Núcleo
de Pesquisas em linguagens híbridas concepção e direção:
Fábio Mazzoni Procurando Schubert se reveste de ficção
científica para abordar o homem contemporâneo. A busca pelos grandes
ideais, a alma do romantismo, encontra-se totalmente subjugada. Num surto universal,
o mundo moderno produziu gerações de seres instantâneos, que
deixa para trás apenas o rastro da sua displicência. À margem,
talvez, de nossos últimos passos sobre a terra, vivemos inconscientemente
na inebriante inércia niilista: nada a fazer!
A
imaginação concebe facilmente um porvir em que os homens gritarão
em coro: "Somos os últimos: cansados do futuro, e ainda mais de nós
mesmos, extraímos o sumo da terra e despojamos os céus. Nem a matéria
nem o espírito podem continuar alimentando nossos sonhos: este universo
está tão seco como nossos corações. Já não
há substância em parte alguma: nossos ancestrais nos legaram sua
alma em farrapos e sua medula carcomida. A aventura chega ao seu fim; a consciência
expira, nossos cantos se desvaneceram; eis que brilha o sol dos moribundos! E.
M. Cioran
O que restará à humanidade
quando seus recursos espirituais se esgotarem, quando se findar o vigor de sua
inspiração?
direção
coreográfica: Sandro Borelli intérprete: Jacqueline Gimenes
participação: Eric Lenate direção de arte: Gustavo
Lanfranchi Iluminação e trilha sonora: Fabio Mazzoni diretores
assistentes: Ana Prado e Eric Lenate fotos: Emídio Luise direção
de produção: Solange Borelli - Radar Produção Cultural
assistente de produção: Selene Marinho
_Diálogo
entre artistas dia 2/5 - domingo 16h
Experiência de luz, sombra e performance
com: Fábio Mazzoni, Jacqueline Gimenes e Julia Rocha (45min, não
recomendado para menores de 16 anos) Sala Paulo Emilio Salles Gomes (60 lugares)
28/4
a 9/5 quarta a domingo, às 21h Sala Jardel Filho (324 lugares)
(75min, não recomendado para menores de 14 anos)
Cia.
Nova Dança 4 concepção e direção geral:
Cristiane Paoli Quito Segundo movimento da trilogia Influência. Após
Steve Paxton, Lisa Nelson e Hitchcock, agora Nelson Rodrigues, Beckett e Poe.
Influenciados e inspirados pelo teatro, literatura e cinema, oferecemos uma obra
aberta, com o intuito de conduzir o espectador por uma trama de mistério
e poesia. Partimos de O beijo no asfalto, de Nelson Rodrigues, e criamos uma "terceira
obra", uma releitura subjetiva, delineada pela dança de improvisação.
Cia. Nova Dança 4: Alex Ratton
Sanchez, Cristiano Karnas, Diogo Granato, Érika Moura, Gisele Calazans,
Lívia Seixas e Tica Lemos assistência de direção:
Maurício Paoli Vieira coreografia: Cia. Nova Dança 4 pensamento
corporal: Tica Lemos treinamento - le parkour: Diogo Granato consultoria
de dramaturgia: Rubens Rewald colaboração: Mariana Camargo
trilha sonora: Claudio Faria e Natália Mallo sonorização:
Natalia Mallo iluminação: Marisa Bentivegna figurino: Cia.
Nova Dança 4, Karinna Vasconcelos e Francisco Macchione fotos: Carol
Mendonça, Rogério Ortiz projeto gráfico: Anna Turra
administração: Dora Leão - PLATÔproduções
realização: Cia. Nova Dança 4 da Cooperativa Paulista de
Teatro créditos: Este espetáculo integra o projeto O Beijo na
Estrada, com o apoio do Governo de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura
- Programa de Ação Cultural de 2009 e foi desenvolvido com auxílio
do Programa Municipal de Fomento à Dança - V edição.
Indicado ao Prêmio Bravo de melhor espetáculo de Dança 2009.
_Diálogo
entre companhias (eventos fechados para grupos agendados) dia 30/4 das 14h às 18h Laboratório
1 Sala Jardel Filho dia
7/5 das 14h às 18h Laboratório 2
Sala de Ensaio 1 Laboratório de "dança-teatralizada"
na trilogia Influências. O cerne da atual pesquisa da Cia. é o amadurecimento
da dramaturgia em cena, em tempo real, pela união da corporeidade e subjetividade
da dança à tessitura da trama ficcional. Em pauta: "diferentes
formas de contarmos uma história e as muitas histórias contidas
em uma história".
29/4
quinta, às 19h Espaço Cênico Ademar Guerra (70 lugares)
(40min, não recomendado para menores de 16 anos)
concepção e atuação:
Júlia Rocha Repartir os pães, partilhá-los de outra forma,
transformá-los. Uma ação contrária à culpa,
à moral. Uma mobilização da violência ao amor.
Possibilitar um encontro entre estranhos, em qual se dá comunhão.
À transvaloração dos valores! Tentativa de salvar o
mundo é um trabalho que existe e vem sendo apresentado há um ano
e meio. No seu percurso já se modificou inúmeras vezes e se faz
sempre atual. Pode ser chamado de dança de ação: um ato simples,
com poucos movimentos. Dessa específica ação se revelam,
constroem e reconstroem alguns símbolos; e com isso as coisas, elas, podem
ganhar autonomia e materialidade, ou seja, outras possibilidades de sentido.
canto:
Panis Angelicus iluminação: Daniel Fagundes roupa e costura:
Alex Kazuo mesa: Studio Vero
_Diálogo
entre artistas dia 2/5 - domingo
16h
Experiência de luz, sombra e performance
com: Fábio Mazzoni, Jacqueline Gimenes e Julia Rocha Domingo, às
16h - Sala Paulo Emilio Salles Gomes
30/4
a 20/6 sexta a domingo, das 16h às 18h (livre circulação)
Espaço Cênico Ademar Guerra (80 lugares) (não recomendado
para menores de 12 anos) Atenção:
Excepcionalmente no dia 12/6 não
haverá a instalação coreográfica, devido ao evento
Diálogos possíveis ou poliEtics*. No dia 20/6, devido ao jogo da
Copa, a instalação ocorrerá das 20h as 22h.
Núcleo
Artístico Vera Sala concepção geral: Vera Sala
com:
Paulo Henrique Alves, Thiane Nascimento e Vera Sala ambiente cênico:
Hideki Matsuka instalação sonora: Daniel Fagundes produção:
Dora Leão - PLATÔproduções crédito: Projeto
contemplado pelo Programa Municipal de Fomento à Dança - IV e VII
edições.
_Diálogo
entre artistas dia 12/6 - sábado das 15h às 18h Diálogos
possíveis ou poliEtics*
com: Vera Sala, Wellington Duarte, Eliana de Santana, Daniel Fagundes, Donizeti
Mazonas e Marcos Sobrinho provocadores: Peter Pal Pelbart e f? Ribeiro
Diálogos possíveis ou poliEtics é uma ação
em busca de cruzamentos possíveis entre o poético e o político.
A partir da técnica de montagem, essa ação propõe
um confronto de imagens e discursos tão distintos quanto inter-relacionados.
Os efeitos da justaposição que visamos criar com essa "montagem
labiríntica" é subverter a estreita separação
entre obra, documento, comentário, discursos, imagens, ações,
criando tramas dialógicas. Excepcionalmente neste dia não haverá
instalação coreográfica. Espaço Cênico Ademar
Guerra (100 lugares) (não recomendado para menores de 14 anos - circulação
livre)
* poliEtics: arte-título
do catálogo da exposição de arte contemporânea Documenta
X, que aconteceu em Kassel, em 1997.
5
a 9/5 quarta a domingo, às 19h Espaço Cênico Ademar Guerra
(100 lugares) (50min, livre)
Donizeti
Mazonas e Wellington Duarte direção e música: Daniel
Fagundes O espetáculo tem como ponto de partida a novela homônima
de Hilda Hilst. Rútilo Nada é um espesso poema sobre o corpo: as
regiões eróticas, as camadas externas - a pele, as excrescências,
as formas - e as internas: o corpo por dentro, movendo-se nos seus circuitos.
Neste sentido essa obra estabelece um elo de conexão direto com o ponto
de partida do criador em dança que tem o corpo como lugar e meio para a
realização de seu trabalho. Os limites do desejo, as relações
socialmente intoleráveis e a ferocidade humana e suas consequentes atrocidades,
constituem o tema de Rútilo Nada. Neste ponto, podemos dizer que essa obra
é uma espécie de discurso no sentido político do termo: uma
espécie de discurso de resistência da paixão e do desejo.
concepção e interpretação:
Wellington Duarte e Donizeti Mazonas iluminação: Hernandes de
Oliveira direção de arte: Anne Cerutti produção
executiva: Adriana Patrício créditos: Projeto realizado com
o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura
- Programa de Ação Cultural - 2009.
_Diálogo entre artistas dia
12/6 das
15h às 18h Diálogos possíveis
ou poliEtics com: Vera Sala, Wellington
Duarte, Eliana de Santana, Daniel Fagundes, Donizeti Mazonas e Marcos Sobrinho
provocadores: Peter Pal Pelbart e f? Ribeiro Espaço Cênico
Ademar Guerra
Pequena
Cia. de Dança intérpretes-criadoras: Joana Ferraz e Juliana
Ferreira Primeiro era Depois: Agora trata-se de uma revisitação
feita ao trabalho Primeiro era Depois (2007) que discute a ideia de passado, memória
e da busca frustrante de reproduzi-los e alcançá-los no presente.
Partimos da suposição de que o corpo que experimenta a memória
não é mais o que viveu o acontecimento, de que a memória
seria uma idealização do passado. Do encontro dessas questões
com o trabalho da fotógrafa Chantal Michel, selecionamos uma série
de imagens, que serviram de base para o desenvolvimento de partituras coreográficas,
com as quais ocupamos o ambiente da instalação.
iluminação:
Luz López ambientação sonora: Felipe Ribeiro figurino
e espaço cênico: Pequena Cia. de Dança
_Diálogo
com o acervo de dança do CCSP
Neste novo momento do trabalho organizamos, a partir de fotografias de dança
do acervo do CCSP, uma outra coleção de posturas corporais que,
agregadas ao corpo coreográfico do trabalho, geram novas possibilidades
de movimento e novos sentidos ao ambiente proposto pela instalação.
O processo de montagem da instalação e da criação
do trabalho foi filmado e está em exibição no CCSP durante
os dias da mostra.
12
a 16/5 quarta a domingo, às 20h Sala Paulo Emilio Salles Gomes (100
lugares) (55min, não recomendado para menores de 14 anos)
Núcleo
Fronteiras concepção, interpretação, vídeos
e poesias: Mariana Camargo e Tomás Rezende
Espetáculo-instalação
multimeios: diálogo, dança, vídeo, poesia, música
e artes visuais, territorializando uma dramaturgia autoral - do corpo-palavra-espaço.
Emerge de trabalhos individuais autobiográficos - videopoemas e poesias
- dos autores-intérpretes. Uma casa onírica, habitada por uma mulher
e um homem. Morada das memórias DELE; jardim de vestígios DELA.
Zona de exposição, conforto e confronto: revelando-se, desvelando-se.
Estreou na 6ª Bienal SESC de Dança 2009.
direção:
Gisele Calazans instalação: José Silveira, Mariana Camargo
e Tomás Rezende trilha sonora original: Cláudia Dorei criação
de luz: José Silveira e Gisele Calazans assistência de direção
e figurino: Larissa Salgado treinamento de composição e improvisação:
Cristiano Karnas produção: PAROLE e Dora Leão - PLATÔproduções
vídeos que integram o espetáculo - de Mariana Camargo: desaguar
(2009), meu corpo é vento (2009) e Quanto tempo leva um coração
para descongelar? (2008/2009) - de Tomás Rezende: Carta ao meu ódio-amor
(2008) e Duplos (2009) apoio: B_arco e Cia. Oito Nova Dança agradecimentos:
Tica Lemos, Gabriel Pinheiro, Jiddu Pinheiro, Bel, Adriana Macul, Marat Descartes,
Cia. Nova Dança 4 e Diogo Granato (Espaço).
_Diálogo
entre artistas O espaço conta história:
"instalação em dança"
dia 13/5 com: Núcleo Fronteiras e Vera Sala Instalação
pode ser entendida como trabalho artístico em espaço físico
atual, por meio de intervenções de caráter tridimensional.
Convidamos Vera Sala para conversar sobre a especificidade desse tipo de configuração
espaço-temporal nas pesquisas/criações em dança.
Quinta, das 14h às 15h30 - Sala Paulo Emilio Salles Gomes
12,
13, 14 e 16/5 quarta a sexta; e domingo, às 20h Sala Jardel Filho (324
lugares) (120min, livre)
Cena
11 direção artística e coreografia: Alejandro Ahmed
Dança
contemporânea. Os trabalhos atuais do grupo - Emodied Voodoo Game e SIM
- serão apresentados com a participa-ção simultânea
dos bailarinos, integrantes do workshop e plateia. O formato de apresentação
diferenciada engloba propos-tas de formação, reflexão e difusão.
Se um espetáculo é sempre uma procura por respostas, a dança
criada pelo Cena 11 antes de tudo uma interrogação, o que faz o
condutor do seu processo, um farejador de ideias. O coreógrafo Alejandro
Ahmed está entre aqueles que criam danças para dialogar com o mundo
e não simplesmente para versar sobre seus as-suntos. É justamente
está conversa que se vê quando o Cena 11 está no palco. O
assunto, o corpo que dança e a dança promovendo trocas sucessivas
numa rede de informações complexas. Uma coisa vai encontrando espaço
na outra para se expandir. (extraído do texto A Dança dos Encéfalos
Acesos, de Maíra Spanghero - Mestre em Semiótica pela PUC/SP)
elenco
e coreografia: Adilso Machado, Aline Blasius, Cláudia Shimura, Jussara
Belchior, Karin Serafin, Leticia Lamela, Marcos Klann e Mariana Romagnani
trilha sonora e coordenação de montagem: Hedra Rockenbach fotos
e operação de câmera: Cristiano Prim núcleo de
criação: Alejandro Ahmed, Karin Serafin e Hedra Rockenbach sede
e preparação técnica: Academia Catarinense de Ginástica
apoio: Colégio Catarinense
inscriçoes
encerradas _Diálogo Workshop de Percepção Física
Grupo Cena 11 - direção: Alejandro Ahmed Uma proposta de workshop/residência
que compartilha novas estratégias e procedimentos investigativos da pesquisa
ética-estética do Grupo Cena 11. Desde de 1993, a companhia desenvolve
um método de treinar o corpo que o habilite a fazer dança por meio
de seus conceitos artísticos. Estruturou, portanto, uma técnica
nomeada de Percepção Física, que funciona como ferramenta
para aqueles que procuram por uma tecnologia no corpo, tornando-o mais eficiente
na sua capacidade criativa e é estruturada a partir de três elementos:
percepção, adaptabilidade e controle. Durante o workshop/residência
serão propostos exercícios de composição realizados
na construção de trabalhos já existentes. O trabalho será
dividido em: aula, ensaio, ensaio aberto e composição crítica.
Por fim, será organizada uma conversa mediada por todos integrantes da
companhia com a seguinte pergunta-chave: por que, para que e como formar e continuar
em grupo para produzir dança? Este será o primeiro workshop
de Percepção Físicacom a participação dos bailarinos
e do público, em que a plateia terá a possibilidade de verificar
a pesquisa e processo criativo do Grupo Cena 11. (25 vagas) - público:
a partir de de 16 anos, bailarinos e profissionais da área - inscrições:
26/4 a 3/5. Os interessados deverão preencher a ficha de inscrição,
disponível abaixo para download, postar um vídeo no Youtube contendo
um solo de no mínimo dois minutos e no máximo cinco minutos (a filmagem
não precisa ser profissional). A lista de selecionados será publicada
nesta página até o dia 11/5. - período: 12 a 16/5, quarta
a domingo, das 16h às 20h - Sala Jardel Filho Confira
a lista de selecionados
12
a 23/5 quarta a domingo, às 19h Espaço Cênico Ademar
Guerra (70 lugares) (70min, não recomendado para menores de 16 anos)
Companhia
Perdida concepção, direção e criação:
Juliana Moraes
(depois de) Antes da
Queda é resultado do aprofundamento da pesquisa que deu origem à
peça Antes da Queda (2008). As fotografias da artista americana Francesca
Woodman (1958-1981) e seu suicídio prematuro inspiram o trabalho, porém
as imagens do seu corpo são usadas para a criação de um vocabulário
autoral da Companhia. Influências do Surrealismo e do Renascimento se fazem
presentes pois fomos atrás das referências que a própria artista
teve para sua construção visual/poética/emotiva. Mergulhamos
num questionamento sobre o que constitui o universo feminino, como se emprestássemos
a câmera de Franscesca para ensaiar e desafiar faces tradicionalmente associadas
a essa categoria.
criação e
interpretação: Carolina Callegaro, Isabel Monteiro, Maristela Estrela*,
Érica Tessarolo, Beatriz Sano e Flávia Scheye produção:
Stella Marini assistente de produção: César Ramos
trilha sonora: Jonas Tatit desenhos e objetos de cena: Márcia de Moraes
figurinos: Paulo Babboni iluminação: André Boll
técnico de luz e som: Bruno Natale projeto visual: Laika Design
fotos: Cris Lyra treinamento de kempo indiano na primeira montagem: Ciro
Godoy músicos (música da cena Carruagem): Luiz Amato (violino),
Emerson De Biaggi (viola), Adriana Holtz (violoncelo), Marta Ozzetti (flauta)
e Fabio Cury (fagote) trilha gravada nos estúdios: Pratápolis,
por Jonas Tatit - Estúdio 185, por Beto Mendonça realização:
Companhia Perdida - www.companhiaperdida.com.br crédito: Programa
Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.
*agradecemos
imensamente a dedicação e o trabalho da bailarina Maristela Estrela,
que teve que ser substituída nesta temporada.
_Diálogos
entre espetáculos dia 16/5
- domingo às
15h Temático/Poético/Visual
com: Cia.Perdida e Micrantos e
Ornamento da Massa Intervenção
nas rampas (60min, livre) - livre circulação dia 23/5 -
domingo às 15hTemático/Poético/Visual
no Espaço Cênico Domingo,
- Espaço Cênico Ademar Guerra (70 lugares) (60min, 16 anos) -
livre circulação A Companhia Perdida convida o grupo Micrantos
+ Ornamento da Massa, dirigido por Andreia
Yonashiro, para apresentar a peça Felisdônio, que possui muitos pontos
de diálogo temático/poético/visual com a peça (depois
de) Antes da Queda. Os elencos de ambos os grupos e convidados farão
intervenções performáticas em espaços alternativos
do CCSP e participarão de um dia de improvisação no próprio
espaço cênico da peça (depois de) Antes da Queda.
Micrantos e Ornamento da massa
direção: Andreia Yonashiro
Felisdônio
é uma dança dividida em pequenos atos entrecortados por sete palavras:
não, aula, abandono, primeiro beijo, desprezo e sim. Sua criação
coreográfica considera o intervalo entre a infância e a vida adulta
como uma distância, um espaço no qual a intimidade da fisicalidade
do corpo possa ser evidenciada pela coreografia. O que nos interessa é
a ideia descrita com precisão poética nas palavras de Heiner Muller:
"a maior queda é a da inocência".
intérpretes:
Júlia Giannetti e Renata Fernandes (ou Andreia Yonashiro) coreografia:
Andreia Yonashiro e elenco assistência de direção: Renata
Fernandes cenotécnico: Petter Ballo iluminação: Rogério
Candido e Drika Matheus assessoria em voz: Marilene Grama realização
e concepção: Micrantos e Ornamento da massa créditos:
Esta dança foi em parte financiada pelos cachês de duas intervenções
de dança realizadas durante seu processo de criação na Casa
das Rosas e pela bilheteria da temporada realizada em outubro de 2009, que concluiu
uma residência artística de um ano, com o apoio da Poiesis - Organização
Social de Cultura, Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia
e Literatura, Governo de São Paulo.
_Diálogos entre espetáculos dia 16/5 - domingo às 15h
Temático/Poético/Visual
com: Cia.Perdida e Micrantos e Ornamento da Massa Intervenção
nas rampas (60min, livre) - livre circulação dia
23/5 - domingo às 15h
Temático/Poético/Visual no Espaço Cênico
Espaço Cênico Ademar Guerra (70 lugares) (60min, 16 anos) - livre
circulação A Micrantos e Ornamento da massa traça seu
diálogo com A Companhia Perdida,
dirigida por Juliana Moraes, uma vez que Felisdônio e a peça (depois
de) Antes da Queda possui muitos pontos de diálogo temático/poético/visual.
Os elencos de ambos os trabalhos farão intervenções performáticas
em espaços alternativos do CCSP e participarão de um dia de improvisação
no próprio espaço cênico da peça (depois de) Antes
da Queda.
19
a 23/5 quarta a domingo, às 21h Sala Jardel Filho (324 lugares)
(60min, não recomendado para menores de 16 anos)
Partindo
da teoria da Crítica Genética, área que trata dos registros
que um artista faz ao longo do percurso de construção de sua obra,
Claudia de Souza e a Cia. Danças encontraram inspiração para
uma reflexão sobre o corpo como um documento que congrega em si uma história
genética e cultural. Tudo o que está no corpo, suas histórias,
suas experiências, suas técnicas e métodos sejam de origem
social, cultural, estética ou dogmática são fatores que influenciam
o comportamento do ser humano e suas relações. O espetáculo
Crítica Genética é um mergulho nas escolhas, caminhos, atalhos
e recuos que constroem o corpo do artista, além de uma reflexão
sobre o processo criativo da própria coreógrafa e do corpo heterogêneo
que é a Cia. Danças.
coreografia:
Claudia de Souza (com a colaboração dos intérpretes)
assistente de direção: Cristiana de Souza elenco: Claudia de
Souza, Cristiana de Souza, Gabriel Bueno, Ítalo Ramos, Janaína Castro,
Júnior Domingos, Junior Gonçalves e Kleber Santos produção
e administração: Yara Leite e Adriana Amorim operação
de som: Guilherme Elias fotos: Thaís Menezes iluminação:
Décio Filho assistente de iluminação: João Manoel
trilha sonora: Celso Nascimento apoio: Cooperativa Paulista de Teatro, Estúdio
Nave e Danças do Mundo agradecimentos: Adriana Grechi, Cecilia Salles,
Miriam Dascal, Anabel Andres, Yeda Peres, Thais Menezes, Amaury Cacciacarro Filho,
Marcos Villas e Solange Borelli créditos: Programa Municipal de Fomento
à Dança para a Cidade de São Paulo - Secretaria Municipal
de Cultura
_Diálogo com o CCSP/Biblioteca
Louis Braille dia 22/5 - sábado às 16h Sessão
especial do espetáculo Crítica Genética/audionarração
com: Cia. Danças Para participar é necessário inscrever-se
no período de 05/5 a 15/5, das 10 às 18h,por meio do telefone 3397-4088,
ou enviando um e-mail para bibliotecabraille@prefeitura.sp.gov.br Utilizando a audiodescrição, a Cia. Danças fará
uma apresentação do espetáculo Crítica Genética
para pessoas com deficiência visual. A partir deste recurso e da interação
com os intérpretes, o público poderá vivenciar o universo
explorado em cena que propõe um mergulho profundo nas experiências
sensoriais de cada corpo. Sala Jardel Filho Confira
a lista de selecionados
26
a 30/5 quarta a sábado, às 19h e às 21h; domingo, às
19h - seguido de bate-papo com o artista Espaço Cênico Ademar
Guerra (100 lugares) (50min, não recomendado para menores de 16 anos)
Marcos
Sobrinho - Núcleo de Dança e Performance direção,
concepção e dramaturgia: Marcos Sobrinho
Ninguém
escapa ao modo de sofrer de seu tempo. Ter nada, há de ser sempre alguma
coisa. Lucinda Persona
A obra do artista plástico
José Leonilson (1957-1994) e, sobretudo, parte do seu processo de criação,
foi o ponto de partida para a performance O ilha. O trabalho é composto
por quatro criadores-intérpretes aqui definidos poeticamente como quatro
corpos-poema. O ilha coloca os performers em um território frágil,
expondo corpos sem rosto para atingir uma outra ordem de experiência cênica.
Neste ambiente, o que interessa é criar imagens que revelem um corpo colado,
feito de vários corpos/memórias. São corpos-poema que passeiam
por estados corporais que possibilitem reflexões sobre a ausência,
a falta de sentido da vida ou mesmo, sobre as novas condições de
se adaptar ao mundo/de estar no mundo - eterno exercício da nossa própria
existência.
núcleo de criação/performers:
Marcos Sobrinho, Paula Grinover Pin Nogueira e Ricardo Barretto músico,
pesquisa sonora e operação de som: Sergio Villafranca cenografia,
operação e criação da luz: Rafael Petri assistente
de luz: Rafael Anastasi figurino: Anne Cerutti assessoria de imprensa:
Cauxi Comunicação produção executiva: Cristina
Xavier direção geral: Marcos Sobrinho créditos: Realização
Secretaria Municipal de Cultura - Programa Municipal de Fomento à Dança
para a Cidade de São Paulo
_Diálogo
entre artistas dia 12/6 das 15h às 18h Diálogos
possíveis ou poliEtics com:
Vera Sala, Wellington Duarte, Eliana de Santana, Daniel Fagundes, Donizeti
Mazonas e Marcos Sobrinho provocadores: Peter Pal Pelbart e f? Ribeiro
Espaço Cênico Ademar Guerra
26
a 30/5 quarta a domingo, às 20h Sala Paulo Emilio Salles Gomes (100
lugares) (45min, não recomendado para menores de 12 anos)
Tendo
como ponto de partida um assassinato, Dans Le Noir inspira-se na estética
cinematográfica noir. Ambientado numa cidade imaginária uma
trama policialesca conduz o desenvolvimento da obra. Uma narrativa em "língua
ininteligível" permeia as cenas fazendo com que o espectador suponha
situações e aluda a um contexto específico. A partir de nuanças
coreográficas Dans Le Noir mescla sutileza e virtuosismo além de
potencializar nos intérpretes relação singular entre personagem
e movimento.
direção: Andrea
Pivatto elenco: Ane Adade, Antonio Marques (ou Maércio Maia), Vagner
Cruz (ou Alexandre Nascimento), Alaércio Leite, Bruna Barbosa (ou Claudia
Riego ) e Natalia Yukie (ou Helena Euzébio) assistente de direção:
Alaércio Leite assistentes de produção: Clerton Vieira
e Caíque Bueno cenografia: Samuel Kavarleski criação
de luz: James Nunes e Samuel Kavarleski figurinos: Priscilla Caccuri e James
Nunes narração em off: James Nunes créditos - ensaio
fotográfico: Adilson Junior - arte gráfica: Antonio Marques
_Diálogo
entre projetos e obras coreográficas/espaço de dentro e fora
Pequenas Coisas v.2 Durante toda a temporada do Grupo Divinadança,
antes do espetáculo Dans Le Noir A partir da primeira versão
de Pequenas Coisas, coreografia premiada no projeto Novos Coreógrafos -
Novas Edições - Site Specific (NCNC:SS 2009), o bailarino-intérprete
James Nunes mantém a exploração nos espaços do CCSP.
Não apenas buscando espaços físicos possíveis, mas
também alguma carga dramática e/ou troca de desafios que este espaço
possa propor. Nesta nova versão o espectador é convidado a seguir
um caminho, se deslocar para acompanhar a evolução cênica,
induzindo a seguir sua experiência no trabalho seguinte, dentro da sala
de espetáculos. Pequenas Coisas v.2 está inevitavelmente enraizado
em sua primeira versão criada especialmente para o edital Site Specific
já apresentado na Biblioteca do CCSP. Além desse diálogo
entre projetos, um novo diálogo de criação coreográfica
se estabelece para dentro e fora da sala de espetáculo, com a nova criação
de James Nunes.
26 a 30/5
quarta a domingo, às 21h Sala Jardel Filho (324 lugares) (60min,
livre)
Companhia
Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira criação, pesquisa,
direção e coreografia: Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira
A
maior parte do que se vê em Baseado em Fatos Reais acontece no momento em
que se apresenta. Seu material coreográfico vai se construindo e se reconstruindo
ao longo do trabalho, o que permite que se perceba as diferentes histórias
de cada um dos corpos na sua relação com a linguagem dos coreógrafos.
Assumir a sua condição real, deixar de representar algo para começar
a apresentar a sua própria vida e a sua realidade: a obra deseja levar
o público a repensar o que significa viver em um mundo cada vez mais apoiado
em imagens que modelam os nossos desejos e condicionam os nossos comportamentos.
Durante a criação e montagem, cada artista foi estimulado a
experimentar intensidades, volumes, respirações, tempos e lugares
de uma mesma partitura, a partir das fotografias, o que desencadeou um processo
evolutivo individual.
Dada a
natureza dessa pesquisa, surgiu a inquietação com relação
ao modo de apresentá-la. Existem formatos diferentes dos de um espetáculo,
no qual artistas mostram e público assiste? Quais são as possibilidades
formais de se compartilhar um processo de pesquisa que intenta aproximar arte
e vida? Baseado em Fatos Reais formula-se nesse viés que, possivelmente
já insinua um outro desdobramento daquilo que o produziu.
direção
técnica e iluminação cenográfica: Juliana Augusta
Vieira preparação corporal: Ângelo Madureira e Ana Catarina
Vieira elenco: Ângelo Madureira, Ana Catarina Vieira, Beto Madureira,
Carolina Coelho, Eduardo Fukushima, Luiz Anastácio, Marcela Sena e Patricia
Aockio técnico de luz e som: Marcos Santos fisioterapeuta: Maria
Vargas Lustig assessoria de comunicação: Iara Maria Vieira
foto: Heudes Regis e Gil Grossi web designer: Caio Saffa administração:
Juliana Augusta Vieira produção: Iara Maria Vieira direção
geral: Ana Catarina Vieira
_Diálogo
com o CCSP/espaço dentro e fora dia
25/5 a partir das 16h Intervenção
com: Cia. Ângelo Madureira
e Ana Catarina Vieira No ano de 2010 os pesquisadores Ângelo Madureira
e Ana Catarina Vieira com os artistas Luiz Anastácio, Carolina Coelho,
Beto Madureira, Patricia Aockio e Marcela Sena vão desenvolver algumas
ações urbanas, interativas, que tem como objetivo potencializar
as possibilidades da linguagem desenvolvida pelos pesquisadores. Durante o processo
de pesquisa da obra Baseado em Fatos Reais, foram desenvolvidos procedimentos
para chegar aos resultados pretendidos. Nesta ação o público
vai ter a oportunidade de interagir ao longo da realização das ações
que serão apresentadas nos espaços do Centro Cultural São
Paulo. Espaços do CCSP e entorno
27/5
a 6/6 quinta a domingo, às 15h Sala Jardel Filho (324 lugares)
(60min, livre) Espetáculos extras dias 27 e 28/5, quinta e sexta,
às 10h30
Cia.
Druw concepção e direção: Cristiane Paoli Quito
e Miriam Druwe
Depois da bem sucedida
união na criação de Lúdico, inspirado no pintor russo
Wassily Kandinsk, tido pela crítica como referência na exploração
neste segmento, Cristiane Paoli Quito e Miriam Druwe voltam a viajar pelo universo
das artes plásticas. Dessa vez buscando inspiração nas cores
brasileiras e antropofágicas da pintora Tarsila do Amaral. Tarsila nos
dá passagem por suas vilas onde o Abapuru esqueceu de se levantar e passeia
com a criança pelo Lago, a Lua, um Sol Poente, Manacá...
coreografia:
Miriam Druwe cenário e figurino: Marco Lima desenho de luz: Marisa
Bentivegna trilha sonora: Natália Mallo interpretes-criadores:
Adriana Guidotte, Bruno Rudolf, Tatiana Guimarães, Rodrigo Vieira, Miriam
Druwe, Weide Barbosa e a atriz Luciana Paes estagiária: Bruna Petito
gestão cultural: Doble Cultura + Social créditos: Programa Municipal
de Fomento à Dança para Cidade de São Paulo - Secretaria
Municipal de Cultura
dia 22/5 - sábado
das 10h às 14h Workshop para educadores
- Por uma Vila Chamada Tarsila
coordenação: Miriam Druwe e Cia. Workshop sobre o processo criativo
do espetáculo Vila Tarsila, que visa propostas práticas pedagógicas,
inspiradas na obra de Tarsila do Amaral, para serem utilizadas em sala de aula
integrando dança, música, teatro e artes plásticas. (30 vagas)
- público: professor do ensino formal do Infantil ao Fundamental II - inscrições
de 10 a 17/5, Os interessados deverão preencher a ficha de inscrição
( disponível a partir do dia 10/5) e enviar para o e mail dace.ccsp@gmail
- dia 22/5, sábado, das 10h às 14h - Sala de Ensaio 1 Atenção:
No dia da oficina os selecionados deverão apresentar holetire que comprove
a atividade de professor. Confira
lista de selecionados
2
a 6/6 quarta a domingo, às 19h Espaço Cênico Ademar
Guerra (100 lugares) (50min, livre)
Eliana
de Santana e Wellington Duarte direção: Donizeti Mazonas
Tem-se
que começar de um ponto, e se começa de algo que gradualmente irá
evaporar-se e deixar um resíduo que chamamos de realidade, e que talvez
vagamente tenha a ver com a coisa que nos serviu de ponto de partida. Onde os
Começos? parte do conto Teologia Natural, de Hilda Hilst. A falta de perspectiva,
a secura e a vazies da paisagem hilstiana, nos remete à insignificância
das coisas esquecidas num canto, que passa ser o refúgio onde são
possíveis os devaneios sobre as insignificâncias, os esquecimentos,
os apagamentos de qualquer natureza: poéticas ou políticas.
concepção
e interpretação: Eliana de Santana e Wellington Duarte cenário:
Hideki Matsuka iluminação: Hernandes de Oliveira música:
Vanderlei Lucentini produção executiva: Adriana Patrício
créditos: Programa Municipal de Fomento à Dança para Cidade
de São Paulo - Secretaria Municipal de Cultura
_Diálogo
entre artistas dia 12/6 - sábado das 15h às 18h Diálogos
possíveis ou poliEtics com:
Vera Sala, Wellington Duarte, Eliana de Santana, Daniel Fagundes, Donizeti
Mazonas e Marcos Sobrinho provocadores: Peter Pal Pelbart e f? Ribeiro
Espaço Cênico Ademar Guerra
2
a 6/6 quarta a domingo, às 20h Sala Paulo Emilio Salles Gomes
(100 lugares) (30min, livre)
concepção,
criação e interpretação: Érica Tessarolo
As
pinturas de Francis Bacon, singularmente fortes e intensas, denunciam um pensamento
em arte que deseja alcançar a abstração da figura sem abrir
mão da sua presença. Por trás do horror e da violência
enxergados numa primeira leitura, existem corpos suscetíveis à ação
do tempo e entrelinhas que fazem as carnes serem pintadas de azul. Dialogando
com o tríptico "Três Estudos para Figuras ao pé de uma
Crucificação" este trabalho depõe corporalmente que
nem só de vermelho é feita a carne e que densidade e força
expressiva também nascem da delicadeza.
trilha
sonora: Daniel Dias e Nelson Pinton Filho iluminação: André
Prado figurino: Orlando Dantas fotografia: Cris Lyra
_Diálogo
entre artistas dias 2 e 6/6 -
quarta e domingo às 17h30 Intervenção
de Dança e Música - Tríptico
com: Érica Tessarolo, Daniel Dias e Nelson Pinton Filho Nesta
intervenção as vidraças do CCSP são enxergadas como
possibilidade de enquadramento para a configuração de um tríptico.
Um contra-baixista acústico, um acordeonista e uma bailarina se colocam
lado a lado, como três momentos distintos de um único assunto.
Sala Adoniran Barbosa - Piso Superior
2
a 6/6 quarta a domingo, às 21h Sala Jardel Filho (324 lugares)
(70min, não recomendado para menores de 12 anos)
Dos
primórdios da humanidade até o cotidiano moderno, diversas situações
envolvendo poder, cooperação, conquistas e superação,
servem de base para uma reflexão sobre as relações do homem
com seu meio. Utilizando a cronologia da espécie humana como matéria-prima,
o espetáculo O Animal na Sala pretende instigar o questionamento de como
o homem tem lidado consigo mesmo enquanto parte do habitat.
dramaturgia:
Paulo Rogério Lopes e Renata Melo intérpretes-criadores: Bel
Mucci, Natália Presser e Ziza Brisola direção de arte:
Renato Bolelli Rebouças assistente de arte: Vivianne Kiritani desenho
de luz: Miló Martins assistente de iluminação: Danilo
Martins criação de trilha sonora: Claudia Dorei direção
de produção: Ziza Brisola produção: Claudia Burbulhan
e Wilson Canhas criação e execução do projeto:
Companhia Linhas Aéreas
_Diálogo
com o CCSP/espaço dentro e fora dia
30/4 Pipocando Intervenção e Reflexão
com: Linhas Aéreas e Casadalapa A proposta é criar um pequeno
ciclo criativo e reflexivo. Realizar uma ação artística,
uma conversa aberta com exposição de material em vídeo de
trabalhos dos grupos e, a partir dos resultados destes e somadas as trajetórias
envolvidas, produzir um texto final para publicação. Neste mini-processo
pretende-se condensar algumas das possibilidades de diálogos artístico-sensoriais
onde corpo e imagem poderão fundir-se à urbanidade, pessoas, arquitetura
e espectadores. Sexta, das 17h às 18h30 - Ponto de ônibus em
frente ao metrô Vergueiro
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a 12/6 quarta e sexta, às 10h30; quinta e sábado, às
18h30 Percurso interno e externo do CCSP (25min, livre)
Circuitos
é um projeto coreográfico que propõe utilizar características
arquitetônicas de Centros Culturais da cidade de São Paulo para pensar
os seus múltiplos usos. Em um percurso coreográfico que usa a dança
e a corrida, se evidenciam os diferentes espaços destes equipamentos culturais
e seu entorno.
concepção: Clarice
Lima e Marina Guzzo interpretação: Clarice Lima e Patrícia
Bergantin ou Marina Guzzo colaboradores: Jackson Araujo, Renan Costa Lima,
Vitor Cesar e Thelma Bonavita participação especial: 10 bailarinos
a confirmar fotografia: Renan Costa Lima créditos: Projeto contemplado
pelo edital Novos Coreógrafos - Novas Criações: Site Specific
do Centro Cultural São Paulo, 2009 (realização CCSP/SMC)
e pelo prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua, 2009. apoio: Nike
Sportswear e Amapô
_Diálogo
entre projetos e espaços dia 10/6 - quinta às 19h15 ou após a performance
Circuitos
com: Clarisse Lima e Marina Guzzo Partindo da proposta de Circuitos e de alguns
depoimentos do público, realizaremos uma conversa sobre fronteiras: entre
a cidade e um equipamento cultural, entre a dança e a corrida, entre a
performance e o espaço, entre a experiência poética e a experiência
sinestésica. Piso Flávio de Carvalho
9
a 13/6 quarta a domingo, às 21h Sala Jardel Filho (324 lugares)
(50min, não recomendado para menores de 16 anos)
Violetas
murchas, ou qualquer coisa que a senhora quiser continua a investigação
iniciada com Um lugar de Sarah... 2007 de um movimento capaz de pluralizar
as possibilidades do olhar. Um movimento entre contenção e extravasamento
na busca pelo instante em que a solidez das coisas é suspensa e todos os
arranjos se tornam possíveis.
intérpretes-criadores:
Tatiana Guimarães, Luciana Paes, Guilherme Jorge e Sônia Lopes Soares
educação somática e professor técnica Gaga: Rodrigo
Vieira cenografia: Valdy Lopes Jn iluminação: Lucia Checieck
figurino e projeto gráfico: Adriana Hitomi trilha sonora: Erico Theobaldo
produção: Cia Viga fotos: Fernando Pião gestão
cultural: Doble Cultura + Social créditos: Projeto contemplado pelo
VII Fomento à Dança da Cidade de São Paulo apoio: Viga
Espaço Cênico
Diálogo
(evento fechado para professores) dia 7/5 - sexta às 14h40 Diálogo
entre o CCSP/DACE A Cia. Viga participa
do encontro de professores do Projeto Escola em Cena, organizado do FDE no CCSP,
atuando como mediador em dança e representante do projeto Semanas de Dança
- Diálogos. Sala Jardel Filho
9
a 20/6 quarta a domingo, às 19h Espaço Cênico Ademar
Guerra (100 lugares) (45min, não recomendado para menores de 14 anos)
WE
CAGE (estreia em São Paulo)
PIP Pesquisa em Dança diretora e coreógrafa: Carmen Jorge
WE
CAGE partiu de estudos da obra Variations V, de John Cage (compositor) e Merce
Cunningham (coreógrafo). A obra de 1965 é considerada a primeira
da história que uniu dança e tecnologia. Movimentos dos bailarinos
aliados aos aparatos tecnológicos da época resultavam na manipulação
de luz e som. A PIP propõe uma atualização dessas relações
num contexto em que coloca o corpo na experiência do movimento considerando
o risco como estética. Utiliza softwares atuais, sorteios e jogos oportunizando
o acaso como ferramenta para a construção, controle e perda de controle
da coreografia, sons e imagens.
elenco/pesquisa
de movimento: Mariana Batista, Viviane Mortean e Isabela Schwab estagiária:
Rose Mara Silva maestro, compositor, músico e programador do software
MAX MSP: Gilson Fukushima compositor, músico e programador do software
LIVE: Vadeco artista visual, programador de novas mídias e VJ: Jim
instalação cenográfica: Carmen Jorge cenotécnico:
Bira Paes design de luz: Waldo Léon design gráfico: Adriana
Alegria fotografias: Elenize Dezgeniski assessoria de imprensa Curitiba:
Emanuella Kalil produção: Arco Produções Artísticas
Ltda. assistente de produção: Bia Reiner crédito:
Este espetáculo foi contemplado pelo Prêmio FUNARTE Klauss Vianna
2009.
Workshop dança e tecnologia Diálogo
entre artistas com: Alex Soares e PIP Pesquisa em Dança A PIP
Pesquisa em Dança e Alex Soares convidam jovens, artistas, grupos e pessoas
interessadas na inserção dança e tecnologia para uma sessão
aberta e experimental no Porão do CCSP. Traga sua ideia, imagem, som ou
dispositivo tecnológico para uma experiência que envolve movimento
e tecnologia.(20 vagas e aberto ao público em geral para visitação)
- inscrições: 1/6 a 12/6. Os
interessados deverão comparecer ao local e preencher ficha de inscrição
na hora - período: dia 19/6, sábado, das 11h às 14h
Espaço Cênico Ademar Guerra
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a 20/6 quarta a domingo, às 20h Sala Paulo Emilio Salles Gomes
(100 lugares) (40min, livre)
Paralaxe de Paranóias
(estreia) foto: Cassiano Grandi
Projeto
Mov'ola direção e cocriadores: Alex Soares e Cecília
Meirelles
Paralaxe de Paranóias
explora conceitos e questões psicológicas inerentes à sociedade
atual por meio do encontro entre arte e tecnologia. De acordo com interferências
externas e internas, questiono como o delírio crônico está
associado à alterações de percepção.
idealização:
Alex Soares intérpretes-criadores: Wody Santana, Paula Zonzini, Natalia
Fernandes, Natacha Takahashi, Leonardo Polato, Fernanda Bueno e Antonio Marques
ambientação cênica, sonora e visual: Alex Soares figurinos
e fotografia: Cassiano Grandi agradecimentos: Una Consultoria Imobiliária,
Allegra Studio Pilates e Cooperativa Paulista de Dança
_Diálogo
com o CCSP/espaço dentro e fora
A proposta do Projeto Mov'ola é a criação e integração
multimídia em dança contemporânea. Para isso, será
projetado nas áreas comuns do Centro Cultural São Paulo alguns personagens
presentes em Paralaxe de Paranóias, em lugares e horários diferentes,
nas superfícies envidraçadas do CCSP, trazendo a instigante perspectiva
daquilo ou daqueles que já não existem mais nesses espaços.
18 e 19/6
sexta, às 18h e às 20h; sábado, às 18h
Piso Caio Graco - livre circulação (30min, livre)
Centímetros decibéis
é um trabalho fundamentado na medição do espaço físico
como estratégia para medir o tempo, ressignificando as possíveis
relações de um corpo que se desloca num determinado tempo/espaço
com o intuito de gerar, no observador, um olhar sensível que perceba a
poética da presença, do instante, do transitivo. Centímetros
decibéis propõe uma conexão, quem sabe indissociável,
entre o corpo, o tempo, o espaço e a linguagem sonora visando uma "poesia-corpo-visual-sonora".
concepção,
criação e intepretação: Lua Tatit trilha sonora
original e instalação audiofônica: Dudu Tsuda figurino:
Tatiana Spindel estágio em produção de trilha sonora:
Rafael Zenorini produção: Lua Tatit
_Diálogo entre projetos dia 19/6 às
19h Palestra sobre Experiências e Percepção
do Espaço com: Amilcar Packer
Com o lançamento da 2a. edição do edital Novos Coreógrafos
- Novas Criações: Site Specific, a curadoria de dança convida
Amilcar para explorar o espaço do CCSP com os interessados. Nesta conversa
itinerante, mais do que contar sobre seus trabalhos ou formas de criar site specific,
o artista propõe uma reflexão sobre o espaço do CCSP, associando
ideias de corpo, tempo, lugar e objeto. Piso Caio Graco - Sala Zero
16,
17 e 18/6 quarta a sexta, às 17h Vão do Espaço Administrativo
(40min, livre)
Cia.
Cênica Nau de Ícaros direção: Erica Rodrigues
Apresentação do processo criativo do novo espetáculo da Nau
de Ícaros, Tirando os Pés do Chão, pressupõe uma contribuição
do público de duas formas: a partir de uma entrevista, a respeito do amor
e suas manifestações físicas e sensoriais, realizada anteriormente
à performance; e também da vivência de como este tema se relaciona
à experiência de tirar os pés do chão. Nesta intervenção,
na área administrativa do CCSP, as ações ressignificam o
espaço criando possíveis diálogos entre o público
e os funcionários.
codireção:
Marco Vettore elenco: Álvaro José Lobão de Barcellos,
Beatriz Evrard, Celso Reeks Pereira Padilha, Erica Rodrigues Faria, Letícia
Doretto Gonçalves e Marco Vettore trilha sonora: Nau de Ícaros
créditos: SESC São Paulo
16
a 20/6 quarta a domingo, às 21h Sala Jardel Filho (324 lugares)
(50min, não recomendado para menores de 14 anos)
Cia.
Fragmento de Dança coreografia e direção: Vanessa Macedo
Esta
pesquisa teve início em Corpos Frágeis, espetáculo em que
a Cia. Fragmento se inspirou na vida e obra de nove mulheres, dentre as quais
estava Virginia Woolf. Anjos Negros busca nas personagens femininas de Virginia
metáforas para sua inadequação social na era vitoriana. Mulheres
de sua família e amizades íntimas inspiram suas protagonistas. É
sem perder de vista esta relação vida e obra, que refletimos sobre
a escritora - sua sensibilidade, a discussão sobre o feminino, as crises
mentais que culminam no suicídio.
elenco:
Érica Tessarolo, Jéssica Moretto ou Priscila Lima e Vanessa Macedo
artistas convidados: Alexandre Magno, Angela Nolf e Lúcia Romano pesquisa:
Cia. Fragmento de Dança - Carolina Minozzi, Danilo Firmo, Érica
Tessarolo, Jéssica Moretto, Maercio Maia, Orlando Dantas, Patrícia
Árabe, Priscila Lima e Vanessa Macedo desenho de luz: André
Prado operação de luz: André Prado ou Adson Costa
trilha sonora: Gustavo Domingues figurino e cenário: Nani Brisque
fotos: Cris Lyra programação visual: Érica Tessarolo
produção executiva: Orlando Dantas e Camila Bronizeski
créditos: Projeto realizado com o apoio do Governo do Estado de São
Paulo, Secretaria de Estado Cultura - Programa de Ação Cultural
- 2009 agradecimentos: Kasulo Espaço de Cultura e Arte e Cia. Borelli
de Dança realização: Cooperativa Paulista de Teatro
_Diálogo
entre artistas Workshop
de dança contemporânea com: Vanessa Macedo e Cia. Fragmento de Dança Este workshop faz
parte do espetáculo Anjos Negros, que integra o programa Semanas de Dança
- Diálogos. (40 vagas) - inscrições: de 21/5 até 10/6,
preencher ficha de inscrição, incluir minicurrículo e carta
de interesse e enviar para o e-mail ciafragmento@gmail.com - público: bailarinos,
atores, estudantes de artes e pessoas interessadas em conhecer o processo da Companhia,
a partir de 16 anos - seleção: a lista será divulgada no
dia 15/6 no site www.centrocultural.sp.gov.br período: 17 a 20/6,
quinta a domingo, das 16h às 19h - Sala Jardel Filho
Atividades
paralelas
dia 15/5-
sábado das 23h às
11h Virada Cultural - Gafieira e Milonga no CCSP
A Sala Adoniran Barbosa transforma-se em um grande salão de baile - tradicional
e contemporâneo - da Virada Cultural apresentando os mais apaixonantes e
sofisticados ritmos do universo da Dança de Salão: o samba de gafieira
e o tango.
dia 19/6 - sábado
às 19h Palestra: Experiências e Percepção
do Espaço Lançamento
do Edital Novos Coreógrafos- Novas Criações: Site Specific
2010 Palestrante convidado: Amilcar Packer Piso Caio Graco - Entrada franca
(não é necessário retirar ingressos) - Sala Zero
Participação
Livre EI! Encontro de Improvisação
- Coletivos 2010 foto: Gil Grossi - veja
outras fotos
EI! Encontro de Improvisação
é um projeto de improvisação interdisciplinar com participação
aberta a artistas e não artistas. As sessões serão conduzidas
por um coletivo de artistas que irão compartilhar suas ferramentas e propor
dinâmicas em dança, música, circo, teatro e outras artes.
O projeto propõe a interação do espaço com o público
em propostas e desafios que se renovam a cada encontro, possibilitando trocas
e experimentações artísticas. O EI! 2010 será
documentado pela curadoria interdisciplinar para acervo e pesquisa. Coletivos
convidados: Abril/2010 - Companhia Linhas Aéreas (circo, dança,
teatro e intervenções) Maio/2010 - J.Gar.Cia. (jogos de dança
e teatro) Junho/2010 - Cia. Inadequada (jogos de composição
em teatro-dança) Todas as quartas, das 18h às 19h30 - Entrada
franca (não é necessário retirar ingressos) - Sala Adoniran
Barbosa (300 lugares)