CCSP WEB

  • foto: Sossô Parma
  • foto: Sossô Parma
  • foto: Sossô Parma


DEBATES E PALESTRAS

Ponto de encontro - Leituras

Relembrando Ricardo Piglia
dia 3/3 - sexta - 18h30 (exibição de filme, seguida de debate)
O escritor argentino Ricardo Piglia, falecido em janeiro de 2017, é um dos principais nomes da literatura contemporânea. Este evento pretende trazer à tona um repertório afetivo de pessoas que o conheceram e que possam falar, com base em suas relações de amizade, sobre trabalho e afinidades literárias. Antes do debate será exibido o filme 327 Cadernos.
mediação: Cadão Volpato (diretor do CCSP, escritor e músico) - com: Joca Reiners Terron, Leandro Sarmatz e Samuel Leon

Sobre os convidados
Joca Reiners Terron - Escritor, editou a coleção Otra Lingua (Rocco), dedicada à literatura hispano-americana. Publicou dez livros, sendo o mais recente o romance Noite dentro da noite, da Companhia das Letras, 2017

Leandro Sarmatz - Mestre em teoria literária pela PUC-RS. Foi editor na Abril, na Ática e na Companhia das Letras. É autor dos livros UMA FOME (Record) e LOGOCAUSTO (Editora da Casa). Colabora na PIAUÍ, na NEXO, e em outros veículos;

Samuel Leon - Editor da Iluminuras, recebeu o Prêmio APCA de Editor do Ano e foi um dos finalistas do Prêmio Estadão Cultural na categoria Fomentador Cultural. Pela EDUSP, publicou um livro sobre a sua trajetória na coleção EDITANDO O EDITOR. Primeiro a publicar Ricardo Piglia fora da Argentina, editou seis de seus livros no Brasil.

Sinopse do filme 327 Cadernos
(327 Cuadernos, 2015, 106min, DCP)
direção: Andrés Di Tella
Ricardo Piglia decide retornar ao seu país natal para lançar um novo olhar sobre os registros escritos diários e cadernos pessoais que mantém há mais de 50 anos, escritos que versam sobre variados temas, assuntos e épocas.

180min - livre - Sala Lima Barreto (99 lugares)
grátis - a bilheteria será aberta uma hora antes do início da sessão para a retirada de ingressos, que não estarão disponíveis pela internet - cada pessoa poderá retirar um par

veja também No dia do evento será realizado o sorteio de quatro livros de autoria de Ricardo Piglia para o público presente

seta subir

 

Conversa com José Luiz Villamarim e Luiz Ruffato
dia 9/3 - quinta - 19h (exibição de filme, seguida de debate)
O Centro Cultural São Paulo exibe o filme Redemoinho, adaptação para o cinema do romance Inferno Provisório, e convida para uma conversa com o diretor José Luiz Villamarim e o escritor Luiz Ruffato sobre a relação entre suas obras, que narram o reencontro de dois amigos na véspera de Natal, no interior de Minas Gerais. O cineasta comentará sobre a experiência de realizar seu primeiro longa-metragem, que tem no elenco Irandhir Santos, Julio Andrade, Cássia Kis Magro e Dira Paes, e o autor falará acerca da nova edição “revista, reescrita, reestruturada e definitiva” de seu livro.

Sobre os convidados
Luiz Ruffato - Nasceu em Cataguases (MG), em 1961. Lançou os romances Eles eram muitos cavalos (2001), As máscaras singulares (poemas, 2002), Estive em Lisboa e lembrei de você (2009), Flores artificiais (2014), Minha primeira vez (2014, crônicas), De mim já nem se lembra (2015) e Inferno provisório (2016). Seus livros ganharam os prêmios Machado de Assis, APCA, Jabuti e Casa de las Américas. Em 2016, recebeu o Prêmio Internacional Hermann Hesse, na Alemanha. Mantém uma coluna semanal no jornal El Pais – Brasil e é consultor de literatura no Instituto Itaú Cultural.

José Luiz Villamarim - Redemoinho é a estreia no cinema do diretor, porém, na televisão, onde iniciou sua carreira, realizou novelas e minisséries para a TV Globo, destacando-se na faixa de horário das 23 horas. Realizou O canto da sereia (2013), Amores roubados (2014) e O rebu (2014) e a aclamada Justiça, entre outras.

180min - livre - Sala Lima Barreto (99 lugares)
grátis - a bilheteria será aberta uma hora antes do início da sessão para a retirada de ingressos, que não estarão disponíveis pela internet - cada pessoa poderá retirar um par

seta subir

 

Psicanálise
dia 20/4 - quinta - 20h
O psicanalista Christian Dunker apresenta seu novo livro, Falando nisso (Zagodoni, 2017), textos selecionados que são transcrições das intervenções orais de seu canal de mesmo nome, no YouTube. Um dos desafios desses vídeos é de despertar o interesse do público no estudo da psicanálise de modo coloquial, leve e, às vezes, provocativo. O livro é tanto para quem tem curiosidade pelo campo psicanalítico como para quem já possui uma trajetória na psicanálise. Além da palestra com o autor e lançamento de seu novo livro, haverá um pocket show com a banda Idéias de um canário.

Sobre o convidado
Christian Ingo Lenz Dunker - Nascido em 1966, é psicanalista, Professor Titular em Psicanálise e Psicopatologia do Departamento de Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia da USP. Fez pós-doutorado na Manchester Metropolitan University e é Analista Membro de Escola (AME) do Fórum do Campo Lacaniano. Coordenador do Laboratório de Teoria Social, Filosofia e Psicanálise da USP (Latesfip). Autor de Estrutura e Constituição da Clínica Psicanalítica (vencedor do prêmio Jabuti 2012), Mal-estar, sofrimento e sintoma (2015), A psicose na criança (Zagodoni, 2013), Por que Lacan? (Zagodoni, 2016). Articulista e colaborador regular de diversos jornais e revistas, dedica-se à pesquisa sobre clínica psicanalítica de orientação lacaniana e suas relações com as ciências da linguagem e com a filosofia.

120min - livre - Espaço Mário Chamie (Praça das Bibliotecas)
grátis - sem necessidade de retirada de ingressos

seta subir

 

Projeto Refugiados - Forum 2 - Escrita

dia 7/3 - terça - 19h
A Cia. Articularte – Teatro de Bonecos dá início à primeira etapa do seu novo projeto Histórias em fronteiras, criado para os filhos de refugiados. O Brasil está entre os 10 países que mais recebem refugiados nas Américas, segundo a Unicef. Relatório da ONU constata que, entre cerca de 50 milhões de crianças deslocadas no mundo, 28 milhões abandonaram suas casas por causa de conflitos e violência. A partir dessa realidade, a companhia criou o projeto premiado pelo Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo, Histórias sem Fronteiras, com o objetivo de integrar essas pessoas ao nosso país, das mais diversas formas possíveis.
Com o tema Escrita, o debate pretende discutir como fazer com que eles compreendam nossa cultura e encontrem seus espaços de convívio social. O evento contará com a exibição do filme Nas asas da paz, com roteiro de Luiz Alberto de Abreu.
com: Luiz Alberto de Abreu, Eliana Caffé, Ricardo Azevedo e Zen Salles

Sobre os debatedores

Luiz Alberto de Abreu
Autor, roteirista de cinema e TV, professor, consultor de dramaturgia e roteiro. Abandonou o curso de jornalismo para escrever sua primeira peça profissional, Foi bom, meu bem?, em 1980, recebendo o Prêmio da (APCA) de autor revelação.
Reescreveu Bella Ciao, vencedor dos prêmios Molière, Mambembe e APCA, e recebeu outro APCA pelo musical O rei do riso, em 1985. Escreveu Rosa de Cabriúna e Xica da Silva para o Núcleo de Dramaturgia no Centro de Pesquisas Teatrais do Serviço Social do Comércio, em meados da década de 1980. Criou muitas outras peças, como O parturião (1994), Sacra folia (1996), Iepe (1998), Till Eulenspiegel (1999), Borandá (2004) e Um dia ouvi a lua (2010), entre muitas outras. Para o cinema criou o roteiro dos filmes Kenoma, Narradores de Javé, O sol do meio-dia e, para a televisão, escreveu o roteiro das séries Hoje é dia de Maria, A pedra do reino e Capitu. Idealizador da Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André e do Instituto Narradores de Passagem, é reconhecido por sua atuação pedagógica.

Eliana Caffé
Iniciou carreira no cinema dirigindo os curtas-metragens premiados Arabesco e Caligrama.
Seu primeiro longa Kenoma (1998) alcançou reconhecimento internacional e foi exibido em diversos festivais pelo mundo.
O segundo longa-metragem, Narradores de Javé, também conquistou vários prêmios no Brasil e no exterior.
Seu terceiro filme, O Sol do meio-dia (2009), ganhou o prêmio de melhor filme na 33ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Na televisão dirigiu minisséries e documentários com um viés experimental e trabalhou na coordenação de coletivos audiovisuais em zonas de conflito no interior do Brasil.

Ricardo Azevedo
Escritor e ilustrador paulista, é bacharel em Comunicação Visual pela Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado e doutor em Teoria Literária pela Universidade de São Paulo, pesquisador na área de cultura popular e professor convidado do curso de especialização em Arte Educação no PREPES-PUCMG desde 2003. Tem artigos publicados em livros e revistas, abordando problemas do uso da literatura de ficção na escola. É autor de mais de 100 livros para crianças e jovens, entre eles Um homem no sótão (Ática), Lúcio vira bicho (Cia. das Letras), Aula de carnaval e outros poemas (Ática), Histórias de bobos, bocós, burraldos e paspalhões (Projeto), O livro das palavras (Ed. do Brasil), Trezentos parafusos a menos (Companhia das Letrinhas), O sábio ao contrário (Senac/Ática), Chega de saudade (Moderna), Contos de espanto e alumbramento (Scipione), e O peixe que podia cantar (Edições SM). Ganhou várias vezes os prêmios Jabuti e APCA, entre outros. Tem livros publicados na Alemanha, em Portugal, no México, na França e na Holanda.

Zen Salles
É jornalista formado na Universidade Federal do Maranhão e dramaturgo. Durante os anos de 2009 e 2010, foi aluno do Núcleo de Dramaturgia Sesi-British Council. Autor de Pororoca, a peça ficou em cartaz no Teatro do Sesi/SP, com direção de Sérgio Ferrara, e recebeu a indicação na categoria de melhor dramaturgo de 2010 pela Cooperativa Paulista de Teatro. Ainda em 2010 participou do projeto Os dez dramaturgos no site Teatro para alguém com a peça 1, 26, protagonizada pela atriz Bárbara Bruno, e do Letras em Cena, no MASP, com a peça Siameses. Em 2012 fez parte da equipe de roteirista de Sessão de Terapia, do canal GNT. Em 2013, sua peça Genet, o poeta-ladrão foi considerada um dos dez grandes espetáculos de São Paulo pela revista Veja SP. Tadzio estreou em 2015, recebeu três estrelas da Veja e ganhou o Prêmio Cenym 2015 de melhor autor. Zen Salles também é autor das peças Agridoce, Jet Lag, On $ALE e Bílis, e das ainda inéditas Flores comestíveis, Charlotty e as suas cores fortes e As cinzas vulcânicas do teu cigarro light.

180min - livre - Sala de Debates
grátis - sem necessidade de retirada de ingressos

seta topo

 

Semana MáriOswald - 100 anos de uma amizade

Mesa Legado
dia 26/4 - quarta - 19h30
Abrangendo várias linguagens artísticas, no campo da literatura a Semana MáriOswald - 100 anos de uma amizade apresentará a mesa Legado, com a presença dos escritores Luiz Ruffato e Cristovão Tezza e mediação de Iumna Maria Simon, que discutirão sobre as influências de Mário e Oswald de Andrade em suas escritas, bem como na literatura brasileira contemporânea.

120min - livre - Espaço Mário Chamie (Praça das Bibliotecas)
grátis - sem necessidade de retirada de ingressos

aviso Antes da mesa, haverá a intervenção Esbarro - O encontro de Oswald e Mário de Andrade, às 19h, com José Rubens Chachá e Pascoal da Conceição

saiba mais Sobre os convidados

Luiz Ruffato – Nasceu em Cataguases (MG), em 1961. Lançou Eles eram muitos cavalos (2001), Estive em Lisboa e lembrei de você (2009), Flores artificiais (2014), De mim já nem se lembra (2015) e Inferno provisório (2016), todos romances; As máscaras singulares (poemas, 2002) e Minha primeira vez (2014, crônicas). Seus livros ganharam os prêmios Machado de Assis, APCA, Jabuti e Casa de las Américas. Em 2016, recebeu o Prêmio Internacional Hermann Hesse, na Alemanha. Mantém uma coluna semanal no jornal El Pais – Brasil e é consultor de literatura no Instituto Itaú Cultural.

Cristovão Tezza - Escritor, publicou uma dezena de obras, entre elas os romances Trapo, Uma noite em Curitiba, Juliano Pavollini, Aventuras Provisórias, A suavidade do vento, O fantasma da infância, Breve Espaço, O fotógrafo, O filho eterno, Um erro emocional, além do livro de contos Beatriz (2011) e do ensaio O espírito da prosa (2012), sua autobiografia literária. Em 2014 publicou o romance O professor, e em 2016 A tradutora, seu mais recente trabalho. Toda a sua obra vem sendo publicada pela Editora Record. É autor também de duas coletâneas de crônicas: Um operário em férias (2013) e A máquina de caminhar (2016). Sua bibliografia completa pode ser vista no seu site na internet: www.cristovaotezza.com.br/p_obras.htm.

Iumna Maria Simon - Doutora em Literatura Brasileira pela UNESP e pós-doutorado em Literatura Brasileira e Literatura Comparada pela Universidade de Yale. Foi professora de Literatura Brasileira na UNESP, professora-visitante no Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Yale/EUA e professora de Teoria Literária e Literatura Brasileira na Universidade Estadual de Campinas (1979-1995). Atualmente é professora de Teoria Literária e Literatura Comparada na USP. Suas principais linhas de pesquisa são literatura e sociedade, formas e gêneros literários, teorias críticas, cultura e história literária, poesia moderna, poesia brasileira moderna e contemporânea.

 

Mesa Amizade e Ruptura
dia 27/4 - quinta - 19h30
Para a Semana MáriOswald - 100 anos de uma amizade, a mesa Amizade e Ruptura, com Gênese Andrade e Eduardo Jardim e mediação de Iumna Maria Simon, abordará aspectos da vida e obra de ambos autores e aspectos da profícua amizade e da enigmática ruptura entre os dois.

120min - livre - Espaço Mário Chamie (Praça das Bibliotecas)
grátis - sem necessidade de retirada de ingressos

aviso Antes da mesa, haverá a intervenção Esbarro - O encontro de Oswald e Mário de Andrade, às 19h, com José Rubens Chachá e Pascoal da Conceição

saiba mais Sobre os convidados

Gênese Andrade - Doutora em Literatura Hispano-americana pela USP, pós-doutora em Literatura Comparada pela Unicamp, professora da Faap, pesquisadora e tradutora. Autora de Oswald de Andrade, Feira das Sextas (São Paulo: Globo, 2004) e Pagu / Oswald / Segall (São Paulo: Imesp, 2009), entre outros. Coordenadora editorial, com Jorge Schwartz, da edição atual da obra de Oswald de Andrade, publicada pela Companhia das Letras.

Eduardo Jardim - Graduado em Filosofia, mestrado em Filosofia pela PUC-RJ e doutorado em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi professor do Departamento de Filosofia e do Departamento de Letras da PUC do Rio de Janeiro, até 2012. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em História da Filosofia, atuando principalmente nos seguintes temas: filosofia contemporânea, filosofia política, estética, pensamento brasileiro. É autor de Eu sou trezentos - Mário de Andrade - Vida e obra (Edições de Janeiro, 2016).

Iumna Maria Simon - Doutora em Literatura Brasileira pela UNESP e pós-doutorado em Literatura Brasileira e Literatura Comparada pela Universidade de Yale. Foi professora de Literatura Brasileira na UNESP, professora-visitante no Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Yale/EUA e professora de Teoria Literária e Literatura Brasileira na Universidade Estadual de Campinas (1979-1995). Atualmente é professora de Teoria Literária e Literatura Comparada na USP. Suas principais linhas de pesquisa são literatura e sociedade, formas e gêneros literários, teorias críticas, cultura e história literária, poesia moderna, poesia brasileira moderna e contemporânea.

 

Mesa Repercussões Expandidas
dia 28/4 - sexta - 19h30
Na dança brasileira o modernismo só se efetivou mais de duas décadas depois, com o surgimento das primeiras companhias nacionais de dança moderna. Dos anos 1920 aos anos 1940 e de 1950 até 2017, o que podemos perceber na dança? O que temos de moderno no nosso contemporâneo? Hoje a nossa dança é mais Mário ou mais Oswald? A professora doutora Cássia Navas, importante pesquisadoras de dança do País, foi convidada para contextualizar essa trajetória e apontar seus tantos questionamentos e reflexões. Já a piscanalista e mediadora da mesa, Carmen Lucia M. Valladares de Oliveira, abordará o pioneirismo de Mário e Oswald de Andrade na difusão da psicanálise no âmbito cultural do Brasil.

120min - livre - Espaço Mário Chamie (Praça das Bibliotecas)
grátis - sem necessidade de retirada de ingressos

saiba mais Sobre os convidados

Cássia Navas – professora de pós-graduação em Artes da Cena/Instituto de Artes/UNICAMP, é graduada em Direito (USP), doutora em dança/semiótica (PUC/SP), pós-doutora em artes (ECA/USP), especialista em gestão/políticas culturais (UNESCO/Université de Dijon/Ministère de la Culture/France). Curadora e consultora de vários programas em dança, foi pesquisadora da Equipe de Artes Cênicas/IDART/Secretaria Municipal de Cultura (SP), coordenadora da REDE Stagium e da Oficina Cultural Oswald de Andrade (São Paulo). Uma de suas pesquisas – Teoria Geral (do Estado) da Dança – aborda temas transdisciplinares entre dança e outras áreas, investigando a construção do sentido nas fronteiras estéticas da arte.

Carlos Augusto Carvalho– ator e diretor. Foi o intérprete de Macunaíma na antológica montagem dirigida por Antunes Filho, estreada em 1978. É reconhecido naquele momento como brilhante revelação de intérprete. Em 1986 protagoniza Meu Tio, o Iauaretê, espetáculo dirigido por Roberto Lage, inspirado no conto de Guimarães Rosa e que o projeta definitivamente como um dos maiores atores brasileiros vivos. O sucesso do espetáculo o leva a se apresentar no Centro per la Sperimentazioni e la Ricerca Teatrale, de Pontedera, Itália, onde é assistido por Grotowski. A partir de então se torna colaborador do Centro como ator e pedagogo. Seguem-se trabalhos importantes, todos centrados em um singular repertório de ator, entre eles: 25 homens, de Plínio Marcos, sob direção de François Kanh; e a Trilogia Pirandelo, dirigida por Roberto Bacci. Neste momento apresenta a montagem 2x2=5, baseada em Memórias do subsolo, de Dostoiévski.

Carmen Lucia M. Valladares de Oliveira - Psicanalista, professora doutora, bacharel em Ciências Sociais pela PUC-SP, mestra em Anthropologie Sociale et Sociologie Comparée pela Université de Paris V - René Descartes, France. Doutora em Sociétés Occidentales pela Université de Paris VII - Denis Diderot. Membro da Associação Universitária de Pesquisa em Psicopatologia Fundamental. Membro da Société Internationale d’Histoire de la Psychiatrie et de la Psychanalyse (SHIPP). Professora do curso de Especialização em Psicologia Clínica: Teoria Psicanalítica da PUC-SP e autora de História da psicanálise (Escuta/FAPESP, 2005).

Clique aqui para conhecer a programação completa da Semana MáriOswald - 100 anos de uma amizade

seta subir

 

Seminário internacional Onde estão as mulheres arquitetas?

de 16 a 19/5
Segundo pesquisa recente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil, 61% dos registros profissionais no País são de mulheres; entretanto, paradoxalmente, elas têm ocupado poucos postos de protagonismo na prática. Por outro lado, há mais de duas décadas, cursos de arquitetura e urbanismo vêm sendo prioritariamente procurados por mulheres.

O seminário internacional Onde estão as mulheres arquitetas? convida profissionais de destaque nos âmbitos nacional e estrangeiro, professores de diversas universidades e estudantes para debater e refletir sobre a presença e a relevância da mulher no campo da arquitetura e do urbanismo. O evento é resultado do Termo de Fomento celebrado entre a Associação Amigos do CCSP e o Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU/SP).

Em breve serão divulgadas a programação completa e a abertura para as inscrições.

seta subir

 

veja também Quer se apresentar no CCSP e nos equipamentos da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo? Clique aqui para saber como enviar sua proposta

ícone facebook
ícone twitter
ícone enciar e-mail
ícone imagens
ícone audio
ícone webrádio
ícone vídeo
destaque
ícone saiba mais
ícone veja também
ícone aviso
ícone obs
audiodescricao
libras
ícone download
endereço eletrônico
ícone inscrições abertas
sem necessidade de inscrição
ícone inscrições encerradas
selecionados
facebook
twitter
boletim
imagens
áudio
lab.rádio
vídeo
destaque
saiba mais
veja também
aviso
obs
audiodescrição
libras
download
www ou email
oficinas
abertas
oficinas com inscrição
inscrições
encerradas
selecionados
 

Divisão de Informação e Comunicação
Direção: Márcio Yonamine
Coordenação: Juliene Codognotto

Conteúdo online
Álvaro Olintho, Danilo Satou, Márcia Dutra, Vinícius Máximo e Sabrina Haick

Imagens - Núcleo de Fotografia do CCSP
Edição de imagens: Sossô Parma
Fotógrafos: João Mussolin, João Silva e Sossô Parma

Materiais impressos
Projeto gráfico: Adriane Bertini ,Solange Azevedo e Yeda Gonçalves
Edição de textos: Camile Rodrigues Aragão Costa, Danilo Satou e Emi Sakai
Revisão: Paulo Vinicio de Brito

Layout e manutenção
Web design: Edmarcio da Silva

Ateliê sonoro
Mediação: Marta Fonterrada e Rodrigo Taguchi
Coordenação técnica: Eduardo Neves

Narrativas CCSP
Coordenação: Chicão Santos
Captação: Celso Toquetti, Giovanni Belleza, José Amador Martins e Thaís Orchi
Edição: Chicão Santos, Giovanni Belleza e Thaís Orchi

Marcia Dutra
Coordenadora do Site  - 11 3397.4066
Divisão de Informação e Comunicação
Rua Vergueiro 1000   -   CEP 01504-000   tel 3397 4002
Paraíso São Paulo – SP