Livre Acesso
Selo de Aprovação de Site Acessível

Programação de maio de 2016

Cursos e oficinas

de 10/5 a 7/7- terças e quintas - das 14h às 16h
A Biblioteca Louis Braille realiza neste primeiro semestre o Curso de Braille. Planejada e equipada para atender os usuários com deficiência visual, a biblioteca reúne 6159 títulos, entre livros em braille e audiolivros, além de computadores com programas específicos para a acessibilidade dos usuários.
com: Jair Barbosa da Silva, instrutor de Braille e funcionário da Biblioteca Louis Braille

120min - Biblioteca Louis Braille (20 vagas, sendo 10 por turma)
inscrições encerradas - seleção: por ordem de recebimento das fichas de inscrição. A lista dos selecionados será divulgada nesta página a partir do dia 26/4 - público: pessoas com deficiência visual, educadores, profissionais e familiares de pessoas com deficiência visual

Selecionados (em ordem alfabética)

Terças (início das aulas: dia 10/5): Bárbara Brandão dos Santos, Camila Feltre, Denilza Aparecida Teixeira de Lima, Geisa Souza Santos, Gracilene da Silva Ferreira, Janaína Brandão dos Santos, Josué Nogueira Ferreira, Milena de Castro, Simone do Socorro Jares Novaes, Shirley Edwiges da Silva Morais e Talita Dunda Leite

Quintas (início das aulas: dia 12/5): Natália Pucci Vestri, Thomaz Seithi Hoida, Fabiana dos Santos, Pedro Martins Russo e Maria da Penha C. Q. R. Fonseca

 

Especial

Livre Acesso - de todos para todos
de 13 a 15/5
O Centro Cultural São Paulo, que completa 34 anos no dia 13 de maio, tem como princípio, desde sua fundação, promover atividades culturais que possam dialogar com a população da cidade. A fruição artística que ocorre em suas dependências marca a excepcionalidade dos artistas nas suas mais autênticas obras que o público usufrui, seja contemplando, seja participando ou interferindo.

A iniciativa não se restringe apenas a uma camada da sociedade; ela é ampla e cria esteticamente sua identificação. No projeto Livre Acesso, essa identificação se manifesta na programação artística e cultural que quer atingir públicos variados; e a diversidade está nas diferentes identidades sensoriais que juntas criam força para conquistas inimagináveis.

Comissão de Acessibilidade

dia 13/5 - sexta

das 18h às 19h
Abertura
Recepção do público e distribuição da programação Livre Acesso - de todos para todos

60min - livre - Sala Adoniran Barbosa
grátis - sem necessidade de retirada de ingressos

das 19h às 21h
Mesa de debates: Arte Acessível
O projeto Livre Acesso pretende dar liberdade de expressão às atividades relacionadas à acessibilidade cultural e intelectual. Para isso traz convidados para uma conversa sobre Arte acessível.
com: Henrique Amoedo (é brasileiro e diretor artístico do Grupo Dançando com a Diferença (Portugal), Rogério Ratão (artista plástico e expositor cego) e Leonardo Castilho (escritor, artista, educador e produtor cultural surdo) - mediação: Cíntia Alves (Coletivo Grão Arte e Cidadania)

Sala Adoniran Barbosa
libras grátis - a bilheteria será aberta duas horas antes do início do espetáculo para a retirada de ingressos - os ingressos não estarão disponíveis pela internet - cada pessoa poderá retirar até dois ingressos - com Libras

 

dia 14/5 - sábado

Estações Sensoriais

das 11h às 17h
PASSAGEM – Experiência com Sentido
Instalação acessível, especialmente planejada para contribuir com a sensibilização do público em relação à diversidade, à deficiência e à inclusão. Promove uma experimentação que aguça os sentidos e proporciona ao público um momento de ressignificação dos espaços, dos tempos e das sensações.

Área de convivência
grátis - sem necessidade de retirada de ingressos

das 11h às 17h
Cenografia Censorial
A instalação de Renato Ribeiro é formada por um corredor cenográfico com diferentes estímulos sensoriais. A ideia é ativar no visitante sensações que não dependem dos sentidos habituais: o tato, a audição, a visão ou o olfato. Ela é voltada para pessoas de todas as idades, frequentadores do CCSP.
com: Renato Ribeiro é cenógrafo, atua há mais de 20 anos na confecção de cenários para teatro, cinema e eventos.

Piso Flávio de Carvalho
grátis - sem necessidade de retirada de ingressos

12h, 13h30 e 15h30
Cora-me
Cora-me é uma performance interativa que busca externar e tornar público o invisível e o inaudível do outro. A criação e a concepção são de Mariana Piza, que usa um vestido com leds vermelhos e, munida de um estetoscópio e um par de caixa de som, pede aos passantes do local de apresentação para ouvir o coração deles. O estetoscópio está conectado às caixas de som. Dessa forma, o som do coração da pessoa que interage na performance é ouvido pelo público. Além disso, as luzes do vestido piscam de acordo com as batidas do coração.

30min - Espaço Flavio Império (Foyer)
grátis - sem necessidade de retirada de ingressos

das 11h às 19h
Projeto Acessibilidade Cultural – Coisolândia
Coisolândia é uma metodologia de mediação cultural que promove diálogos significativos sobre acessibilidade estética. Durante a programação especial, o Coletivo convida o público para performances artísticas interativas.
com: Coletivo Grão Arte e Cidadania - coordenação: Cíntia Alves

Cortejo itinerante pelos espaços do CCSP
grátis - sem necessidade de retirada de ingressos

11h
Oficina Duplo Acesso: Sair da superfície – Superação da imagem visível aos olhos
O objetivo do Duplo Acesso, projeto contemplado no edital Mediação em Arte 2014 do CCSP, é a interação entre a pessoa com deficiência visual e a pessoa sem deficiência. Quanto mais as pessoas compreendem a deficiência, mais a realidade é modificada, facilitando a inclusão deste público na sociedade.
Será realizada uma oficina com os dois públicos, iniciando-se com a apresentação do projeto e um debate acerca do tema abordado. Em seguida, os participantes construirão o busto de outra pessoa, sendo que quem enxerga será vendado.
com: Diana Tsonis e Evelize Bernades

120min - 14 anos - Sala da DACE
grátis - sem necessidade de retirada de ingressos

11h30
Acessibilidade em espaços culturais: mediação e comunicação sensorial
Viviane Sarraf discutirá sobre Acessibilidade em espaços culturais: mediação e comunicação sensorial, apresentando conceitos e experiências que resultaram em livro homônimo que é uma adaptação de sua tese de doutorado. Abordará exemplos nacionais e internacionais e falará sobre o processo de criação do livro e do audiolivro realizado em parceria com a Biblioteca Louis Braille.
com: Viviane Sarraf (pesquisadora de pós-doutorada em Museologia no Programa de pós- graduação interunidades em Museologia da USP, doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, mestra em Ciência da Informação pela ECA-USP, especialista em Museologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da USP e graduada em Educação Artística na FAAP. Possui publicações na área de Acessibilidade Cultural e ministra cursos na área em parceria com universidades e organizações culturais brasileiras. Além de acessibilidade, tem experiência na área de Museologia, Gestão Cultural, Curadoria e Comunicação, com ênfase em acessibilidade para pessoas com deficiência e públicos não usuais.)

120min - livre - Espaço Mário Chamie (Praça das Bibliotecas)
grátis - sem necessidade de retirada de ingressos

14h
Jam de Dança para TODOS
A oficina Jam de Dança para TODOS trabalha com a dança e o improviso com uma abordagem na cultura corporal do movimento acessível a todos, acolhendo a diversidade. É baseada em técnicas de consciência corporal, improvisação, dinâmicas de DanceAbility e dança-teatro, de modo a trabalhar o potencial de todos os participantes com foco na criatividade e na igualdade. DanceAbility é um método criado por Alito Alessi em 1987 nos Estados Unidos, baseado no respeito mútuo entre todos os participantes e na capacidade única e individual de se mover e dançar.
com: Fernanda Amaral (bailarina, coreógrafa e educadora com 25 anos de experiência profissional. Residiu no Reino Unido por 20 anos, onde se graduou em Educação. Possui vários títulos internacionais de dança e teatro, incluindo vários certificados em DanceAbility, tendo recebido vários prêmios. Em 1993 fundou a Patuá Dance, Companhia de Dança-Teatro, no País de Gales, e em 2010 criou o projeto e a Cia. Dança sem Fronteiras, reunindo diferentes linguagens artísticas, entendendo cada sujeito em suas dimensões cognitivas e motoras, numa abordagem que focaliza a cultura corporal do movimento em diálogo com as várias formas de expressões artísticas. Esta atividade integra o projeto Novas Fronteiras do Olhar, contemplado na 19ª edição do Programa Municipal de Fomento à Dança.

90min - livre - Espaço Flávio Império (Foyer)
sem necessidade de retirada de ingressos - grátis

14h30
Histórias contadas com as mãos - Mãos de Fada
Narração de histórias em Libras (Língua Brasileira de Sinais), com acessibilidade para o português. Nesta contação, as pessoas surdas ou ouvintes (que sabem ou não falar Libras), podem entrar na magia das histórias e interagir com os personagens. No início da história, os contadores vão ensinar alguns vocabulários de Libras. No repertório, histórias como A princesa sisuda, O compadre da morte, A surpresa da princesa e O caso do bolinho.
com: Mãos de Fada - grupo de narração bilíngue de histórias: Libras e português, com contadores fluentes nestes dois idiomas. O grupo tem se proposto a narrar histórias em Libras, como uma inversão da lógica que temos visto usualmente em relação à acessibilidade, uma vez que, nesse caso, a tradução é para o português, ou seja, para quem não aprendeu a falar usando as mãos. Desse modo, o grupo proporciona ao público, tanto deficiente auditivo/surdo, quanto ao público ouvinte, infinitas possibilidades de vivenciar as histórias de uma forma diferente.
narradores: Thalita Passos, Vânia Santiago, Carol Fomin e Soraya Tuqui - tradução e adaptação das histórias: Vânia Santiago, Thalita Passos, Elaine Sampaio e Diogo SIlva

60min - livre - Sala de Leitura infanto-juvenil da Biblioteca Sérgio Milliet
libras grátis - sem necessidade de retirada de ingressos - com Libras

16h
O ator surdo que assina: o ator/autor é seu próprio trabalho
Os atores surdos buscam o reconhecimento da identidade surda na sociedade. A cultura está no corpo, compreendendo nossas ideologias e nosso contexto social. O corpo pode ser tanto um meio de comunicação quanto a própria mensagem. Assim podemos discutir o treinamento do ator para evoluir o conhecimento sobre a expressão corporal, bem como das práticas metodológicas que priorizam a cultura surda como área de conhecimento no espaço teatral.
com: Lucas Sacramento Resende (atualmente cursa graduação em teatro na Universidade Federal de São João del Rei/UFSJ. É instrutor de LIBRAS. Tem experiência na área de teatro, ensino e pesquisa em Libras e seus interesses são voltados para a atuação de surdos no teatro e sua circulação nos diversos espaços das artes e do conhecimento)

120min - 12 anos - Espaço Mário Chamie (Praça das Bibliotecas)
grátis - a bilheteria será aberta duas horas antes do início do evento para a retirada de ingressos - os ingressos não estarão disponíveis pela internet - cada pessoa poderá retirar até dois ingressos

16h
O inimigo
A República Ativa de Teatro apresenta uma adaptação da obra de Davide Cali, O inimigo. Em meio a uma guerra, em algum lugar que poderia ser um deserto, há dois buracos. Nos buracos, dois soldados. Eles são inimigos. Sem poderem sair do lugar, eles são obrigados a conviver com o perigo, que está ao lado. Mas será que ele é tão perigoso assim? Será que tudo aquilo que contaram é verdade? De maneira lúdica e divertida, esses soldados vão se surpreender com o que está do outro lado do front. Para dar vida a esses personagens, a encenação optou por apresentá-los com um tom cômico e patético, enaltecendo a situação e promovendo uma reflexão sobre as razões e consequências de uma guerra. Quem é o malvado da história? E o mocinho? Fugindo da simplificação bem x mal, o espetáculo evidencia a complexidade da questão, na qual não há vencedores.
com: República Ativa de Teatro - texto: Davide Cali - adaptação: Leandro Ivo e Vivi Gonçalves - direção: Val Pires - elenco: Leandro Ivo e Thiago Ubaldo

50min - livre - Sala Jardel Filho (321 lugares)
libraslibras grátis - a bilheteria será aberta duas horas antes do início do espetáculo para a retirada de ingressos - os ingressos não estarão disponíveis pela internet - cada pessoa poderá retirar até dois ingressos - com Libras e Audiodescrição

19h
Olhar de neblina
O espetáculo Olhar de neblina da companhia Dança sem Fronteiras é inspirado na obra de Evgen Bavcar, fotógrafo e filósofo esloveno que perdeu a visão aos 12 anos de idade. Olhar de neblina estabelece um paralelo entre a construção coreográfica e a ideia de que a fotografia não pertence somente a quem enxerga. Esta construção parte da individualidade dos intérpretes com habilidades mistas e formações diversas. No escopo identitário e imagético do espetáculo, a fotografia também está conectada à noção de um “ver-através-da-palavra” no qual o toque e as múltiplas alternâncias sensoriais permitem uma experimentação sem limites. Por intermédio de uma lembrança residual das paisagens e dos corpos, o olhar migra constantemente por territorialidades sem fronteiras. Esta atividade integra o projeto Novas Fronteiras do Olhar, contemplado na 19ª edição do Programa Municipal de Fomento à Dança.
direção e atuação: Fernanda Amaral - atuação: Camilla Rodrigues do Carmo, Jaqueline de Souza, Beto Amorim, Lucineia dos Santos, Hélio Feitosa, Zilda Gonçalves - dramaturgia: Teresa Athayde - consultoria literária: Ricardo Barberena - trilha original: Beto Sporleder e Daniel Muller (integrantes do grupo Aderiva) - fotografia: Ricardo Teles (imagens de parte do espetáculo e de divulgação) - figurino e cenografia: David Schumaker - iluminação: Rafaela Romitelli - produtor: Roberto Campos - produção: Dança sem Fronteiras

50min - livre - Sala Adoniran Barbosa
grátis - a bilheteria será aberta duas horas antes do início do espetáculo para a retirada de ingressos - os ingressos não estarão disponíveis pela internet - cada pessoa poderá retirar até dois ingressos

21h
Os médios
Três histórias com pessoas comuns habitam um mesmo universo. Duas brasileiras fazem strip-tease em Amsterdã para sobreviver. A falta de dinheiro, o frio e a saudade permeiam a relação delas. Uma mulher sozinha faz uma sopa quando um morador de rua bate à sua porta pedindo comida, o que colocará à prova sua compaixão e o que acredita ser. Lola é a irmã que cuida de Lilo, um homem que vive como vegetal numa cadeira de rodas. O diálogo imaginário entre os dois revela a contradição entre fardo e amor.
texto e direção: Michelle Ferreira - elenco: Flávia Strongolli, Maura Hayas, Réggis Silva, Victor Bittow e Martina Gallarza

80min - 14 anos - Sala Jardel Filho (321 lugares)
libras 51 ingressos gratuitos para pessoas com deficiência (a bilheteria será aberta duas horas antes do início do espetáculo para a retirada de ingressos - os ingressos não estarão disponíveis pela internet - cada pessoa poderá retirar até dois ingressos) - demais ingressos estarão à venda normalmente a R$20,00 (a venda estará disponível na bilheteria, em seu horário de funcionamento, de terça a sábado, das 13h às 21h30; e domingos, das 13h às 20h30, e no site Ingresso Rápido a partir de 30 dias antes do evento) - com Audiodescrição

21h
A macieira
A partir da imagem de uma macieira que come os próprios frutos, levando uma vila inteira a se deslocar rumo ao oceano, o 28 Patas Furiosas faz sucessivas tentativas de criar um mito. Na fábula, os habitantes desse lugar se encontram na urgência por uma ação: como se reinventar a partir de um território em movimento? Como se transformar nas instabilidades da história?
encenação: Wagner Antônio - dramaturgia: Tadeu Renato e 28 Patas Furiosas - elenco: Isabel Wolfenson, Marcus Garcia, Murilo Thaveira, Sofia Botelho, Valéria Rocha, Fernando Melo e William Simplício

90min - 14 anos - Anexo da Sala Adoniran Barbosa (50 lugares)
libras 20 ingressos gratuitos para pessoas com deficiência (a bilheteria será aberta duas horas antes do início do espetáculo para a retirada de ingressos - os ingressos não estarão disponíveis pela internet - cada pessoa poderá retirar até dois ingressos) - demais ingressos estarão à venda normalmente a R$20,00 (a venda estará disponível na bilheteria, em seu horário de funcionamento, de terça a sábado, das 13h às 21h30; e domingos, das 13h às 20h30, e no site Ingresso Rápido a partir de 30 dias antes do evento) - com Libras

 

dia 15/5 - domingo

Estações Sensoriais

das 11h às 17h
PASSAGEM – Experiência com Sentido
Instalação acessível, especialmente planejada para contribuir com a sensibilização do público em relação à diversidade, à deficiência e à inclusão. Promove uma experimentação que aguça os sentidos e proporciona ao público um momento de ressignificação dos espaços, dos tempos e das sensações.

Área de convivência
grátis - sem necessidade de retirada de ingressos

das 11h às 17h
Cenografia Censorial
A instalação de Renato Ribeiro é formada por um corredor cenográfico com diferentes estímulos sensoriais. A ideia é ativar no visitante sensações que não dependem dos sentidos habituais: o tato, a audição, a visão ou o olfato. Ela é voltada para pessoas de todas as idades, frequentadores do CCSP.
com: Renato Ribeiro é cenógrafo, atua há mais de 20 anos na confecção de cenários para teatro, cinema e eventos.

Piso Flávio de Carvalho
grátis - sem necessidade de retirada de ingressos

12h45 e 15h30
Cora-me
Cora-me é uma performance interativa que busca externar e tornar público o invisível e o inaudível do outro. A criação e a concepção são de Mariana Piza, que usa um vestido com leds vermelhos e, munida de um estetoscópio e um par de caixa de som, pede aos passantes do local de apresentação para ouvir o coração deles. O estetoscópio está conectado às caixas de som. Dessa forma, o som do coração da pessoa que interage na performance é ouvido pelo público. Além disso, as luzes do vestido piscam de acordo com as batidas do coração.

30min - Espaço Flavio Império (Foyer)
grátis - sem necessidade de retirada de ingressos

das 11h às 19h
Projeto Acessibilidade Cultural – Coisolândia
Coisolândia é uma metodologia de mediação cultural que promove diálogos significativos sobre acessibilidade estética. Durante a programação especial, o Coletivo convida o público para performances artísticas interativas.
com: Coletivo Grão Arte e Cidadania - coordenação: Cíntia Alves

Cortejo itinerante pelos espaços do CCSP
grátis - sem necessidade de retirada de ingressos

das 11h30 às 12h30
Show Roda de Choro
O grupo Só vendo pra crer desperta a admiração do público não somente pela musicalidade, mas pelo exemplo de superação. Com sensibilidade musical mostra o talento artístico de seis músicos cegos.
com: Romildo (cavaquinho), Júlio Machado (violão 7 cordas), Luiz Carlos de Oliveira (pandeiro), Rodrigo Alves (percussão), Zeca Mariano (percussão geral) e Alex Sandro Pereira dos Santos (surdo)
Área de Convivência
grátis - sem necessidade de retirada de ingressos

13h30
Slam do Corpo com Corposinalizante
O slam é uma batalha de poesias, um jogo, uma celebração. Nasceu nos Estados Unidos na década de 1980 e atualmente existe em diversas comunidades do mundo. É um espaço da diversidade para a discussão de questões urgentes por meio da performance poética.
Slam do Corpo é o primeiro slam de surdos e ouvintes do Brasil. Duplas de poetas (um surdo e um ouvinte) se apresentam ao mesmo tempo em português e em Libras (Língua Brasileira de Sinais), criando um encontro potente e inesperado entre as línguas.
com: Corposinalizante e Núcleo Bartolomeu de Depoimentos (criador do ZAP! – Zona Autônoma da Palavra, 1º Slam de São Paulo) - coletivos que têm aprofundado pensamentos e práticas sobre performance, depoimento e cidade

120min - livre - Espaço Flávio Império (Foyer)
libras grátis - sem necessidade de retirada de ingressos - com Libras

14h30
Histórias contadas com as mãos - Mãos de Fada
Narração de histórias em Libras (Língua Brasileira de Sinais), com acessibilidade para o português. Nesta contação, as pessoas surdas ou ouvintes (que sabem ou não falar Libras), podem entrar na magia das histórias e interagir com os personagens. No início da história, os contadores vão ensinar alguns vocabulários de Libras. No repertório, histórias como A princesa sisuda, O compadre da morte, A surpresa da princesa e O caso do bolinho.
com: Mãos de Fada - grupo de narração bilíngue de histórias: Libras e português, com contadores fluentes nestes dois idiomas. O grupo tem se proposto a narrar histórias em Libras, como uma inversão da lógica que temos visto usualmente em relação à acessibilidade, uma vez que, nesse caso, a tradução é para o português, ou seja, para quem não aprendeu a falar usando as mãos. Desse modo, o grupo proporciona ao público, tanto deficiente auditivo/surdo, quanto ao público ouvinte, infinitas possibilidades de vivenciar as histórias de uma forma diferente.
narradores: Thalita Passos, Vânia Santiago, Carol Fomin e Soraya Tuqui - tradução e adaptação das histórias: Vânia Santiago, Thalita Passos, Elaine Sampaio e Diogo SIlva

60min - livre - Sala de Leitura infanto-juvenil da Biblioteca Sérgio Milliet
libras grátis - sem necessidade de retirada de ingressos - com Libras

14h30
Exibição do filme Hoje eu quero voltar sozinho
(Brasil, 2014, 96min, DCP, drama, 12 anos)
direção: Daniel Ribeiro - elenco: Ghilherme Lobo, Fabio Audi e Tess Amorim
A vida de Leonardo muda completamente quando um novo aluno entra no colégio. O adolescente precisa lidar com o ciúme da amiga e também com os inesperados sentimentos que o recém-chegado desperta nele.

Sala Paulo Emilio Salles Gomes (99 lugares)
R$1,00 (taxa de manutenção, sem direito a meia-entrada) - a bilheteria será aberta somente no dia do evento e em seu horário de funcionamento (terça a sábado, das 13h às 21h30; e domingos, das 13h às 20h30) - os ingressos não estarão disponíveis pela internet

16h
O inimigo
A República Ativa de Teatro apresenta uma adaptação da obra de Davide Cali, O inimigo. Em meio a uma guerra, em algum lugar que poderia ser um deserto, há dois buracos. Nos buracos, dois soldados. Eles são inimigos. Sem poderem sair do lugar, eles são obrigados a conviver com o perigo, que está ao lado. Mas será que ele é tão perigoso assim? Será que tudo aquilo que contaram é verdade? De maneira lúdica e divertida, esses soldados vão se surpreender com o que está do outro lado do front. Para dar vida a esses personagens, a encenação optou por apresentá-los com um tom cômico e patético, enaltecendo a situação e promovendo uma reflexão sobre as razões e consequências de uma guerra. Quem é o malvado da história? E o mocinho? Fugindo da simplificação bem x mal, o espetáculo evidencia a complexidade da questão, na qual não há vencedores.
com: República Ativa de Teatro - texto: Davide Cali - adaptação: Leandro Ivo e Vivi Gonçalves - direção: Val Pires - elenco: Leandro Ivo e Thiago Ubaldo

50min - livre - Sala Jardel Filho (321 lugares)
libraslibras grátis - a bilheteria será aberta duas horas antes do início do espetáculo para a retirada de ingressos - os ingressos não estarão disponíveis pela internet - cada pessoa poderá retirar até dois ingressos - com Libras e Audiodescrição

18h
Olhar de neblina
O espetáculo Olhar de neblina da companhia Dança sem Fronteiras é inspirado na obra de Evgen Bavcar, fotógrafo e filósofo esloveno que perdeu a visão aos 12 anos de idade. Olhar de neblina estabelece um paralelo entre a construção coreográfica e a ideia de que a fotografia não pertence somente a quem enxerga. Esta construção parte da individualidade dos intérpretes com habilidades mistas e formações diversas. No escopo identitário e imagético do espetáculo, a fotografia também está conectada à noção de um “ver-através-da-palavra” no qual o toque e as múltiplas alternâncias sensoriais permitem uma experimentação sem limites. Por intermédio de uma lembrança residual das paisagens e dos corpos, o olhar migra constantemente por territorialidades sem fronteiras. Esta atividade integra o projeto Novas Fronteiras do Olhar, contemplado na 19ª edição do Programa Municipal de Fomento à Dança.
direção e atuação: Fernanda Amaral - atuação: Camilla Rodrigues do Carmo, Jaqueline de Souza, Beto Amorim, Lucineia dos Santos, Hélio Feitosa, Zilda Gonçalves - dramaturgia: Teresa Athayde - consultoria literária: Ricardo Barberena - trilha original: Beto Sporleder e Daniel Muller (integrantes do grupo Aderiva) - fotografia: Ricardo Teles (imagens de parte do espetáculo e de divulgação) - figurino e cenografia: David Schumaker - iluminação: Rafaela Romitelli - produtor: Roberto Campos - produção: Dança sem Fronteiras

50min - livre - Sala Adoniran Barbosa
grátis - a bilheteria será aberta duas horas antes do início do espetáculo para a retirada de ingressos - os ingressos não estarão disponíveis pela internet - cada pessoa poderá retirar até dois ingressos

 

 

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