• ULTRAJE A RIGOR ULTRAJE A RIGOR MEMÓRIA DA ARENA - ROCK | foto: Carlos Rennó
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ROGER MOREIRA
No início da nossa carreira íamos a qualquer bar que tivesse música ao vivo e pedíamos para tocar. Era mais que alternativo! A bem da verdade, lugares como o SESC Pompeia, por exemplo, nos recusaram durante um bom tempo. Criamos nosso circuito. Foi bom para aprender a tocar em qualquer lugar.
Sinceramente, não me lembro de quando tocamos pela primeira vez no CCSP. Lembro que achava (e ainda acho) estranho tocar em lugares em que fico de costas para o público por causa da configuração do palco. O fato de estar no mesmo nível de piso que o público não me incomoda, mas ficar de costas é um pouco estranho.
No começo íamos todos aos shows uns dos outros. Mas quando o CCSP inaugurou já estávamos em turnê infinita, não tínhamos mais tempo. Lembro-me de ter ido ao Centro Cultural para dar entrevista para a rádio interna e para conhecer o espaço.
Lembro-me de uma das apresentações recentes em que o público invadiu a sala e a arena ficou super lotada. Um menino caiu (ou se jogou, não sabemos...) lá de cima, ficou com o pé virado pra trás e o pessoal que viu o acidente o chamou de curupira. O garoto do pé quebrado não pareceu se importar e não queria sair!