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O
IDART (Departamento de Informação e Documentação
Artística)
foi criado em 1975 pela Secretaria Municipal de Cultura com
uma proposta inovadora, multidisciplinar,
com o objetivo principal de preservar e estudar registros
das manifestações artísticas brasileiras
produzidas ou
veiculadas na cidade de São Paulo, tendo em vista o
contemporâneo. No Idart conviviam nove áreas:
arquitetura, artes cênicas (teatro e dança),
artes gráficas, artes plásticas, cinema, comunicação
de massa (publicidade, rádio e televisão) fotografia,
literatura e música.
Em
1982, o IDART foi incorporado pelo recém-inaugurado
Centro Cultural São Paulo e o
Centro de Pesquisas passou a ser denominado Divisão
de Pesquisas, mantendo os mesmos objetivos de memória
e reflexão.
O
acervo acumulado ao longo de trinta anos conta com cerca de
900 mil documentos, estruturados em registros visuais
(negativos, contatos, slides), audiovisuais (fitas de áudio,
videoteipes, filmes 16 mm/super 8mm) e documentos escritos
(catálogos, programas, folhetos, cartazes, convites,
roteiros, etc.).
Essa memória artística, preservada no Arquivo
Multimeios do CCSP, foi também divulgada em publicações,
exposições, mostras de vídeo, seminários,
entre outros, e está disponível para consulta
pública.
A
exposição:
No espaço da Sala Tarsila do Amaral e nas gavetas do
Gabinete de Papel, foram expostos painéis com textos
e fotos
sobre a história do IDART, além de vitrines
com mostras de edições publicadas pelo Departamento.
A exposição também exibiu cartazes de
cinema, teatro, propaganda e de documentários sobre
a história da televisão brasileira.
Entre os cerca de 200 documentos presentes na mostra, estavam
manuscritos de Jorge Andrade, Cacilda Becker,
Paulo Emilio Salles Gomes, e outros.
Um
dos painéis apresentou todos os nomes de ex-funcionários
e diretores que colaboraram para a ampliação
desse acervo.
A
exposição Idart 30 anos aconteceu de maio a
29 de julho de 2007, na Sala Tarsila do Amaral e Gabinete
de Papel.
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