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  • Projeto Missão de Pesquisas Folclóricas 1938-2015 Projeto Missão de Pesquisas Folclóricas 1938-2015

 

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL

Projeto Missão de Pesquisas Folclóricas 1938-2015

Em outubro, o Centro Cultural São Paulo inicia uma ampla programação em torno do acervo da Missão de Pesquisas Folclóricas, reunido no primeiro semestre de 1938. A partir da exposição Medo, Fascínio e Repressão no Acervo da Missão de Pesquisas Folclóricas 1938-2015, proposta pela Divisão de Ação Cultural e Educativa, articulam-se um seminário temático, um curso de formação e oficinas para educadores acerca das religiões de matriz africana no Brasil, além de programações em diversas linguagens artísticas. No ano que marca os 80 anos da Discoteca Oneyda Alvarenga e os 70 anos do falecimento de Mário de Andrade, o CCSP faz um elogio às diferenças étnico-raciais, culturais e religiosas que, afinal, compõem o Brasil imaginado por Mário de Andrade e seus parceiros no Departamento Municipal de Cultura.

veja também Conheça o hotsite da Missão de Pesquisas Folclóricas

Exposição
Medo, Fascínio e Repressão na Missão de Pesquisas Folclóricas 1938-2015

de 17/10/2015 a 6/3/2016
O CCSP possui uma das coleções de objetos etnográficos mais representativas da cultura afro-brasileira religiosa do País. É no Acervo da Missão de Pesquisas Folclóricas – cujo mentor foi Mário de Andrade, em colaboração com Oneyda Alvarenga e Dina Lévi Strauss – que estão reunidas referências significativas da arte sacra de matriz africana originalmente pertencentes às casas de cultos afro-brasileiros. Esta exposição, bem como a programação que a acompanha, permite pensar a intolerância religiosa histórica no País e contribui para a construção de uma sociedade que respeite sua própria pluralidade.

abertura: dia 17/10, sábado, das 15h às 18h30 (haverá homenagem a Mário de Andrade com o ator Pascoal da Conceição e o pianista Eduardo Santangelo)
terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h - livre - Piso Flávio de Carvalho
grátis - sem necessidade de retirada de ingressos

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Shows

A Barca
dia 17/10 - sábado - 19h

A Barca faz show focando o acervo da Missão de Pesquisas Folclóricas, que serviu de objeto de pesquisa e recriação para o grupo no início de sua formação. Neste show, que contará com projeções tanto do acervo da Missão como do acervo da Barca, o público é convidado a uma viagem pela cultura popular brasileira.

90min - livre - Sala Adoniran Barbosa (622 lugares)
grátis - a bilheteria será aberta duas horas antes do início do espetáculo para a retirada de ingressos - os ingressos não estarão disponíveis pela internet - cada pessoa poderá retirar até 2 ingressos

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Juçara Marçal e Cadu Tenório
Anganga

dia 22/10 - quinta - 20h30

A cantora Juçara Marçal e o músico e experimentador carioca Cadu Tenório lançam disco com registros atuais de vissungos, cantos de trabalho recolhidos por Aires da Mata Machado Filho, e cantos do Congado mineiro. A proposta de Anganga, entidade suprema do povo banto, é reinterpretar os vissungos com a utilização de sonoridades abstratas provenientes da “música de ruídos” (noise) e de timbres extraídos de instrumentos e objetos reprocessados, que se misturam com a voz potente e múltipla de Juçara.

60min - livre - Sala Jardel Filho (321 lugares)
grátis - a bilheteria será aberta duas horas antes do início do show para a retirada de ingressos - os ingressos não estarão disponíveis pela internet - cada pessoa poderá retirar até 2 ingressos

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Elo da Corrente apresenta: Missão de Pesquisas Folclóricas
dia 29/10 - quinta - 20h30

O grupo de rap traz um show inteiramente baseado no acervo da Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade, recriando o material recolhido durante a viagem pelo Norte e Nordeste do Brasil, em 1938, que inclui música de raíz, sonoridades de cunho religioso, crendices populares, folclore, entre outras manifestações.

90min - livre - Sala Adoniran Barbosa (622 lugares)
grátis - a bilheteria será aberta duas horas antes do início do show para a retirada de ingressos - os ingressos não estarão disponíveis pela internet - cada pessoa poderá retirar até 2 ingressos

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Seminário
Missão de Pesquisas Folclóricas 1938-2015

de 20 a 23/10
Em oito mesas de debate, com a participação de especialistas de diversas áreas, o seminário tem como objetivo perceber e discutir o acervo Missão de Pesquisas Folclóricas a partir de diversos aspectos, abordando desde questões patrimoniais e de conservação e extroversão de acervos – como tratamento de documentos, digitalização, bancos de dados, publicações – até recortes que se aprofundarão em práticas artísticas e sociais, tais como afrossacralidades, danças populares, sonoridades e a própria criminalização e repressão das religiões de matriz africana no Brasil.

terça a sexta, das 10h às 13h e das 14h30 às 17h30 - 16 anos - Sala Adoniran Barbosa (600 vagas)
inscrições encerradas - seleção: por ordem de recebimento de inscrições. A lista dos selecionados será divulgada nesta página a partir do dia 16/10

selecionados Selecionados

vídeo Haverá transmissão ao vivo das mesas do período da tarde no +CCSP

observação Será oferecido certificado de participação para aqueles que acompanharem, no mínimo, seis mesas do seminário.

observação O certificado de participação será enviado por e-mail num prazo de até três meses após o seminário.

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Mesa 1
O projeto da Missão: conhecimento e extroversão do acervo do CCSP

dia 20/10 - terça - das 10h às 13h
Apresenta como profissionais e equipes que passaram pelo CCSP implementaram diferentes estratégias de divulgação da coleção Missão de Pesquisas Folclóricas. Os participantes debatem pesquisas, tratamento da documentação, digitalização, publicações, exposições, páginas virtuais e tombamento assinalando para a importância de extroverter o acervo.
com: Glaucia Merces Amaral de Souza (curadora independente que atuou no CCSP), José Eduardo Azevedo (sociólogo/SMC), José Saia Neto (pesquisador/IPHAN) e Vera Lúcia Cardim de Cerqueira (socióloga/SMC) - mediação: Maria Adelaide Nascimento Pontes (curadora de Artes Visuais/CCSP)

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Mesa 2
A Missão em Pernambuco e o Museu da Abolição

dia 20/10 - terça - das 14h30 às 17h30
O Museu da Abolição (MAB) em Pernambuco, criado em 1957, está desenvolvendo projetos de reforma e restauro do edifício que ocupa, um casarão do século XIX de estilo neoclássico, e programa uma grande exposição de longa duração para sua abertura pós-reforma. A parceria entre o MAB e o CCSP permite discutir a produtividade e a riqueza da economia cultural dos dois estados, das duas instituições, na medida em que retoma o trajeto da Missão de Pesquisas pelo Estado nordestino.
com: Flávio Pereira do Amaral (museólogo/UFPE), Maria Elizabete Arruda de Assis (diretora do Museu da Abolição-PE), Rafael Sanzio Araujo dos Santos (professor da UNB) e Renato Monteiro Athias (docente/UFPE) - mediação: Nilza da Silva Mantovani (conservadora da Coleção Missão de Pesquisas Folclóricas/CCSP)

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Mesa 3
Criminalização e cultura religiosa de matriz africana

dia 21/10 - quarta - das 10h às 13h
O preconceito e a perseguição contra as manifestações culturais e religiosas de matriz africana vêm ocorrendo em território brasileiro desde o século 16. Apesar disso, surpreende a resistência das antigas e atuais religiões afro-brasileiras. Propõe-se, assim, discutir a criminalização e a repressão no passado e no presente, não raro movidas pelo Estado e o papel de resistência religiosa e política das famílias de santo no combate ao racismo e à intolerância religiosa.
com: Luis Felipe Rios do Nascimento (docente/UFPE), Rodinei William Eugênio (antropólogo/PUC e babalorixá), Rosalira dos Santos Oliveira (antropóloga/FUNDAJ) e Zuleica Dantas Pereira Campos (docente/UNICAP) - mediação: José Pedro da Silva Neto (Membro do Núcleo de Relações Raciais, Memória, Identidade e Imaginário/PUC)

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Mesa 4
Sons e vozes da Missão de Pesquisas Folclóricas

dia 21/10 - quarta - das 14h30 às 17h30
Os objetivos iniciais da Missão de Pesquisas Folclóricas eram conhecer e registrar, por meio de filme, fotografia, gravações sonoras e cadernetas de campo, a cultura musical e as danças populares do Norte e do Nordeste. Quais foram os sons, as vozes e as músicas que a Missão descobriu e guardou? Por que os cantares e falares populares eram importantes nos planos da comitiva que saiu de São Paulo em busca do Brasil profundo? Que instrumentos a comitiva encontrou?
com: Alvaro Luiz Ribeiro da Silva Carlini (docente/UFPR), Flávia Camargo Toni (pesquisadora no Instituto de Estudos Brasileiros, orienta na pós-graduação em Musicologia do Departamento de Música (CMU) da Escola de Comunicações e Artes (USP) e no Programa do IEB/USP), Luiza Valentini (antropóloga e membro do Coletivo ASA/USP) e Nilceia Cleide da Silva Baronceli (compositora, trabalhou no CCSP com a Coleção Missão de Pesquisas Folclóricas) - mediação: Dante Pignatari (curador de música/CCSP)

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Mesa 5
Coleção Missão de Pesquisas Folclóricas – Patrimônio da UNESCO

dia 22/10 - quinta - das 10h às 13h
Em 2009 o acervo documental da Missão de Pesquisas Folclóricas tornou-se patrimônio mundial integrando o Programa Memória do Mundo da Unesco. Qual a importância desse reconhecimento e como tal decisão pode inspirar ações-respostas do poder público quanto às novas demandas de patrimonialização de heranças culturais diversas entre os quais terreiros, como os de Santa Bárbara (SP), Ilê Axé Opô Afonjá (BA), e coleções etnográficas, como Perseverança (Alagoas) e Magia Negra (Rio de Janeiro) – a mais antiga tombada pelo IPHAN.
com: Alexandre Fernandes Corrêa (docente/UFRJ), Ana Lúcia Duarte Lanna (presidente do Condephat e docente/FAU-USP), Ulisses Neves Rafael (docente/UFS) e Vagner Gonçalves da Silva (docente/FFLCH-USP) - mediação: Vera Lúcia Cardim (socióloga/SMC)

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Mesa 6
Danças dramáticas para muito além da Missão

dia 22/10 - quinta - das 14h30 às 17h30
São muitas as danças populares no Brasil que mantêm histórico vínculo com os cultos afros. O caso mais emblemático é o maracatu, em Pernambuco, ou o afoxé, na Bahia. A Missão documentou uma série de manifestações e depois dessa ação de descoberta do Brasil outras danças emergiram. Trata-se, portanto, de pensá-las à luz da Missão, mas olhando seus desdobramentos no presente.
com: Martha Rosa Figueira Queiroz (docente/UFRB), Rafael Victor Barbosa Sousa (mestrando/IEB-USP, servidor do Pavilhão das Culturas Brasileiras/SMC). Roberta Cristina de Paula (mestre/FE-Unicamp) e Valéria Alves de Souza (doutoranda/NUMAS-USP) - mediação: Zuleica Dantas Pereira Campos (docente/UNICAP)

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Mesa 7
Arte, experiência social e afrossacralidades

dia 23/10 - sexta - das 10h às 13h
As religiões afro-brasileiras têm uma forte presença estética onde se cruzam diferentes áreas do fazer artístico: música, dança, visualidade. Tal conjunto gerou a categoria “arte afro-brasileira”, útil para pensar uma produção nelas inspiradas. Elementos afrossacros aparecem, inclusive, na correspondência de Mário de Andrade com Roger Bastide e Artur Ramos.
com: Fernanda Arêas Peixoto (docente e membro do Coletivo ASA/USP), Ligia Fonseca Ferreira (docente/Unifesp), Maria Aparecida de Oliveira Lopes (docente/UFSB) e Patrícia Ricardo Globo de Souza (docente/UFSCAR) - mediação: Alexandre Araújo Bispo (diretor da Divisão de Ação Cultural e Educativa/CCSP)

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Mesa 8
Uma missão: muitos sons

dia 23/10 - sexta - das 14h30 às 17h30
Muitas pessoas imaginam que o grupo coordenado por Mário de Andrade tenha feito várias missões, já que o projeto inicial era conhecer o Brasil. Houve apenas uma missão e os registros produzidos e preservados têm inspirado pesquisas, gravações, shows, exposições e publicações revelando a importância desse Acervo para o conhecimento da música e das tradições populares no País. Esses novos produtos culturais dinamizam a circulação dos conteúdos preservados permitindo encontros e diálogos como o desta mesa.
com: Biancamaria Binazzi (produtora cultural projeto Goma Laca), Roque S. de Souza (pesquisador de assuntos culturais/CCSP), Salomão Jovino da Silva (docente/CUFSA) e Walter Garcia da Silveira Júnior (docente/IEB-USP) - mediação: Juliano Gentile (curador de música/CCSP)

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Formação de professores
Missão de Pesquisas Folclóricas 1938-2015 (cursos e oficinas)

de 27 a 30/10
A proposta das atividades de formação é oferecer um vocabulário conceitual e algumas ferramentas didático-pedagógicas para os profissionais que necessitam implementar ações educativas a partir da lei nº 10.639/2003 em suas comunidades de ensino formal ou não formal. Diante dos desafios de lidar com conteúdos ligados à diversidade cultural, ao racismo, à intolerância religiosa e à laicidade do Estado, as ações de mediação propostas objetivam apoiar e fortalecer a construção e a circulação de conhecimentos acumulados por pesquisadores, formadores culturais, arte-educadores, professores e outros profissionais ligados à educação pública. Durante quatro manhãs, os participantes terão a oportunidade de entender diferentes aspectos do universo que envolve as religiões afro-brasileiras, mas também as estratégias educativo-culturais de implementação cotidiana desses conteúdos. E, nas atividades oferecidas à tarde, serão convidados a experimentar esse novo vocabulário em vivências artísticas e culturais.

terça a sexta, das 10h às 13h e das 14h30 às 17h30 - 16 anos - diversos espaços do CCSP
inscrições encerradas - seleção: por ordem de recebimento de inscrições

selecionados Selecionados para os cursos

selecionadosSelecionados para as oficinas do módulo I

selecionadosSelecionados para as oficinas do módulo II

selecionadosSelecionados para as oficinas do módulo III

selecionadosSelecionados para as oficinas do módulo IV

observação Será oferecido certificado de participação para aqueles que acompanharem, no mínimo, três cursos. E haverá também certificado para quem participar de cada oficina.

observação Os certificados de participação serão enviados por e-mail num prazo de até três meses após os cursos e oficinas

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Módulo I - Afinal, o que são religiões afro-brasileiras?
dia 27/10 - terça

CURSO
dia 27/10 - terça - 10h
Na primeira parte do curso serão abordadas as noções de sagrado, espiritualidade, religião e ritual. Na segunda parte procura-se apresentar as semelhanças e diferenças entre as religiões afro-brasileiras com foco no candomblé e na umbanda, modalidades de cultos afro amplamente difundidas, mas que normalmente confundem quem não as conhece.
com: Júlia Vilaça Goyatá (Coletivo ASA/USP), que abordará o tema: O sagrado como categoria universal e humana; e Milton Santos Silva (IFCH/Unicamp), que abordará o tema: Diferenças e semelhanças entre o candomblé e a umbanda
180min - 16 anos - Sala Adoniran Barbosa (600 vagas)

OFICINAS

Oficina de bonecas Abayomi
dia 27/10 - terça - 14h30
As integrantes do Coletivo Cafuzas irão compartilhar uma prática de confecção de bonecas Abayomi – palavra que, em iorubá, significa aquele que traz felicidade ou encontro precioso. As Abayomi são bonecas negras feitas com tecido preto e retalhos diversos, à base de nós e amarrações e sem demarcação de olho, nariz ou boca. Existem diferentes narrativas em torno de sua origem, sendo elas relacionadas à diáspora africana.
com: Coletivo Cafuzas (Rosana Borges Silva, Roberta Stein, Daniela Landi Baffi)
180min - 16 anos - Espaço Oficinas (60 vagas)

Ações de mediação: Histórias cruzadas – Caçadoras, coletoras de histórias
dia 27/10 - terça - 14h30
Jogo de composição de narrativas africanas e afro-brasileiras. Criação de um baralho especial a partir de histórias do acervo apresentado na exposição. O jogo consistirá em cruzar essas histórias, numa metáfora do cruzamento das culturas e tradições africanas, europeias e indígenas.
com: Giuliana Maria de Oliveira, Juliana Maria Nascimento Biscalquin, Juliana Thomaz Batista e Luisa Setton
180min - 16 anos - Espaço Missão (40 vagas)

observação Esta atividade integra as ações da 4ª edição do Edital Projetos de Mediação em Arte

Pintando o santo, vestindo os orixás
dia 27/10 - terça - 14h30
Por meio de leitura e de apresentação de objetos simbólicos, pinturas, esculturas e fotografias, a oficina visa a fornecer subsídios que possibilitem a compreensão da arte sacra afrorreligiosa. Terá como enfoque os mitos que informam as características particulares dos orixás, bem como a apresentação descritiva dos aspectos formais, estéticos e funcionais das ferramentas, dos emblemas de mão, dos adereços e de outros paramentos que compõem suas representações e indumentárias rituais.
com: Milton Santos Silva
180min - 16 anos - Anexo da Sala Adoniran Barbosa (30 vagas)

Oficina de turbantes
dia 27/10 - terça - 14h30
A oficina tem como proposta mostrar como os usos dos turbantes e as formas de fazê-los foram e continuam a ser estratégias de resistência das populações afrodescendentes. Será apresentado um breve panorama dos antecedentes e possíveis origens desse adorno de cabeça e seus usos no tempo tanto em contextos africanos quanto afro-brasileiros.
com: Cristiane Alves Avelar
180min, 16 anos - Sala de Ensaio 2 (25 vagas)

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Módulo II - Cartografias de um Brasil africano
dia 28/10 - quarta

CURSO
dia 28/10 - quarta - 10h
A palestra apresenta o quilombo como forma espacial de resistência cultural e direito historicamente adquirido sobre a terra. Noções como identidade cultural ancestral, família intergeracional extensa, solidariedade, redes de sociabilidade e ajuda mútua revelam aspectos fundamentais do modo como as populações quilombolas estabelecem seus padrões singulares de educação e transmissão cultural.
com: Rafael Sanzio Araújo dos Santos (Universidade de Brasília)
180min - 16 anos - Sala Adoniran Barbosa (600 vagas)

OFICINAS

Oficina de bonecas Abayomi
dia 28/10 - quarta - 14h30
As integrantes do Coletivo Cafuzas irão compartilhar uma prática de confecção de bonecas Abayomi – palavra que, em iorubá, significa aquele que traz felicidade ou encontro precioso. As Abayomi são bonecas negras feitas com tecido preto e retalhos diversos, à base de nós e amarrações e sem demarcação de olho, nariz ou boca. Existem diferentes narrativas em torno de sua origem, sendo elas relacionadas à diáspora africana.
com: Rosana Borges Silva, Roberta Stein, Daniela Landi Baffi
180min - 16 anos - Espaço Oficinas (60 vagas)

Ações de mediação: Agricultura urbana, construindo territórios
dia 28/10 - quarta - 14h30
Serão abordados os diferentes usos e propriedades das plantas medicinais, princípios ativos, tipos de terapias, onde encontrá-las e cuidados no seu preparo e sua utilização. E ainda haverá indicação de algumas plantas que podemos ter no quintal, na horta ou mesmo em vasos.
com: Mariana de Toledo Marchesi e Guilherme Borducchi
Horta Comunitária do CCSP (40 vagas)

observação Esta atividade integra as ações da 4ª edição do Edital Projetos de Mediação em Arte

Ações de mediação: Histórias cruzadas – Caçadoras, coletoras de histórias
dia 28/10 - quarta - 14h30
Jogo de composição de narrativas africanas e afro-brasileiras. Criação de um baralho especial a partir de histórias do acervo apresentado na exposição. O jogo consistirá em cruzar essas histórias, numa metáfora do cruzamento das culturas e tradições africanas, europeias e indígenas.
com: Giuliana Maria de Oliveira, Juliana Maria Nascimento Biscalquin, Juliana Thomaz Batista e Luisa Setton
Sala de Ensaio 2 - 40 vagas

observação Esta atividade integra as ações da 4ª edição do Edital Projetos de Mediação em Arte

Danças dos Orixás - A mitologia que o corpo dança
dia 28/10 - quarta - 14h30
A oficina abordará a história de alguns orixás, que estão ligados ao início e o fim da vida. Suas histórias podem ajudar a fomentar ideias novas e criar caminhos para educação.
com: Solange Machado
Sala Adoniran Barbosa (30 vagas)

Oficina de desenho: pequenos objetos mágicos
dia 28/10 - quarta - 14h30
Cada participante irá desenvolver suas habilidades em desenho produzindo um conjunto de imagens sobre um pequeno objeto selecionado nas gavetas e caixas de guardadas (relacionadas com a memória pessoal). A investigação se dará por meio da prática do desenho de observação e da leitura comparada e contextualizada na produção de todos os participantes.
com: Wagner Leite Viana
Espaço Missão (30 vagas)

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Módulo III - Educação, escola pública, espaço e intolerância religiosa
dia 29/10 - quinta

CURSO
dia 29/10 - quinta - 10h
Na primeira parte do curso são apresentados alguns dados de pesquisa científica sobre como a lei nº 10.639/03 é recebida e implementada nas escolas públicas. Na segunda parte mostra-se como a cultura afro-brasileira, inspirada no candomblé, aparece no espaço público no contexto de um cortejo conduzido pelo Bloco Afro Ilú Obá De Min.
com: Valéria Alves (doutoranda/NUMAS-USP) e Raquel Ruas Batista (antropóloga)
180min - 16 anos - Sala Adoniran Barbosa (600 vagas)

OFICINAS

Oficina de bonecas Abayomi
dia 29/10 - quinta - 14h30
As integrantes do Coletivo Cafuzas irão compartilhar uma prática de confecção de bonecas Abayomi – palavra que, em iorubá, significa aquele que traz felicidade ou encontro precioso. As Abayomi são bonecas negras feitas com tecido preto e retalhos diversos, à base de nós e amarrações e sem demarcação de olho, nariz ou boca. Existem diferentes narrativas em torno de sua origem, sendo elas relacionadas à diáspora africana.
com: Rosana Borges Silva, Roberta Stein, Daniela Landi Baffi
180min - 16 anos - Espaço Oficinas (60 vagas)

Ações de mediação: Kalunga – mar e corpo, uma poética da diáspora e da memória
dia 29/10 - quinta - 14h30
A oficina divide-se em três partes que sintetizam conhecimentos sensoriais de natureza diferente. Num primeiro momento, alguns objetos da Missão Folclórica são apresentados em seu sentido filosófico. O próximo passo consiste na introdução as manifestações expressivas de tais objetos. Por último os integrantes são levados, por estímulos sonoros e espaciais, a experenciar livremente a travessia a partir de referências pessoais.
com: Ana Beatriz Almeida
Sala de Ensaio 2 (14 vagas)

Dança dos orixás – A mitologia que o corpo dança
dia 29/10 - quinta - 14h30
A oficina abordará a história de alguns orixás, que estão ligados ao início e o fim da vida. Suas histórias podem ajudar a fomentar ideias novas e criar caminhos para educação.
com: Solange Machado
Sala Adoniran Barbosa (30 vagas)

Tempo de festa e religiosidade
dia 29/10 - quinta - 14h30
Oficina que tematiza a sacralização de aspectos do cotidiano em comunidades de matriz africana. Com apoio de recursos audiovisuais, a oficina pretende criar aproximações com práticas culturais coletivas que só podem ser mantidas e pensadas a partir de experiências sociais comuns, como o histórico da escravatura e da diáspora africana, no caso do Brasil. O encontro termina com a proposta de uma experiência musical.
com: Marcos Felinto
Espaço Missão (30 vagas)

Afrolhetaria sagrada e política
dia 29/10 - quinta - 14h30
Essa oficina leva os participantes a uma visita mediada à exposição Medo, Fascínio e Repressão na Missão de Pesquisas Folclóricas 1938-2015, para que, inspirados nos elementos expostos, desenvolvam um exercício gráfico na Folhetaria do CCSP, onde receberão orientações básicas de impressão.
com: Isabela Finholdt e equipe da DACE
Folhetaria (20 vagas)

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Módulo IV - Arte afro-brasileira
dia 30/10 - sexta

CURSO
dia 30/10 - sexta - 10h
Na primeira parte será apresentado o conceito de arte afro-brasileira, historicamente ligada às práticas religiosas de matriz africana, que inspiraram a produção de artistas como Rubem Valentim (1922-1991) e Mestre Didi (1917-2013). Na segunda parte o artista paulistano Moisés Patrício discute o processo de produção da série de fotografias Aceita, inspirada nos gestos manuais de reciprocidade e troca comuns à religião dos orixás.
com: Janaína Barros (educação étnico-racial/SME) e Moisés Patrício (artista plástico)
180min - 16 anos - Sala Adoniran Barbosa (600 vagas)

OFICINAS

Estampando ADINKRA
dia 30/10 - sexta - 14h30
A oficina tem como objetivo apresentar uma das culturas do continente africano por meio dos ideogramas adinkra, de Gana. Parte de um diálogo de um texto base e faz um paralelo com o vídeo que será apresentado pela formadora acerca das diversas artes visuais das culturas africanas. Em seguida, será escolhido um provérbio na língua akan e serão construídos um carimbo com um símbolo adinkra e estampas adinkra em tecido.
com: Eliane Santos
Espaço Missão (50 vagas)

Pequenos Objetos-livros
dia 30/10 - sexta - 14h30
Construção de pequenos objetos-livros de proteção a partir da referência dos patuás, onde as cores evocam a natureza, nos âmbitos dos axés e sua relação com os universos mineral, vegetal e animal, de acordo com a tradição nagô. Elaboração de um amuleto articulando os seguintes conceitos constitutivos: método e projeto poético, procedimentos técnicos (bordado, desenho, corte e costura) e pesquisa visual de cores e seu caráter simbólico.
com: Janaína Barros
Sala da DACE (30 vagas)

Orikis Riscados – A poética gráfica das religiões afro-brasileiras
dia 30/10 - sexta - 14h30
O objetivo desta oficina é apresentar algumas possibilidades de elaboração de propostas gráficas que joguem com as relações poéticas entre texto e imagem, a partir de uma discussão sobre os elementos que compõem os Orikis (do ioruba orí = cabeça, ki = saudar): versos, frases e poemas de saudação aos Orixás no candomblé e os pontos riscados: representações gráficas das entidades na umbanda.
com: Alexandre Silva
Sala de Ensaio 1 (30 vagas)

Caminhada-oficina - sobre caminhar juntos
dia 30/10 - sexta - 14h30
Lonan significa “senhor do caminho”. No candomblé, o caminhar está ligado a Exu-Lonan, o orixá do espaço público e da comunicação. Pretende-se nesta oficina vivenciar o deslocamento espacial como prática poética, com estímulo a novas percepções sensoriais dos ambientes vividos, relacionando afrobrasilidades, cidade e corpo - e trabalhando, ainda, nas fronteiras entre o público e o privado, o sagrado e o profano.
com: Moisés Patrício
Espaço Oficinas (30 vagas)

Educação nos terreiros - como e o que se aprende?
dia 30/10 - sexta - 14h30
A oficina tem como objetivo vivenciar práticas sobre os ensinamentos dos terreiros, assim como a experiência como uma forma de ensinar os valores ancestrais africanos.
com: Suelem Lima Benicio
Anexo da Sala Adoniran Barbosa (30 vagas)

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Divisão de Informação e Comunicação
Direção Márcio Yonamine

Conteúdo online
Álvaro Olintho, Danilo Satou, Juliene Codognotto, Márcia Dutra, Vinícius Máximo e Sabrina Haick

Imagens - Núcleo de Fotografia do CCSP
Edição de imagens: Sossô Parma
Fotógrafos: João Mussolin, João Silva e Sossô Parma

Materiais impressos
Projeto gráfico: Adriane Bertini ,Solange Azevedo e Yeda Gonçalves
Edição de textos: Camile Rodrigues Aragão Costa, Danilo Satou e Emi Sakai
Revisão: Paulo Vinicio de Brito

Layout e manutenção
Web design: Edmarcio da Silva

LabRádio
Coordenação: Marta Fonterrada
Produção: Álvaro Souza e Rita Lorenzato
Coordenação técnica: Eduardo Neves

LabVídeo
Coordenação: Chicão Santos
Captação de imagens: Camila Kinker , Celso Toquetti, Felipe Moica, Fernando Ferric e José Amador Martins
Edição de vídeo: Chicão Santos, Camila Kinker e Felipe Moica