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    Galeria Olido - dança - programação de julho de 2008
       Av. São João, 473 - CEP 01035-000 - fone: 3397-0000 (produção: Sulla Andreato; programação: Clara Lobo) - Centro - São Paulo - SP
 
Sala Paissandu - entrada franca

e s t r é i a s

de 3 a 6/7
Parangolés

(60min)
Contemplado pelo Programa Municipal de Fomento à Dança
grupo: Cia Mariana Muniz de Teatro e Dança - concepção e direção: Mariana Muniz - assistente de direção: Cláudio Gimenez - bailarinos-intérpretes: Bárbara Faustino, Danielli Mendes, Mariana Muniz, Ronaldo Silva, Thais Ushirobira, Thalita Souza - professores convidados: Acácio Vallim, Carlos Avelino, Toninho Macedo, Valéria Cano - vídeos: Osmar Zampieri
O espetáculo cruza o conceito de Parangolé - espécie de capa/estrutura que, ao abrigar e integrar os corpos, mostra suas cores, formas, texturas e grafismos -, na obra do artista plástico Hélio Oiticica, com a dança contemporânea.
Quinta a sábado, às 20h; domingo, às 19h - Entrada franca (a bilheteria abre com uma hora de antecedência) - Sala Paissandu (136 lugares)

de 10 a 20/7
O retorno do cavaleiro

com: Grupo de Terça - concepção e direção: Diogo Granato, sob texto de Frank Miller - intérpretes: Antonio Miano, Cristina Sverzuti, Flavio Falcone, Gabriela Caraffa, Maria Carolina, Nathalia Catharina e Jeronimo Bittencourt - cenografia e vídeos: Ana Turra - luz: Marcelo Esteves - figurinos: Diogo Granato - preparação corporal e coreografia: Diogo Granato - trilha sonora: Natalia Mallo
Com uma narrativa intercalada pela dança e outras formas de expressão não verbal, O Retorno do Cavaleiro narra a volta de Batman, após 10 anos fora da cena criminal de Gothan City. O homem morcego está agora com 40 anos e passa por uma crise profunda: seu afastamento fez com que a cidade se tornasse ainda mais violenta e crimes mais hediondos fossem cometidos. Através do universo dos quadrinhos, com uma trama repleta de tele-jornalistas, paparazzis, vilões - Coringa e Duas-Caras sobretudo - e muita gente comum atormentada de alguma forma, Diogo Granato pretende, de forma divertida, levar à reflexão sobre questões atuais do nosso universo. Refletindo-se nas personagens, o espectador pondera sobre a própria condição humana.
Quintas, sextas e sábados, às 20h; domingos, às 19h - Entrada franca (a bilheteria abre com uma hora de antecedência) - Sala Paissandu (136 lugares)

de 24 a 27/7
Modos de dançar

com: Dudube Herrmann
Bailarina, professora, coreógrafa e diretora Dudude Herrmann traz a São Paulo, neste trabalho, dois solos - "Às voltas com o dançar" e "Pedaço de uma lembrança" - e um vídeo - Perigos da Dança/Parlatórios -, em parceria com Marcelo Kraiser e com a participação da Benvinda Cia. de Dança.
Às voltas com o dançar
concepção e Interpretação: Dudude Herrmann - músico: Fred Herrmann (violão acústico)
O trabalho constrói um estado de dança onde, mesmo no imóvel, existe movimento, fonte inesgotável de descobertas sobre coisas inusitadamente simples. A palavra abre uma conexão com a imagem, prepara o campo e, assim, o espaço traz a música e compartilha com o movimento. Nesta somatória de eventos, aparece a dança.
Pedaço de uma lembrança
composição instantânea: Dudude Herrmann - música: concerto para Trompete e Orquestra de Haydn - iluminação: Bruno Rodrigues
Releitura de um trabalho coreográfico de Graciela Figueroa, para o Grupo Trans-Forma, em 1976, "Pedaço de uma Lembrança" estreou no Festival '1,2 na Dança' em outubro de 2004, com o intuito de homenagear Marilene Martins. Apoiada na memória do Grupo Trans-Forma nos idos anos 70, Dudude Herrmann revisita este lugar da lembrança com o corpo de hoje, admitindo o registro guardado neste corpo impregnado e construído através da memória. Uma aventura fascinante aos olhos da artista - escutar os ecos da atemporalidade de um determinado momento.
Perigos da dança/parlatórios - vídeo
concepção/video: Marcelo Kraiser - interpretes: Dudude Herrmann,Silvana Lopes, Heloisa Domingues, Marise Dinis - captação de imagens: Marcelo Kraiser e Julia Panades
Perigos da Dança traz Dudude Herrmann como intérprete, adquirindo um discurso que atravessa a vida ordinária e seus pré-conceitos, uma questão comum na sensação da utilidade da arte. Propositalmente, a ampliação deste discurso para o campo da vida é feita partindo da particularidade de um lugar de dança. O trabalho inclui os "Parlatórios" de Dudude Herrmann, talvez um devaneio ou um desvario de realidades que abre indagações sobre questões da criação, colaboração, improvisação e a ação do fazer aqui agora.
Quinta a sábado, às 20h, domingo, às 19h - Entrada franca (a bilheteria abre com uma hora de antecedência) - Sala Paissandu (136 lugares)

de 31/7 a 10/8
Fronteiras móveis

Contemplado pelo Programa Municipal de Fomento à Dança
com: Núcleo Artérias - concepção e direção: Adriana Grechi - criação e performance: Karina Ka, Lua Tatit, Tatiana Melitello - trilha sonora e performance: Dudu Tsuda - vídeo criação e performance: Rodrigo Gontijo - iluminação: Décio Filho - montagem de luz: Manuel de Oliveira - cenografia: Núcleo Artérias - figurino: Núcleo Artérias - foto: Rodrigo Gontijo e Gil Grossi - produção executiva: Amaury Cacciacarro Filho
Fronteiras Móveis discute medo, violência e insegurança no mundo contemporâneo sob a perspectiva de que estes grandes problemas atuais nós mesmos provocamos.
Como cada um lida, reage, provoca e se modifica? Qual a diferença entre estar em cena e estar no mundo? E quais as fronteiras entre real e imaginário no corpo?
Em diversas ações corporais os performers lidam com focos de atenção simultâneos, provocando sucessivas instabilidades no corpo, investigando assim uma lógica instável para o movimento, repleta de oposições e tensões, onde cada um tenta exercer controle sobre o que não é possível controlar. As imagens em vídeo captadas e manipuladas (re-significadas) em tempo real exercem o papel de vigilância e criam ao mesmo tempo novos problemas para os performers: como controlar a própria visibilidade?
Fronteiras Móveis lida com instabilidade, violência e medo sob a perspectiva da ambivalência, idéia presente no livro "Medo Líquido", do sociólogo e pensador Zygmunt Bauman. A ambivalência no mundo "líquido", instável, onde cada um ao mesmo tempo, exerce o papel de caça e caçador, oscilando entre a possibilidade de fuga e a de agressão.
(50min) - quinta a sábado, às 20h; domingo, às 19h - Entrada franca (a bilheteria abre com uma hora de antecedência) - Sala Paissandu (136 lugares)


Informações: 3331-8399 (segunda a sexta, das 9h às 18h, sábado e domingo,
das 13h às 20h.

 

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Pouco banheiro - Guia da Folha, 18/5.
Braille - jornal Estado de São Paulo, 17/3.
Reforma do CCSP prioriza acessibilidade - Diário Oficial, 11/4
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