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Sala
Paissandu - entrada franca
e
s t r é i a s
de
3 a 6/7
Parangolés
(60min)
Contemplado pelo Programa Municipal de Fomento
à Dança
grupo: Cia Mariana Muniz de Teatro e Dança
- concepção e direção:
Mariana Muniz - assistente de direção:
Cláudio Gimenez - bailarinos-intérpretes:
Bárbara Faustino, Danielli Mendes, Mariana
Muniz, Ronaldo Silva, Thais Ushirobira, Thalita
Souza - professores convidados: Acácio
Vallim, Carlos Avelino, Toninho Macedo, Valéria
Cano - vídeos: Osmar Zampieri
O espetáculo cruza o conceito de Parangolé
- espécie de capa/estrutura que, ao abrigar
e integrar os corpos, mostra suas cores, formas,
texturas e grafismos -, na obra do artista plástico
Hélio Oiticica, com a dança contemporânea.
Quinta
a sábado, às 20h; domingo, às
19h - Entrada franca (a bilheteria abre com uma
hora de antecedência) - Sala Paissandu (136
lugares)

de
10 a 20/7
O
retorno do cavaleiro
com: Grupo de Terça - concepção
e direção: Diogo Granato, sob texto
de Frank Miller - intérpretes: Antonio
Miano, Cristina Sverzuti, Flavio Falcone, Gabriela
Caraffa, Maria Carolina, Nathalia Catharina e
Jeronimo Bittencourt - cenografia e vídeos:
Ana Turra - luz: Marcelo Esteves - figurinos:
Diogo Granato - preparação corporal
e coreografia: Diogo Granato - trilha sonora:
Natalia Mallo
Com uma narrativa intercalada pela dança
e outras formas de expressão não
verbal, O Retorno do Cavaleiro narra a volta de
Batman, após 10 anos fora da cena criminal
de Gothan City. O homem morcego está agora
com 40 anos e passa por uma crise profunda: seu
afastamento fez com que a cidade se tornasse ainda
mais violenta e crimes mais hediondos fossem cometidos.
Através do universo dos quadrinhos, com
uma trama repleta de tele-jornalistas, paparazzis,
vilões - Coringa e Duas-Caras sobretudo
- e muita gente comum atormentada de alguma forma,
Diogo Granato pretende, de forma divertida, levar
à reflexão sobre questões
atuais do nosso universo. Refletindo-se nas personagens,
o espectador pondera sobre a própria condição
humana.
Quintas,
sextas e sábados, às 20h; domingos,
às 19h - Entrada franca (a bilheteria abre
com uma hora de antecedência) - Sala Paissandu
(136 lugares)

de
24 a 27/7
Modos
de dançar
com: Dudube Herrmann
Bailarina, professora, coreógrafa e diretora
Dudude Herrmann traz a São Paulo, neste
trabalho, dois solos - "Às voltas
com o dançar" e "Pedaço
de uma lembrança" - e um vídeo
- Perigos da Dança/Parlatórios -,
em parceria com Marcelo Kraiser e com a participação
da Benvinda Cia. de Dança.
Às voltas com o dançar
concepção e Interpretação:
Dudude Herrmann - músico: Fred Herrmann
(violão acústico)
O trabalho constrói um estado de dança
onde, mesmo no imóvel, existe movimento,
fonte inesgotável de descobertas sobre
coisas inusitadamente simples. A palavra abre
uma conexão com a imagem, prepara o campo
e, assim, o espaço traz a música
e compartilha com o movimento. Nesta somatória
de eventos, aparece a dança.
Pedaço de uma lembrança
composição instantânea: Dudude
Herrmann - música: concerto para Trompete
e Orquestra de Haydn - iluminação:
Bruno Rodrigues
Releitura de um trabalho coreográfico de
Graciela Figueroa, para o Grupo Trans-Forma, em
1976, "Pedaço de uma Lembrança"
estreou no Festival '1,2 na Dança' em outubro
de 2004, com o intuito de homenagear Marilene
Martins. Apoiada na memória do Grupo Trans-Forma
nos idos anos 70, Dudude Herrmann revisita este
lugar da lembrança com o corpo de hoje,
admitindo o registro guardado neste corpo impregnado
e construído através da memória.
Uma aventura fascinante aos olhos da artista -
escutar os ecos da atemporalidade de um determinado
momento.
Perigos da dança/parlatórios - vídeo
concepção/video: Marcelo Kraiser
- interpretes: Dudude Herrmann,Silvana Lopes,
Heloisa Domingues, Marise Dinis - captação
de imagens: Marcelo Kraiser e Julia Panades
Perigos da Dança traz Dudude Herrmann como
intérprete, adquirindo um discurso que
atravessa a vida ordinária e seus pré-conceitos,
uma questão comum na sensação
da utilidade da arte. Propositalmente, a ampliação
deste discurso para o campo da vida é feita
partindo da particularidade de um lugar de dança.
O trabalho inclui os "Parlatórios"
de Dudude Herrmann, talvez um devaneio ou um desvario
de realidades que abre indagações
sobre questões da criação,
colaboração, improvisação
e a ação do fazer aqui agora.
Quinta
a sábado, às 20h, domingo, às
19h - Entrada franca (a bilheteria abre com uma
hora de antecedência) - Sala Paissandu (136
lugares)

de
31/7 a 10/8
Fronteiras
móveis
Contemplado pelo Programa Municipal de Fomento
à Dança
com: Núcleo Artérias - concepção
e direção: Adriana Grechi - criação
e performance: Karina Ka, Lua Tatit, Tatiana Melitello
- trilha sonora e performance: Dudu Tsuda - vídeo
criação e performance: Rodrigo Gontijo
- iluminação: Décio Filho
- montagem de luz: Manuel de Oliveira - cenografia:
Núcleo Artérias - figurino: Núcleo
Artérias - foto: Rodrigo Gontijo e Gil
Grossi - produção executiva: Amaury
Cacciacarro Filho
Fronteiras Móveis discute medo, violência
e insegurança no mundo contemporâneo
sob a perspectiva de que estes grandes problemas
atuais nós mesmos provocamos.
Como cada um lida, reage, provoca e se modifica?
Qual a diferença entre estar em cena e
estar no mundo? E quais as fronteiras entre real
e imaginário no corpo?
Em diversas ações corporais os performers
lidam com focos de atenção simultâneos,
provocando sucessivas instabilidades no corpo,
investigando assim uma lógica instável
para o movimento, repleta de oposições
e tensões, onde cada um tenta exercer controle
sobre o que não é possível
controlar. As imagens em vídeo captadas
e manipuladas (re-significadas) em tempo real
exercem o papel de vigilância e criam ao
mesmo tempo novos problemas para os performers:
como controlar a própria visibilidade?
Fronteiras Móveis lida com instabilidade,
violência e medo sob a perspectiva da ambivalência,
idéia presente no livro "Medo Líquido",
do sociólogo e pensador Zygmunt Bauman.
A ambivalência no mundo "líquido",
instável, onde cada um ao mesmo tempo,
exerce o papel de caça e caçador,
oscilando entre a possibilidade de fuga e a de
agressão.
(50min)
- quinta a sábado, às 20h; domingo,
às 19h - Entrada franca (a bilheteria abre
com uma hora de antecedência) - Sala Paissandu
(136 lugares)
Informações: 3331-8399 (segunda
a sexta, das 9h às 18h, sábado e
domingo,
das 13h às 20h.
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