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S o b r e   o   g r u p o:

O Minik Momdó procura ocupar espaços não convencionais por meio de performances e instalações. Atuante desde 1998, sob a coordenação de Maria Mommensohn, é composto por um núcleo de atores/bailarinos e artistas de diversas linguagens. A pesquisa do grupo consiste na transformação do espaço público com o foco na dança.

Prêmios recebidos e participações em eventos especiais:

Estímulo à Dança da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo 1999, na categoria novos espaços coreográficos, por Missa para Santa Cecília.
Prêmio EnCena Brasil 2000, por TANDANZ 8 DOGMAS Novas Dobras.
Prêmio Funarte Petrobras de Fomento à Dança 2006, por Protótypos

Sobre o espetáculo PólisSemos:

Polissemia é a palavra origem do título desta performance-instalação cujas associações sonoras confundem a multiplicidade de significados da cidade e determinam o caminho desenvolvido pelo grupo ao discutir os sentidos de sermos habitantes povoados pelos signos da Pólis.

Sobre os artistas:

Maria Mommensohn (diretora)
Bailarina, coreógrafa e pesquisadora na área de antropologia da dança. É formada por Maria Duschenes e Laban Center, de Londres. Em 2004, participou de pesquisa em teatro físico no grupo TUCA, da PUC-SP, com o espetáculo MBOCHY. É mestre em dança pela Unicamp. Também atua como professora da Escola Municipal de Bailados de São Paulo desde 1989. Dentro do grupo, desenvolve pesquisa sobre o tema do labirinto de Ariadne e a trilogia do Minotauro com os espetáculos Óikos e Metóikos aquele que mora na casa do outro. Organizou, em parceria com Paulo Petrella, o livro Reflexões sobre Rudolf Laban: o mestre do movimento, pela Editora Summus.

Paulo Petrella (assistente de direção)
Ator e bailarino com formação em dança contemporânea. Integra o grupo desde seu surgimento em 1998. Estudou dança e teatro com João Andreazzi, Sandro Borelli, Isabel Setti, entre outros. É coordenador pedagógico de dança da EMIA - Escola Municipal de Iniciação Artística de São Paulo. Organizou, em parceria com Maria Mommensohn, o livro Reflexões sobre Rudolf Laban: o mestre do movimento, pela Editora Summus.

Suzana Schmidt (bailarina e atriz)
Mestre em artes pela ECA-USP, possui bacharelado em artes cênicas pela mesma escola. Estudou dança clássica com Maria Olenewa, Jane Blauth e Halina Biernacka e contemporânea com José Maria Carvalho e Crisina Slamistraro. Como intérprete, diretora ou preparadora corporal atuou no Brasil e no exterior, com os grupos Gran Teatro de La Habana, em Cuba, e Expo 98, em Lisboa. Atualmente, participa também como atriz e pesquisadora do iNERTE, grupo de pesquisa teórica e prática sobre recepção teatral. Como educadora, desenvolve projetos de ação cultural e oficinas artísticas em entidades ligadas ao terceiro setor (como a ASA - Recanto Primavera, Barracão dos Sonhos, Projeto Aprendiz) e à escola particular de teatro Studio 56.

George Sander (bailarino e ator)
Participa do teatro universitário da Unesp. Estreou no teatro profissional em 1994, com O mambembe. Atuou em outros espetáculos de teatro e dança com artistas como Antônio Abujamra, Kleber Montanheiro e Maria Mommensohn. Estudou coral e dança contemporânea com Ruth Rachou na Escola Municipal de Bailado. Também teve aulas com Martha Grahan, Ana Figueiredo de Isadora Duncan e estudou dança Butoh. Desde 1998, pesquisa e realiza apresentações de performances individuais e coletivas com os grupos Mídia K, NeoTao e Núcleo Inspira. Foi contemplado pelo prêmio do Fomento ao Teatro 2006, com o espetáculo Yo soy o que a aguá me deu - Frida Kahlo, com o Teatro das Epifanias, grupo em que trabalha também como preparador corporal e performer.

Ricardo José Escudero Nunes (assistente de cenografia)
Iniciou sua formação artística por meio de pesquisa fotográfica ligada à arte digital/virtual. Atua como performer e artista visual no Núcleo Inspira, pelo qual participou do FILE (Festival Internacional de Linguagem Eletrônica) em 2003 e 2004.

Lennon Fernandes (músicos)
Músico, arranjador, educador e produtor musical. Também ministra cursos livres e workshops com temas que vão desde percussão corporal até música do século 20. É também integrante do grupo Trans de Música Contemporânea. Pesquisa mecanismos para a criação de trilha para performances e instalações. No grupo, coordena os ateliês de música e criação da paisagem sonora.

David Schumaker (diretor de cenografia e figurino)
Formado em artes plásticas pela ECA-USP, atua em projetos de cenários, figurinos e direção desde 1989. Entre as produções para as quais já criou figurino, podem ser citadas Os Sertões - o homem 1, peça contemplada pelo prêmio APCA de melhor espetáculo 2004 e Mutante, que recebeu o prêmio de melhor filme curta metragem no Festival da Bahia e Festival da Alemanha.

Décio Filho (iluminador)
Atua como iluminador desde 1987 e tem como principais trabalhos Coquetel Clown, XPTO e Babel Bum, com o grupo XPTO. Para a Cia. Nova Dança, trabalhou em Pérola, A dama do serrado, Insônia e Estrada de um andaluz. Participou também da criação de luz para o a coreografia Gárgulas, de Sandro Borelli, e em Algum lugar fora do mundo, de João Andreazzi. Recebeu duas indicações do prêmio APETESP pela iluminação dos espetáculos Panos e lendas (1991) e Como a lua (1992).

Marina Lopes (bailarina e atriz)
Bailarina, cursa comunicação e artes do corpo pela PUC-SP. Trabalhou na Cia. Corpos Nômades, pela qual participou dos espetáculos Hiperbolikós, Algum lugar fora do mundo, Cenas Corpos Nômades e Gramática expositiva do chão. Participou de eventos como Caravana Paulista de Teatro, Mostra Sesc do Mediterrâneo, Mostra de Dança do Sesi - SP, entre outros.

Fabíola Camargo (bailarina e atriz)
Formada em balé clássico pela escola Cisne Negro, obteve experiências com profissionais da dança como Patrícia Galvão, Ismael Guiser, Gícia Amorim e Claudia de Souza. Fez parte também da Cia Corpos Nômades.

Fernando Delabio (bailarino e ator)
Bacharel em artes cênicas pela UEL. Entre junho e abril de 2007, viajou com o projeto Estradafora pelos estados de São Paulo e Minas Gerais, atuando nas peças Auto da passagem e O flautista mágico. Também participou do espetáculo Gosto de calêndulas, realizado pela Confraria da Dança em Campinas.

Jessé Siqueira (músico)
Violinista formado pela Universidade de Música Tom Jobim (ULM). Participou da Orquestra da ULM com o professor Enaldo Oliveira. É integrante do grupo TRANS desde seu início e participou de todas as atuações como músico no grupo. É professor particular de violino.

  Atividades realizadas pelo fomento:

     O incentivo recebido permitiu que o grupo aprofundasse a pesquisa que desenvolve há seis anos sobre o tema do “labirinto”. Por meio de ateliês de linguagens artísticas, recebeu e treinou aprendizes durante os meses de desenvolvimento do projeto, utilizando procedimentos pesquisados pelo grupo. Propôs reflexões e vivências com artistas pesquisadores do método Laban, por privilegiar a dança enquanto encenação. Agregou artistas participantes dos ateliês na montagem do espetáculo PólisSemos, que, por meio da ocupação de espaço público e da pesquisa cênica, propõe a estruturação de um espetáculo-instalação.