obra, documento, comentário, discursos, imagens, ações, criando tramas dialógicas.
Excepcionalmente neste dia não haverá instalação coreográfica.
Espaço Cênico Ademar Guerra (100 lugares)
(não recomendado para menores de 14 anos - circulação livre)

* poliEtics: arte-título do catálogo da exposição de arte contemporânea Documenta X, que aconteceu em Kassel, em 1997.

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5 a 9/5 quarta a domingo, às 19h
Espaço Cênico Ademar Guerra (100 lugares)
(50min, livre)

Rútilo Nada (estreia)
Rútilo Nada (estreia)
foto: Keiny Andrade - Veja outras imagens do espetáculo

Donizeti Mazonas e Wellington Duarte
direção e música: Daniel Fagundes
O espetáculo tem como ponto de partida a novela homônima de Hilda Hilst. Rútilo Nada é um espesso poema sobre o corpo: as regiões eróticas, as camadas externas - a pele, as excrescências, as formas - e as internas: o corpo por dentro, movendo-se nos seus circuitos. Neste sentido essa obra estabelece um elo de conexão direto com o ponto de partida do criador em dança que tem o corpo como lugar e meio para a realização de seu trabalho. Os limites do desejo, as relações socialmente intoleráveis e a ferocidade humana e suas consequentes atrocidades, constituem o tema de Rútilo Nada. Neste ponto, podemos dizer que essa obra é uma espécie de discurso no sentido político do termo: uma espécie de discurso de resistência da paixão e do desejo.

concepção e interpretação: Wellington Duarte e Donizeti Mazonas
iluminação: Hernandes de Oliveira
direção de arte: Anne Cerutti
produção executiva: Adriana Patrício
créditos: Projeto realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura - Programa de Ação Cultural - 2009.

_Diálogo entre artistas
dia 12/6
das 15h às 18h Diálogos possíveis ou poliEtics
com: Vera Sala, Wellington Duarte, Eliana de Santana, Daniel Fagundes,
Donizeti Mazonas e Marcos Sobrinho
provocadores: Peter Pal Pelbart e f? Ribeiro
Espaço Cênico Ademar Guerra

Leia a entrevista com Wellington Duarte

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5 a 9/5
quarta a domingo, às 20h
Sala Paulo Emilio Salles Gomes (100 lugares)
(30min, livre)

Primeiro era Depois: Agora (revisitação)
Primeiro era Depois: Agora (revisitação)
foto: Valéria Mendonça - Veja outras imagens do espetáculo

Pequena Cia. de Dança
intérpretes-criadoras: Joana Ferraz e Juliana Ferreira
Primeiro era Depois: Agora trata-se de uma revisitação feita ao trabalho Primeiro era Depois (2007) que discute a ideia de passado, memória e da busca frustrante de reproduzi-los e alcançá-los no presente.
Partimos da suposição de que o corpo que experimenta a memória não é mais o que viveu o acontecimento, de que a memória seria uma idealização do passado. Do encontro dessas questões com o trabalho da fotógrafa Chantal Michel, selecionamos uma série de imagens, que serviram de base para o desenvolvimento de partituras coreográficas, com as quais ocupamos o ambiente da instalação.

iluminação: Luz López
ambientação sonora: Felipe Ribeiro
figurino e espaço cênico: Pequena Cia. de Dança

_Diálogo com o acervo de dança do CCSP
Neste novo momento do trabalho organizamos, a partir de fotografias de dança do acervo do CCSP, uma outra coleção de posturas corporais que, agregadas ao corpo coreográfico do trabalho, geram novas possibilidades de movimento e novos sentidos ao ambiente proposto pela instalação.
O processo de montagem da instalação e da criação do trabalho foi filmado e está em exibição no CCSP durante os dias da mostra.

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12 a 16/5 quarta a domingo, às 20h
Sala Paulo Emilio Salles Gomes (100 lugares)
(55min, não recomendado para menores de 14 anos)

As minhas tuas lágrimas (2009)
As minhas tuas lágrimas (2009)
foto: Alexandre Schineider - Veja outras imagens do espetáculo

Núcleo Fronteiras
concepção, interpretação, vídeos e poesias: Mariana Camargo e Tomás Rezende

Espetáculo-instalação multimeios: diálogo, dança, vídeo, poesia, música e artes visuais, territorializando uma dramaturgia autoral - do corpo-palavra-espaço. Emerge de trabalhos individuais autobiográficos - videopoemas e poesias - dos autores-intérpretes. Uma casa onírica, habitada por uma mulher e um homem. Morada das memórias DELE; jardim de vestígios DELA. Zona de exposição, conforto e confronto: revelando-se, desvelando-se. Estreou na 6ª Bienal SESC de Dança 2009.

direção: Gisele Calazans
instalação: José Silveira, Mariana Camargo e Tomás Rezende
trilha sonora original: Cláudia Dorei
criação de luz: José Silveira e Gisele Calazans
assistência de direção e figurino: Larissa Salgado
treinamento de composição e improvisação: Cristiano Karnas
produção: PAROLE e Dora Leão - PLATÔproduções
vídeos que integram o espetáculo - de Mariana Camargo: desaguar (2009), meu corpo é vento (2009) e Quanto tempo leva um coração para descongelar? (2008/2009) - de Tomás Rezende: Carta ao meu ódio-amor (2008) e Duplos (2009)
apoio: B_arco e Cia. Oito Nova Dança
agradecimentos: Tica Lemos, Gabriel Pinheiro, Jiddu Pinheiro, Bel, Adriana Macul, Marat Descartes, Cia. Nova Dança 4 e Diogo Granato (Espaço).

_Diálogo entre artistas
O espaço conta história: "instalação em dança"
dia 13/5
com: Núcleo Fronteiras e Vera Sala
Instalação pode ser entendida como trabalho artístico em espaço físico atual, por meio de intervenções de caráter tridimensional. Convidamos Vera Sala para conversar sobre a especificidade desse tipo de configuração espaço-temporal nas pesquisas/criações em dança.
Quinta, das 14h às 15h30 - Sala Paulo Emilio Salles Gomes

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12, 13, 14 e 16/5 quarta a sexta; e domingo, às 20h
Sala Jardel Filho (324 lugares)
(120min, livre)

Embodied Voodoo Game
Embodied Voodoo Game foto: Cristiano Prim - Veja outras imagens do espetáculo

Cena 11
direção artística e coreografia: Alejandro Ahmed

Dança contemporânea. Os trabalhos atuais do grupo - Emodied Voodoo Game e SIM - serão apresentados com a participa-ção simultânea dos bailarinos, integrantes do workshop e plateia. O formato de apresentação diferenciada engloba propos-tas de formação, reflexão e difusão. Se um espetáculo é sempre uma procura por respostas, a dança criada pelo Cena 11 antes de tudo uma interrogação, o que faz o condutor do seu processo, um farejador de ideias. O coreógrafo Alejandro Ahmed está entre aqueles que criam danças para dialogar com o mundo e não simplesmente para versar sobre seus as-suntos. É justamente está conversa que se vê quando o Cena 11 está no palco. O assunto, o corpo que dança e a dança promovendo trocas sucessivas numa rede de informações complexas. Uma coisa vai encontrando espaço na outra para se expandir. (extraído do texto A Dança dos Encéfalos Acesos, de Maíra Spanghero - Mestre em Semiótica pela PUC/SP)

elenco e coreografia: Adilso Machado, Aline Blasius, Cláudia Shimura, Jussara Belchior, Karin Serafin, Leticia Lamela, Marcos Klann e Mariana Romagnani
trilha sonora e coordenação de montagem: Hedra Rockenbach
fotos e operação de câmera: Cristiano Prim
núcleo de criação: Alejandro Ahmed, Karin Serafin e Hedra Rockenbach
sede e preparação técnica: Academia Catarinense de Ginástica
apoio: Colégio Catarinense

inscriçoes encerradas
_Diálogo
Workshop de Percepção Física
Grupo Cena 11 - direção: Alejandro Ahmed
Uma proposta de workshop/residência que compartilha novas estratégias e procedimentos investigativos da pesquisa ética-estética do Grupo Cena 11. Desde de 1993, a companhia desenvolve um método de treinar o corpo que o habilite a fazer dança por meio de seus conceitos artísticos. Estruturou, portanto, uma técnica nomeada de Percepção Física, que funciona como ferramenta para aqueles que procuram por uma tecnologia no corpo, tornando-o mais eficiente na sua capacidade criativa e é estruturada a partir de três elementos: percepção, adaptabilidade e controle.
Durante o workshop/residência serão propostos exercícios de composição realizados na construção de trabalhos já existentes. O trabalho será dividido em: aula, ensaio, ensaio aberto e composição crítica. Por fim, será organizada uma conversa mediada por todos integrantes da companhia com a seguinte pergunta-chave: por que, para que e como formar e continuar em grupo para produzir dança?
Este será o primeiro workshop de Percepção Físicacom a participação dos bailarinos e do público, em que a plateia terá a possibilidade de verificar a pesquisa e processo criativo do Grupo Cena 11.
(25 vagas) - público: a partir de de 16 anos, bailarinos e profissionais da área - inscrições: 26/4 a 3/5. Os interessados deverão
preencher a ficha de inscrição, disponível abaixo para download, postar um vídeo no Youtube contendo um solo de no mínimo dois minutos e no máximo cinco minutos (a filmagem não precisa ser profissional). A lista de selecionados será publicada nesta página até o dia 11/5. - período: 12 a 16/5, quarta a domingo, das 16h às 20h - Sala Jardel Filho
Confira a lista de selecionados

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12 a 23/5
quarta a domingo, às 19h
Espaço Cênico Ademar Guerra (70 lugares)
(70min, não recomendado para menores de 16 anos)

(depois de) Antes da Queda (estreia)
(depois de) Antes da Queda (estreia)
foto: Cris Lyra - Veja outras imagens do espetáculo

Companhia Perdida
concepção, direção e criação: Juliana Moraes

(depois de) Antes da Queda é resultado do aprofundamento da pesquisa que deu origem à peça Antes da Queda (2008). As fotografias da artista americana Francesca Woodman (1958-1981) e seu suicídio prematuro inspiram o trabalho, porém as imagens do seu corpo são usadas para a criação de um vocabulário autoral da Companhia. Influências do Surrealismo e do Renascimento se fazem presentes pois fomos atrás das referências que a própria artista teve para sua construção visual/poética/emotiva. Mergulhamos num questionamento sobre o que constitui o universo feminino, como se emprestássemos a câmera de Franscesca para ensaiar e desafiar faces tradicionalmente associadas a essa categoria.

criação e interpretação: Carolina Callegaro, Isabel Monteiro, Maristela Estrela*, Érica Tessarolo, Beatriz Sano e Flávia Scheye
produção: Stella Marini
assistente de produção: César Ramos
trilha sonora: Jonas Tatit
desenhos e objetos de cena: Márcia de Moraes
figurinos: Paulo Babboni
iluminação: André Boll
técnico de luz e som: Bruno Natale
projeto visual: Laika Design
fotos: Cris Lyra
treinamento de kempo indiano na primeira montagem: Ciro Godoy
músicos (música da cena Carruagem): Luiz Amato (violino), Emerson De Biaggi (viola), Adriana Holtz (violoncelo), Marta Ozzetti (flauta) e Fabio Cury (fagote)
trilha gravada nos estúdios: Pratápolis, por Jonas Tatit - Estúdio 185, por Beto Mendonça
realização: Companhia Perdida -
www.companhiaperdida.com.br
crédito: Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.

*agradecemos imensamente a dedicação e o trabalho da bailarina Maristela Estrela, que teve que ser substituída nesta temporada.

_Diálogos entre espetáculos
dia 16/5
- domingo
às 15h Temático/Poético/Visual
com: Cia.Perdida e
Micrantos e Ornamento da Massa
Intervenção nas rampas
(60min, livre) - livre circulação
dia 23/5 - domingo
às 15h
Temático/Poético/Visual no Espaço Cênico
Domingo, - Espaço Cênico Ademar Guerra (70 lugares)
(60min, 16 anos) - livre circulação
A Companhia Perdida convida o grupo
Micrantos + Ornamento da Massa, dirigido por Andreia Yonashiro, para apresentar a peça Felisdônio, que possui muitos pontos de diálogo temático/poético/visual com a peça (depois de) Antes da Queda.
Os elencos de ambos os grupos e convidados farão intervenções performáticas em espaços alternativos do CCSP e participarão de um dia de improvisação no próprio espaço cênico da peça (depois de) Antes da Queda.

Veja também

Leia entrevista com a diretora Juliana Moraes

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19 a 23/5
quarta a domingo, às 20h15
após término do espetáculo (depois de) Antes da Queda
Sala Paulo Emilio Salles Gomes (100 lugares)
(30min, livre)

Felisdônio (2009)
Felisdônio (2009) foto: Andreia Yonashiro - Veja outras imagens do espetáculo

Micrantos e Ornamento da massa
direção: Andreia Yonashiro

Felisdônio é uma dança dividida em pequenos atos entrecortados por sete palavras: não, aula, abandono, primeiro beijo, desprezo e sim. Sua criação coreográfica considera o intervalo entre a infância e a vida adulta como uma distância, um espaço no qual a intimidade da fisicalidade do corpo possa ser evidenciada pela coreografia. O que nos interessa é a ideia descrita com precisão poética nas palavras de Heiner Muller: "a maior queda é a da inocência".

intérpretes: Júlia Giannetti e Renata Fernandes (ou Andreia Yonashiro)
coreografia: Andreia Yonashiro e elenco
assistência de direção: Renata Fernandes
cenotécnico: Petter Ballo
iluminação: Rogério Candido e Drika Matheus
assessoria em voz: Marilene Grama
realização e concepção: Micrantos e Ornamento da massa
créditos: Esta dança foi em parte financiada pelos cachês de duas intervenções de dança realizadas durante seu processo de criação na Casa das Rosas e pela bilheteria da temporada realizada em outubro de 2009, que concluiu uma residência artística de um ano, com o apoio da Poiesis - Organização Social de Cultura, Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, Governo de São Paulo.

_Diálogos entre espetáculos
dia 16/5 - domingo

às 15h Temático/Poético/Visual
com: Cia.Perdida e Micrantos e Ornamento da Massa
Intervenção nas rampas
(60min, livre) - livre circulação
dia 23/5 - domingo
às 15h Temático/Poético/Visual no Espaço Cênico
Espaço Cênico Ademar Guerra (70 lugares)
(60min, 16 anos) - livre circulação
A Micrantos e Ornamento da massa traça seu diálogo com A
Companhia Perdida, dirigida por Juliana Moraes, uma vez que Felisdônio e a peça (depois de) Antes da Queda possui muitos pontos de diálogo temático/poético/visual. Os elencos de ambos os trabalhos farão intervenções performáticas em espaços alternativos do CCSP e participarão de um dia de improvisação no próprio espaço cênico da peça (depois de) Antes da Queda.

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19 a 23/5 quarta a domingo, às 21h
Sala Jardel Filho (324 lugares)
(60min, não recomendado para menores de 16 anos)

Crítica Genética (estreia)
Crítica Genética (estreia)
foto: Thaís Menezes - Veja outras imagens do espetáculo

Cia. Danças
direção: Claudia de Souza

Partindo da teoria da Crítica Genética, área que trata dos registros que um artista faz ao longo do percurso de construção de sua obra, Claudia de Souza e a Cia. Danças encontraram inspiração para uma reflexão sobre o corpo como um documento que congrega em si uma história genética e cultural.
Tudo o que está no corpo, suas histórias, suas experiências, suas técnicas e métodos sejam de origem social, cultural, estética ou dogmática são fatores que influenciam o comportamento do ser humano e suas relações.
O espetáculo Crítica Genética é um mergulho nas escolhas, caminhos, atalhos e recuos que constroem o corpo do artista, além de uma reflexão sobre o processo criativo da própria coreógrafa e do corpo heterogêneo que é a Cia. Danças.

coreografia: Claudia de Souza (com a colaboração dos intérpretes)
assistente de direção: Cristiana de Souza
elenco: Claudia de Souza, Cristiana de Souza, Gabriel Bueno, Ítalo Ramos, Janaína Castro, Júnior Domingos, Junior Gonçalves e Kleber Santos
produção e administração: Yara Leite e Adriana Amorim
operação de som: Guilherme Elias
fotos: Thaís Menezes
iluminação: Décio Filho
assistente de iluminação: João Manoel
trilha sonora: Celso Nascimento
apoio: Cooperativa Paulista de Teatro, Estúdio Nave e Danças do Mundo
agradecimentos: Adriana Grechi, Cecilia Salles, Miriam Dascal, Anabel Andres, Yeda Peres, Thais Menezes, Amaury Cacciacarro Filho, Marcos Villas e Solange Borelli
créditos: Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo - Secretaria Municipal de Cultura

_Diálogo com o CCSP/Biblioteca Louis Braille
dia 22/5 - sábado
às 16h
Sessão especial do espetáculo Crítica Genética/audionarração
com: Cia. Danças
Para participar é necessário inscrever-se no período de 05/5 a 15/5, das 10 às 18h,por meio do telefone 3397-4088, ou enviando um e-mail para
bibliotecabraille@prefeitura.sp.gov.br
Utilizando a audiodescrição, a Cia. Danças fará uma apresentação do espetáculo Crítica Genética para pessoas com deficiência visual. A partir deste recurso e da interação com os intérpretes, o público poderá vivenciar o universo explorado em cena que propõe um mergulho profundo nas experiências sensoriais de cada corpo.
Sala Jardel Filho
Confira a lista de selecionados

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26 a 30/5 quarta a sábado, às 19h e às 21h;
domingo, às 19h - seguido de bate-papo com o artista
Espaço Cênico Ademar Guerra (100 lugares)
(50min, não recomendado para menores de 16 anos)

O ilha (2008)
O ilha (2008) foto: Edson Luciano - Veja outras imagens do espetáculo

Marcos Sobrinho - Núcleo de Dança e Performance
direção, concepção e dramaturgia: Marcos Sobrinho

Ninguém escapa ao modo de sofrer de seu tempo.
Ter nada, há de ser sempre alguma coisa. Lucinda Persona

A obra do artista plástico José Leonilson (1957-1994) e, sobretudo, parte do seu processo de criação, foi o ponto de partida para a performance O ilha. O trabalho é composto por quatro criadores-intérpretes aqui definidos poeticamente como quatro corpos-poema. O ilha coloca os performers em um território frágil, expondo corpos sem rosto para atingir uma outra ordem de experiência cênica. Neste ambiente, o que interessa é criar imagens que revelem um corpo colado, feito de vários corpos/memórias. São corpos-poema que passeiam por estados corporais que possibilitem reflexões sobre a ausência, a falta de sentido da vida ou mesmo, sobre as novas condições de se adaptar ao mundo/de estar no mundo - eterno exercício da nossa própria existência.

núcleo de criação/performers: Marcos Sobrinho, Paula Grinover Pin Nogueira e Ricardo Barretto
músico, pesquisa sonora e operação de som: Sergio Villafranca
cenografia, operação e criação da luz: Rafael Petri
assistente de luz: Rafael Anastasi
figurino: Anne Cerutti
assessoria de imprensa: Cauxi Comunicação
produção executiva: Cristina Xavier
direção geral: Marcos Sobrinho
créditos: Realização Secretaria Municipal de Cultura - Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo

_Diálogo entre artistas
dia 12/6
das 15h às 18h Diálogos possíveis ou poliEtics
com: Vera Sala, Wellington Duarte, Eliana de Santana, Daniel Fagundes,
Donizeti Mazonas e Marcos Sobrinho
provocadores: Peter Pal Pelbart e f? Ribeiro
Espaço Cênico Ademar Guerra

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26 a 30/5 quarta a domingo, às 20h
Sala Paulo Emilio Salles Gomes (100 lugares)
(45min, não recomendado para menores de 12 anos)

Dans Le Noir (estreia)
Dans Le Noir (estreia)
foto: Adilson Junior - Veja outras imagens do espetáculo

Grupo Divinadança
coreografia: James Nunes

Tendo como ponto de partida um assassinato, Dans Le Noir inspira-se na estética cinematográfica noir. Ambientado numa cidade imaginária uma trama policialesca conduz o desenvolvimento da obra. Uma narrativa em "língua ininteligível" permeia as cenas fazendo com que o espectador suponha situações e aluda a um contexto específico. A partir de nuanças coreográficas Dans Le Noir mescla sutileza e virtuosismo além de potencializar nos intérpretes relação singular entre personagem e movimento.

direção: Andrea Pivatto
elenco: Ane Adade, Antonio Marques (ou Maércio Maia), Vagner Cruz (ou Alexandre Nascimento), Alaércio Leite, Bruna Barbosa (ou Claudia Riego ) e Natalia Yukie (ou Helena Euzébio)
assistente de direção: Alaércio Leite
assistentes de produção: Clerton Vieira e Caíque Bueno
cenografia: Samuel Kavarleski
criação de luz: James Nunes e Samuel Kavarleski
figurinos: Priscilla Caccuri e James Nunes
narração em off: James Nunes
créditos - ensaio fotográfico: Adilson Junior - arte gráfica: Antonio Marques

_Diálogo entre projetos e obras coreográficas/espaço de dentro e fora
Pequenas Coisas v.2
Durante toda a temporada do Grupo Divinadança, antes do espetáculo Dans Le Noir
A partir da primeira versão de Pequenas Coisas, coreografia premiada no projeto Novos Coreógrafos - Novas Edições - Site Specific (NCNC:SS 2009), o bailarino-intérprete James Nunes mantém a exploração nos espaços do CCSP. Não apenas buscando espaços físicos possíveis, mas também alguma carga dramática e/ou troca de desafios que este espaço possa propor. Nesta nova versão o espectador é convidado a seguir um caminho, se deslocar para acompanhar a evolução cênica, induzindo a seguir sua experiência no trabalho seguinte, dentro da sala de espetáculos.
Pequenas Coisas v.2 está inevitavelmente enraizado em sua primeira versão criada especialmente para o edital Site Specific já apresentado na Biblioteca do CCSP. Além desse diálogo entre projetos, um novo diálogo de criação coreográfica se estabelece para dentro e fora da sala de espetáculo, com a nova criação de James Nunes.

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26 a 30/5 quarta a domingo, às 21h
Sala Jardel Filho (324 lugares)
(60min, livre)

Baseado em Fatos Reais (2010)
Baseado em Fatos Reais (2010)
foto: Heudes Regis e Gil Grossi - Veja outras imagens do espetáculo

Companhia Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira
criação, pesquisa, direção e coreografia: Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira

A maior parte do que se vê em Baseado em Fatos Reais acontece no momento em que se apresenta. Seu material coreográfico vai se construindo e se reconstruindo ao longo do trabalho, o que permite que se perceba as diferentes histórias de cada um dos corpos na sua relação com a linguagem dos coreógrafos. Assumir a sua condição real, deixar de representar algo para começar a apresentar a sua própria vida e a sua realidade: a obra deseja levar o público a repensar o que significa viver em um mundo cada vez mais apoiado em imagens que modelam os nossos desejos e condicionam os nossos comportamentos.
Durante a criação e montagem, cada artista foi estimulado a experimentar intensidades, volumes, respirações, tempos e lugares de uma mesma partitura, a partir das fotografias, o que desencadeou um processo evolutivo individual.

Dada a natureza dessa pesquisa, surgiu a inquietação com relação ao modo de apresentá-la. Existem formatos diferentes dos de um espetáculo, no qual artistas mostram e público assiste? Quais são as possibilidades formais de se compartilhar um processo de pesquisa que intenta aproximar arte e vida? Baseado em Fatos Reais formula-se nesse viés que, possivelmente já insinua um outro desdobramento daquilo que o produziu.

direção técnica e iluminação cenográfica: Juliana Augusta Vieira
preparação corporal: Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira
elenco: Ângelo Madureira, Ana Catarina Vieira, Beto Madureira, Carolina Coelho, Eduardo Fukushima, Luiz Anastácio, Marcela Sena e Patricia Aockio
técnico de luz e som: Marcos Santos
fisioterapeuta: Maria Vargas Lustig
assessoria de comunicação: Iara Maria Vieira
foto: Heudes Regis e Gil Grossi
web designer: Caio Saffa
administração: Juliana Augusta Vieira
produção: Iara Maria Vieira
direção geral: Ana Catarina Vieira

_Diálogo com o CCSP/espaço dentro e fora
dia 25/5
a partir das 16h Intervenção
com: Cia. Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira
No ano de 2010 os pesquisadores Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira com os artistas Luiz Anastácio, Carolina Coelho, Beto Madureira, Patricia Aockio e Marcela Sena vão desenvolver algumas ações urbanas, interativas, que tem como objetivo potencializar as possibilidades da linguagem desenvolvida pelos pesquisadores. Durante o processo de pesquisa da obra Baseado em Fatos Reais, foram desenvolvidos
procedimentos para chegar aos resultados pretendidos. Nesta ação o público vai ter a oportunidade de interagir ao longo da realização das ações que serão apresentadas nos espaços do Centro Cultural São Paulo.
Espaços do CCSP e entorno

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27/5 a 6/6
quinta a domingo, às 15h
Sala Jardel Filho (324 lugares)
(60min, livre)
Espetáculos extras dias 27 e 28/5,
quinta e sexta, às 10h30

Vila Tarsila (estreia)
Vila Tarsila (estreia)
foto: Claudio Roberto - Veja outras imagens do espetáculo

Cia. Druw
concepção e direção: Cristiane Paoli Quito e Miriam Druwe

Depois da bem sucedida união na criação de Lúdico, inspirado no pintor russo Wassily Kandinsk, tido pela crítica como referência na exploração neste segmento, Cristiane Paoli Quito e Miriam Druwe voltam a viajar pelo universo das artes plásticas. Dessa vez buscando inspiração nas cores brasileiras e antropofágicas da pintora Tarsila do Amaral. Tarsila nos dá passagem por suas vilas onde o Abapuru esqueceu de se levantar e passeia com a criança pelo Lago, a Lua, um Sol Poente, Manacá...

coreografia: Miriam Druwe
cenário e figurino: Marco Lima
desenho de luz: Marisa Bentivegna
trilha sonora: Natália Mallo
interpretes-criadores: Adriana Guidotte, Bruno Rudolf, Tatiana Guimarães, Rodrigo Vieira, Miriam Druwe, Weide Barbosa e a atriz Luciana Paes
estagiária: Bruna Petito
gestão cultural: Doble Cultura + Social
créditos: Programa Municipal de Fomento à Dança para Cidade de São Paulo - Secretaria Municipal de Cultura

dia 22/5 - sábado
das 10h às 14h
Workshop para educadores - Por uma Vila Chamada Tarsila
coordenação: Miriam Druwe e Cia.
Workshop sobre o processo criativo do espetáculo Vila Tarsila, que visa propostas práticas pedagógicas, inspiradas na obra de Tarsila do Amaral, para serem utilizadas em sala de aula integrando dança, música, teatro e artes plásticas. (30 vagas) - público: professor do ensino formal do Infantil ao Fundamental II - inscrições de 10 a 17/5, Os interessados deverão preencher a ficha de inscrição ( disponível a partir do dia 10/5) e enviar para o e mail dace.ccsp@gmail - dia 22/5, sábado, das 10h às 14h - Sala de Ensaio 1
Atenção: No dia da oficina os selecionados deverão apresentar holetire que comprove a atividade de professor.
Confira lista de selecionados

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2 a 6/6
quarta a domingo, às 19h
Espaço Cênico Ademar Guerra (100 lugares)
(50min, livre)

Onde os Começos? (estreia)
Onde os Começos? (estreia)
foto: Keiny Andrade - Veja outras imagens do espetáculo

Eliana de Santana e Wellington Duarte
direção: Donizeti Mazonas

Tem-se que começar de um ponto, e se começa de algo que gradualmente irá evaporar-se e deixar um resíduo que chamamos de realidade, e que talvez vagamente tenha a ver com a coisa que nos serviu de ponto de partida. Onde os Começos? parte do conto Teologia Natural, de Hilda Hilst. A falta de perspectiva, a secura e a vazies da paisagem hilstiana, nos remete à insignificância das coisas esquecidas num canto, que passa ser o refúgio onde são possíveis os devaneios sobre as insignificâncias, os esquecimentos, os apagamentos de qualquer natureza: poéticas ou políticas.

concepção e interpretação: Eliana de Santana e Wellington Duarte
cenário: Hideki Matsuka
iluminação: Hernandes de Oliveira
música: Vanderlei Lucentini
produção executiva: Adriana Patrício
créditos: Programa Municipal de Fomento à Dança para Cidade de São Paulo - Secretaria Municipal de Cultura

Leia entrevista Wellington Duarte

_Diálogo entre artistas
dia 12/6 - sábado
das 15h às 18h Diálogos possíveis ou poliEtics
com: Vera Sala, Wellington Duarte, Eliana de Santana, Daniel Fagundes,
Donizeti Mazonas e Marcos Sobrinho
provocadores: Peter Pal Pelbart e f? Ribeiro
Espaço Cênico Ademar Guerra

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2 a 6/6
quarta a domingo, às 20h
Sala Paulo Emilio Salles Gomes
(100 lugares)
(30min, livre)

Para ver o azul da carne (estreia)
Para ver o azul da carne (estreia)
foto: Cris Lyra - Veja outras imagens do espetáculo

concepção, criação e interpretação: Érica Tessarolo

As pinturas de Francis Bacon, singularmente fortes e intensas, denunciam um pensamento em arte que deseja alcançar a abstração da figura sem abrir mão da sua presença. Por trás do horror e da violência enxergados numa primeira leitura, existem corpos suscetíveis à ação do tempo e entrelinhas que fazem as carnes serem pintadas de azul. Dialogando com o tríptico "Três Estudos para Figuras ao pé de uma Crucificação" este trabalho depõe corporalmente que nem só de vermelho é feita a carne e que densidade e força expressiva também nascem da delicadeza.

trilha sonora: Daniel Dias e Nelson Pinton Filho
iluminação: André Prado
figurino: Orlando Dantas
fotografia: Cris Lyra

_Diálogo entre artistas
dias 2 e 6/6 - quarta e domingo
às 17h30 Intervenção de Dança e Música - Tríptico
com: Érica Tessarolo, Daniel Dias
e Nelson Pinton Filho
Nesta intervenção as vidraças do CCSP são enxergadas como possibilidade de enquadramento para a configuração de um tríptico. Um contra-baixista acústico, um acordeonista e uma bailarina se colocam lado a lado, como três momentos distintos de um único assunto.
Sala Adoniran Barbosa - Piso Superior

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2 a 6/6
quarta a domingo, às 21h
Sala Jardel Filho (324 lugares)
(70min, não recomendado para menores de 12 anos)

O Animal na Sala (2009)
O Animal na Sala (2009) foto: Gil Grossi - Veja outras imagens do espetáculo

Companhia Linhas Aéreas
direção: Renata Melo

Dos primórdios da humanidade até o cotidiano moderno, diversas situações envolvendo poder, cooperação, conquistas e superação, servem de base para uma reflexão sobre as relações do homem com seu meio. Utilizando a cronologia da espécie humana como matéria-prima, o espetáculo O Animal na Sala pretende instigar o questionamento de como o homem tem lidado consigo mesmo enquanto parte do habitat.

dramaturgia: Paulo Rogério Lopes e Renata Melo
intérpretes-criadores: Bel Mucci, Natália Presser e Ziza Brisola
direção de arte: Renato Bolelli Rebouças
assistente de arte: Vivianne Kiritani
desenho de luz: Miló Martins
assistente de iluminação: Danilo Martins
criação de trilha sonora: Claudia Dorei
direção de produção: Ziza Brisola
produção: Claudia Burbulhan e Wilson Canhas
criação e execução do projeto: Companhia Linhas Aéreas

_Diálogo com o CCSP/espaço dentro e fora
dia 30/4
Pipocando Intervenção e Reflexão

com: Linhas Aéreas e Casadalapa
A proposta é criar um pequeno ciclo criativo e reflexivo. Realizar uma ação artística, uma conversa aberta com exposição de material em vídeo de trabalhos dos grupos e, a partir dos resultados destes e somadas as trajetórias envolvidas, produzir um texto final para publicação. Neste mini-processo pretende-se condensar algumas das possibilidades de diálogos artístico-sensoriais onde corpo e imagem poderão fundir-se à urbanidade, pessoas, arquitetura e espectadores.
Sexta, das 17h às 18h30 - Ponto de ônibus em frente ao metrô Vergueiro

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9 a 12/6
quarta e sexta, às 10h30; quinta e sábado, às 18h30
Percurso interno e externo do CCSP
(25min, livre)

Ações performáticas
Circuitos (2010)
Circuitos (2010) foto: Renan Costa Lima - Veja outras imagens do espetáculo

Clarice Lima
coreografia e direção: Clarice Lima

Circuitos é um projeto coreográfico que propõe utilizar características arquitetônicas de Centros Culturais da cidade de São Paulo para pensar os seus múltiplos usos. Em um percurso coreográfico que usa a dança e a corrida, se evidenciam os diferentes espaços destes equipamentos culturais e seu entorno.

concepção: Clarice Lima e Marina Guzzo
interpretação: Clarice Lima e Patrícia Bergantin ou Marina Guzzo
colaboradores: Jackson Araujo, Renan Costa Lima, Vitor Cesar e Thelma Bonavita
participação especial: 10 bailarinos a confirmar
fotografia: Renan Costa Lima
créditos: Projeto contemplado pelo edital Novos Coreógrafos - Novas Criações: Site Specific do Centro Cultural São Paulo, 2009 (realização CCSP/SMC) e pelo prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua, 2009.
apoio: Nike Sportswear e Amapô

_Diálogo entre projetos e espaços
dia 10/6 - quinta

às 19h15 ou após a performance Circuitos
com: Clarisse Lima e Marina Guzzo
Partindo da proposta de Circuitos e de alguns depoimentos do público, realizaremos uma conversa sobre fronteiras: entre a cidade e um equipamento cultural, entre a dança e a corrida, entre a performance e o espaço, entre a experiência poética e a experiência sinestésica.
Piso Flávio de Carvalho

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9 a 13/6
quarta a domingo, às 21h
Sala Jardel Filho (324 lugares)
(50min, não recomendado para menores de 16 anos)

Violetas Murchas, ou qualquer coisa que a senhora quiser (estreia)
Violetas Murchas, ou qualquer coisa que a senhora quiser (estreia)
foto: Fernando Pião - Veja outras imagens do espetáculo

Cia. Viga
concepção e direção: Sônia Lopes Soares

Violetas murchas, ou qualquer coisa que a senhora quiser continua a investigação iniciada com Um lugar de Sarah... 2007 de um movimento capaz de pluralizar as possibilidades do olhar. Um movimento entre contenção e extravasamento na busca pelo instante em que a solidez das coisas é suspensa e todos os arranjos se tornam possíveis.

intérpretes-criadores: Tatiana Guimarães, Luciana Paes, Guilherme Jorge e Sônia Lopes Soares
educação somática e professor técnica Gaga: Rodrigo Vieira
cenografia: Valdy Lopes Jn
iluminação: Lucia Checieck
figurino e projeto gráfico: Adriana Hitomi
trilha sonora: Erico Theobaldo
produção: Cia Viga
fotos: Fernando Pião
gestão cultural: Doble Cultura + Social
créditos: Projeto contemplado pelo VII Fomento à Dança da Cidade de São Paulo
apoio: Viga Espaço Cênico


Diálogo (evento fechado para professores)
dia 7/5 - sexta
às 14h40
Diálogo entre o CCSP/DACE
A Cia. Viga participa do encontro de professores do Projeto Escola em Cena, organizado do FDE no CCSP, atuando como mediador em dança e representante do projeto Semanas de Dança - Diálogos.
Sala Jardel Filho

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9 a 20/6
quarta a domingo, às 19h
Espaço Cênico Ademar Guerra (100 lugares)
(45min, não recomendado para menores de 14 anos)

WE CAGE (estreia em São Paulo)
PIP Pesquisa em Dança
diretora e coreógrafa: Carmen Jorge


Galeria de imagens de outros espetáculos da PIP Pesquisa em Dança
Veja imagens do espetáculo WE CAGE

WE CAGE partiu de estudos da obra Variations V, de John Cage (compositor) e Merce Cunningham (coreógrafo). A obra de 1965 é considerada a primeira da história que uniu dança e tecnologia. Movimentos dos bailarinos aliados aos aparatos tecnológicos da época resultavam na manipulação de luz e som. A PIP propõe uma atualização dessas relações num contexto em que coloca o corpo na experiência do movimento considerando o risco como estética. Utiliza softwares atuais, sorteios e jogos oportunizando o acaso como ferramenta para a construção, controle e perda de controle da coreografia, sons e imagens.

elenco/pesquisa de movimento: Mariana Batista, Viviane Mortean e Isabela Schwab
estagiária: Rose Mara Silva
maestro, compositor, músico e programador do software MAX MSP: Gilson Fukushima
compositor, músico e programador do software LIVE: Vadeco
artista visual, programador de novas mídias e VJ: Jim
instalação cenográfica: Carmen Jorge
cenotécnico: Bira Paes
design de luz: Waldo Léon
design gráfico: Adriana Alegria
fotografias: Elenize Dezgeniski
assessoria de imprensa Curitiba: Emanuella Kalil
produção: Arco Produções Artísticas Ltda.
assistente de produção: Bia Reiner
crédito: Este espetáculo foi contemplado pelo Prêmio FUNARTE Klauss Vianna 2009.

Workshop dança e tecnologia
Diálogo entre artistas
com: Alex Soares e PIP Pesquisa em Dança
A PIP Pesquisa em Dança e Alex Soares convidam jovens, artistas, grupos e pessoas interessadas na inserção dança e tecnologia para uma sessão aberta e experimental no Porão do CCSP. Traga sua ideia, imagem, som ou dispositivo tecnológico para uma experiência que envolve movimento e tecnologia.(20 vagas e aberto ao público em geral para visitação) - inscrições: 1/6 a 12/6.
Os interessados deverão comparecer ao local e preencher ficha de inscrição na hora - período: dia 19/6, sábado, das 11h às 14h
Espaço Cênico Ademar Guerra

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9 a 20/6
quarta a domingo, às 20h
Sala Paulo Emilio Salles Gomes (100 lugares)
(40min, livre)

Paralaxe de Paranóias (estreia)
Paralaxe de Paranóias (estreia)
foto: Cassiano Grandi

Projeto Mov'ola
direção e cocriadores: Alex Soares e Cecília Meirelles

Paralaxe de Paranóias explora conceitos e questões psicológicas inerentes à sociedade atual por meio do encontro entre arte e tecnologia. De acordo com interferências externas e internas, questiono como o delírio crônico está associado à alterações de percepção.

idealização: Alex Soares
intérpretes-criadores: Wody Santana, Paula Zonzini, Natalia Fernandes, Natacha Takahashi, Leonardo Polato, Fernanda Bueno e Antonio Marques
ambientação cênica, sonora e visual: Alex Soares
figurinos e fotografia: Cassiano Grandi
agradecimentos: Una Consultoria Imobiliária, Allegra Studio Pilates e Cooperativa Paulista de Dança

_Diálogo com o CCSP/espaço dentro e fora
A proposta do Projeto Mov'ola é a criação e integração multimídia em dança contemporânea. Para isso, será projetado nas áreas comuns do Centro Cultural São Paulo alguns personagens presentes em Paralaxe de Paranóias, em lugares e horários diferentes, nas superfícies envidraçadas do CCSP, trazendo a instigante perspectiva daquilo ou daqueles que já não existem mais nesses espaços.

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18 e 19/6
sexta, às 18h e às 20h; sábado, às 18h
Piso Caio Graco - livre circulação
(30min, livre)

Ações performáticas
Centímetros decibéis (2009)
Centímetros decibéis (2009)

foto: Kriz Kanck -
Veja outras imagens do espetáculo

Lua Tatit

Centímetros decibéis é um trabalho fundamentado na medição do espaço físico como estratégia para medir o tempo, ressignificando as possíveis relações de um corpo que se desloca num determinado tempo/espaço com o intuito de gerar, no observador, um olhar sensível que perceba a poética da presença, do instante, do transitivo.
Centímetros decibéis propõe uma conexão, quem sabe indissociável, entre o corpo, o tempo, o espaço e a linguagem sonora visando uma "poesia-corpo-visual-sonora".

concepção, criação e intepretação: Lua Tatit
trilha sonora original e instalação audiofônica: Dudu Tsuda
figurino: Tatiana Spindel
estágio em produção de trilha sonora: Rafael Zenorini
produção: Lua Tatit

_Diálogo entre projetos
dia 19/6

às 19h Palestra sobre Experiências e Percepção do Espaço
com: Amilcar Packer
Com o lançamento da 2a. edição do edital Novos Coreógrafos - Novas Criações: Site Specific, a curadoria de dança convida Amilcar para explorar o espaço do CCSP com os interessados. Nesta conversa itinerante, mais do que contar sobre seus trabalhos ou formas de criar site specific, o artista propõe uma reflexão sobre o espaço do CCSP, associando ideias de corpo, tempo, lugar e objeto.
Piso Caio Graco - Sala Zero

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16, 17 e 18/6
quarta a sexta, às 17h
Vão do Espaço Administrativo
(40min, livre)

Ações Performáticas
Tirando os Pés do Chão
Tirando os Pés do Chão
Veja outras imagens do espetáculo

Cia. Cênica Nau de Ícaros
direção: Erica Rodrigues
Apresentação do processo criativo do novo espetáculo da Nau de Ícaros, Tirando os Pés do Chão, pressupõe uma contribuição do público de duas formas: a partir de uma entrevista, a respeito do amor e suas manifestações físicas e sensoriais, realizada anteriormente à performance; e também da vivência de como este tema se relaciona à experiência de tirar os pés do chão.
Nesta intervenção, na área administrativa do CCSP, as ações ressignificam o espaço criando possíveis diálogos entre o público e os funcionários.

codireção: Marco Vettore
elenco: Álvaro José Lobão de Barcellos, Beatriz Evrard, Celso Reeks Pereira Padilha, Erica Rodrigues Faria, Letícia Doretto Gonçalves e Marco Vettore
trilha sonora: Nau de Ícaros
créditos: SESC São Paulo

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16 a 20/6
quarta a domingo, às 21h
Sala Jardel Filho (324 lugares)
(50min, não recomendado para menores de 14 anos)

Anjos Negros (estreia)
Anjos Negros (estreia)
foto: Cris Lyra - Veja outras imagens do espetáculo

Cia. Fragmento de Dança
coreografia e direção: Vanessa Macedo

Esta pesquisa teve início em Corpos Frágeis, espetáculo em que a Cia. Fragmento se inspirou na vida e obra de nove mulheres, dentre as quais estava Virginia Woolf. Anjos Negros busca nas personagens femininas de Virginia metáforas para sua inadequação social na era vitoriana. Mulheres de sua família e amizades íntimas inspiram suas protagonistas. É sem perder de vista esta relação vida e obra, que refletimos sobre a escritora - sua sensibilidade, a discussão sobre o feminino, as crises mentais que culminam no suicídio.

elenco: Érica Tessarolo, Jéssica Moretto ou Priscila Lima e Vanessa Macedo
artistas convidados: Alexandre Magno, Angela Nolf e Lúcia Romano
pesquisa: Cia. Fragmento de Dança - Carolina Minozzi, Danilo Firmo, Érica Tessarolo, Jéssica Moretto, Maercio Maia, Orlando Dantas, Patrícia Árabe, Priscila Lima e Vanessa Macedo
desenho de luz: André Prado
operação de luz: André Prado ou Adson Costa
trilha sonora: Gustavo Domingues
figurino e cenário: Nani Brisque
fotos: Cris Lyra
programação visual: Érica Tessarolo
produção executiva: Orlando Dantas e Camila Bronizeski
créditos: Projeto realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado Cultura - Programa de Ação Cultural - 2009
agradecimentos: Kasulo Espaço de Cultura e Arte e Cia. Borelli de Dança
realização: Cooperativa Paulista de Teatro

_Diálogo entre artistas
Workshop de dança contemporânea
com: Vanessa Macedo e Cia. Fragmento de Dança
Este workshop faz parte do espetáculo Anjos Negros, que integra o programa Semanas de Dança - Diálogos. (40 vagas) - inscrições: de 21/5 até 10/6, preencher ficha de inscrição, incluir minicurrículo e carta de interesse e enviar para o e-mail ciafragmento@gmail.com - público: bailarinos, atores, estudantes de artes e pessoas interessadas em conhecer o processo da Companhia, a partir de 16 anos - seleção: a lista será divulgada no dia 15/6 no site www.centrocultural.sp.gov.br
período: 17 a 20/6, quinta a domingo, das 16h às 19h - Sala Jardel Filho

 

Atividades paralelas

dia 15/5 - sábado
das 23h às 11h Virada Cultural - Gafieira e Milonga no CCSP
A Sala Adoniran Barbosa transforma-se em um grande salão de baile - tradicional e contemporâneo - da Virada Cultural apresentando os mais apaixonantes e sofisticados ritmos do universo da Dança de Salão: o samba de gafieira e o tango.

dia 19/6 - sábado
às 19h
Palestra: Experiências e Percepção do Espaço
Lançamento do Edital Novos Coreógrafos- Novas Criações: Site Specific 2010
Palestrante convidado: Amilcar Packer
Piso Caio Graco - Entrada franca (não é necessário retirar ingressos) - Sala Zero

Participação Livre
EI! Encontro de Improvisação - Coletivos 2010
EI! Encontro de Improvisação - Coletivos 2010
foto: Gil Grossi - veja outras fotos

EI! Encontro de Improvisação é um projeto de improvisação interdisciplinar com participação aberta a artistas e não artistas. As sessões serão conduzidas por um coletivo de artistas que irão compartilhar suas ferramentas e propor dinâmicas em dança, música, circo, teatro e outras artes. O projeto propõe a interação do espaço com o público em propostas e desafios que se renovam a cada encontro, possibilitando trocas e experimentações artísticas.
O EI! 2010 será documentado pela curadoria interdisciplinar para acervo e pesquisa.
Coletivos convidados:
Abril/2010 - Companhia Linhas Aéreas (circo, dança, teatro e intervenções)
Maio/2010 - J.Gar.Cia. (jogos de dança e teatro)
Junho/2010 - Cia. Inadequada (jogos de composição em teatro-dança)
Todas as quartas, das 18h às 19h30 - Entrada franca (não é necessário retirar ingressos) - Sala Adoniran Barbosa (300 lugares)

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