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S
o b r e o g r u p o:
O
Núcleo OMSTRAB, sediado na cidade de São
Paulo, comemora 10 anos de existência e de atividade
continuada. Nesse período, teve a participação
de mais de uma centena de profissionais das mais diversas
áreas do universo cultural paulistano.
Durante
este tempo, realizou oito produções desenvolvidas
a partir de trabalhos de pesquisa que seguem um conceito
de integração de linguagens (dança
contemporânea, música ao vivo e teatro).
O ambiente e a inspiração são o
universo interativo rural/urbano, popular/pop, informação
oral/mídia eletrônica, micro/macro espaço,
visando à elaboração de uma linguagem
cênica contemporânea.
No
Brasil, vem se apresentando regularmente em diversos
teatros do país e participando dos mais significativos
eventos de dança, como o Panorama RioArte, a
Mostra Internacional de Dança do Sesc SP, o Festival
Internacional de Londrina, entre outros.
Paralelamente
ao seu trabalho de criação artística,
o Núcleo Omstrab realiza regularmente um trabalho
didático e de formação de público
por meio de oficinas, debates e performances em espaços
públicos, teatros de bairro, CEUs, Casas de Cultura,
Universidades e estúdios de dança.
P
r ê m i o s r e c e b
i d o s:
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LINC
(Lei de Incentivo à Cultura) da Secretaria
de Estado da Cultura 1997 para a montagem
do espetáculo Festa. |
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Estímulo
à Dança da Secretaria Municipal de
Cultura de São Paulo 2004 |
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Prêmio
Funarte de Dança Klauss Vianna 2006 |
Festivais
e eventos especiais em que a companhia se apresentou:
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VII
Bienal de Dança de Lyon, em 1996
na França. |
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XIV
Festival Internacional Hispânico de Teatro,
em 1999 nos Estados Unidos. |
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Florida
Dance Festival, em 1999 nos Estados Unidos. |
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We
Love Dance Festival, em 2004 no Japão. |
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XIII
Festival Centroamericano de Teatro de El Salvador,
em 2005 |
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Turnê
nos Estados Unidos pela National Performance Network,
em 2006 |
S
o b r e o s e s
p e t á c u l o s:
Em
Brecht com Br, a companhia apresenta uma sucessão
rítmica de imagens que transformam poemas de
Bertold Brecht em um rap, uma dança, ou até
um repente. Ambientado em uma feira, o espetáculo
mostra as diversas relações de compra
e venda de mercadorias, seus pregões, cantos
e cantadas. Vozes, cheiros e cores se misturam com gritos
e odores. Nessa alegoria brechtiana, são abordados
temas como desemprego, desigualdade social, alienação
e fome. As cenas se apropriam dos poemas com humor e
ritmo, na forma de um musical brasileiro com pitada
de circo e cabaré.
Em Fábrica, o roteiro percorre imagens de trabalhadores
de diversas épocas: os camponeses de uma grande
fazenda do século passado que abrigava imensas
plantações de banana, os operários
de uma fábrica de tambores e de geladeiras e
os das fábricas culturais contemporâneas.
O espetáculo representa o conflito causado pela
poluição ambiental da era industrial em
contraste com a pureza da folha da bananeira. A trilha
sonora original procura reinterpretar a evolução
dos ritmos brasileiros ao longo das cenas. A intenção
é transformar o espaço cênico em
um grande espaço sonoro, extraindo som também
de seus materiais e estruturas.
S
o b r e o s
a r t i s t a s:
Fernando
Lee (diretor, bailarino e coreógrafo)
Sua carreira teve início nas companhias Balé
Stagium e Balé da Cidade de São Paulo,
em que atuou como bailarino. Desde então, desenvolve
trabalho solo na busca de um espaço de integração
entre ações cotidianas, voz e movimento
com raízes brasileiras. Participou de vários
festivais no Brasil e na Europa. Teve duas indicações
para o Prêmio Apetesp como melhor coreógrafo
pelos musicais Você vai ver o que você
vai ver e O concílio do amor. Como
ator, bailarino, coreógrafo e diretor corporal,
integrou diversas montagens teatrais, destacando-se
Tempestade e ímpeto (Festival de Teatro
de Curitiba) e Hamlet, com o Teatro Oficina.
Em 1996, fundou o Núcleo Omstrab, com o qual
concebeu, produziu e dirigiu oito espetáculos,
além de atuar em todos eles.
Vitor
Bassi (bailarino)
Ator-dançarino, iniciou suas atividades artísticas
no ano de 2000 em espetáculos e performances
realizados na cidade de Osasco e outras regiões
do estado de São Paulo. Possui os cursos de iniciação
teatral (Academia Paulista de Artes), dança-teatro
(Secretaria de Cultura da Cidade de Osasco), dança
contemporânea (Studio de Dança Patrícia
Lopes), entre outros. Como intérprete, atuou
em espetáculos como Apocalipse (2º
lugar da fase municipal do Mapa Cultural Paulista de
2003), Orfeu e De meu eu.
Pedro Peu (músico)
Iniciou
estudos de percussão em 1985 em Feira de Santana,
Bahia. A partir de 1988, desenvolve trabalhos ligados
à capoeira. Em São Paulo, desde 1989,
fez parte de vários núcleos de cultura
afro-brasileira, entre eles o Grupo Consciência
Negra e o Grupo Okum, em que estudou dança e
teatro. Atualmente, coordena o Grupo Batakerê
de percussão e o núcleo da zona leste
do Centro de Capoeira Angola Angoleiro Sim Sinhô.
Nilson
Dourado (músico)
Multi-instrumentista,
compositor e arranjador, estudou violão popular
e erudito, guitarra, canto popular, percussão
e clarinete. É formado em viola caipira pela
Universidade Livre de Música Tom Jobim. Desenvolve
desde 1998 diversas atividades didáticas, dentre
elas aulas de violão, guitarra, viola caipira,
oficinas de percussão e musicalização
e workshops de consciência musical. Atua como
músico desde 2000 no Núcleo Omstrab.
Alex
Martins (bailarino)
Bailarino
e coreógrafo, iniciou seus estudos de dança
em 1982. Formou-se em balé clássico e
jazz. Cursou Tanztheatre e composição
coreográfica no Laban Centre em Londres. Apresentou-se
na Inglaterra, França, Japão, Argentina,
El Salvador e Estados Unidos, além de atuar em
trabalhos de coreógrafos brasileiros. Trabalha
como coreógrafo e preparador corporal em espetáculos
teatrais. Leciona dança contemporânea na
Escola de Ballet Sandra Amaral e no Alex Martins Espaço
de Dança. Atua no Núcleo Omstrab desde
1996.
Márcio
Greyk
Fundador e coordenador do grupo de pesquisas,
ritmos e danças Batakerê. Atuou como arte-educador
em diversos projetos, como o Dança de Rua
e Percussão e Projeto Dança e Comunidade.
Como dançarino, participou dos espetáculos
Samwaad, Milágrimas, Criança Esperança
2006 (com Gilberto Gil), entre outros.
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Atividades realizadas pelo fomento:
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Foi realizado o Projeto Omstrab 10 anos, que
gerou a remontagem de seis espetáculos do
repertório da companhia e sua circulação
pelos teatros da cidade de São Paulo. O grupo
também percorreu os CEUS com apresentações,
workshops e visitas monitoradas no palco. |
Página
do grupo:
www2.uol.com.br/omstrab
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