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S o b r e   o   g r u p o :

A Key Zetta e Cia. é formada pelos dançarinos Key Sawao e Ricardo Iazzetta e seus artistas convidados. Os dois são parceiros artísticos desde 1996 e desenvolvem seus trabalhos de criação focados na pesquisa de linguagens corporais e suas inter-relações. Ambos integraram a Cia Tamanduá de Dança-teatro, fundada por Takao Kusuno, e dançaram nos grupos República da Dança e Cia. de Dança do Staastheater de Kassel (Alemanha), dirigidas por Ana Mondini. Também atuam como colaboradores artísticos de diversas montagens teatrais, trabalhando com diretores como Francisco Medeiros e Naum Alves de Souza e com os grupos Teatro da Vertigem e Pia Fraus Teatro. São professores convidados da Cia2 do Balé da Cidade de S. Paulo, pela qual dirigiram o espetáculo Como é que faz pra sair da ilha?.


P r ê m i o s    r e c e b i d o s :

Bolsa Vitae 1997, pelo projeto Sounds of Myself
Estímulo à Dança da Secretaria Municipal de Cultura 2004, pelo projeto Sorrindo encontrei minha prima.
Programa de Residências Coreográficas da Oficina Oswald de Andrade 2005, por Obrigado por vir, que teve sua estréia no Panorama Sesi de Dança 2005.
Cultura Inglesa Festival 2006, por A pé -walking the line.
PAC - Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo 2006, por A pé -walking the line.
Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2006, por Permitido sair e entrar.
Programa Municipal de Fomento à Dança 2007, na modalidade Criação Coreográfica, por O homem continua ou Como um homem pode pensar que é dono de um boi?
PAC - Programa de Ação Cultural 2007, para montagem do espetáculo Hana (quantos anos?).

S o b r e   o   e s p e t á c u l o :

Como pode um homem pensar que é dono de um boi? - esta pergunta, feita pelo poeta Ferreira Gullar em uma de suas crônicas, serve de inspiração para a pesquisa e criação do espetáculo da companhia. Para este espetáculo, foram chamados os criadores-intérpretes Eliana de Santana e Daniel Fagundes, o iluminador Domingos Quintiliano e o coordenador de arte Hideki Matsuka. O homem continua ou Como pode um homem pensar que é dono de um boi? promove um encontro despretensioso com o espectador. A partir das reverberações e reflexões impulsionadas pelas questões contidas no título, os artistas trafegam por um percurso, construindo um diálogo com o espaço, e com o próprio ato de manifestar algo.

S o b r e   o s   a r t i s t a s :

Key Sawao
Tem formação em dança contemporânea e clássica, além de estudos em práticas corporais orientais. Atua nas áreas de dança e teatro como diretora, intérprete, intérprete-criadora, assistente e preparadora corporal. Pela Cia. Tamanduá de Dança-Teatro, na qual atua desde 1998, já se apresentou em diversos festivais nacionais e internacionais como Vestígios do Butoh, no Sesc Consolação, e Bienal de Kyoto, no Japão. Foi professora convidada do Balé da Cidade de S. Paulo entre 2004 e 2007.

Ricardo Iazzetta
Formado pela The Juilliard School of New York, possui treinamento em técnicas corporais orientais de movimento. Participou, junto com Rodrigo Araújo-Bijari, do vídeo-dança Várzea, contemplado pelo Prêmio Petrobrás 2006. Foi dançarino convidado em projetos como Todos os doze, da Cia 2 do Balé da Cidade de S. Paulo, em 2005. Como ator convidado, participou de Olhos vermelhos - um tributo à Antígona, da Pia Fraus Teatro/Viagem Teatral Sesi, em 2005, e de Paraíso Perdido, do Teatro da Vertigem, em 2004. Dirigiu o projeto Peças e Pessoas, em parceria com Calixto de Inhamuns e Charles Raszl, com roteiro de Luis Alberto de Abreu.

Daniel Fagundes (criador-intérprete)
Bacharel em comunicação das artes do corpo pela PUC-SP, com habilitação em dança e performance. É professor de dança de salão no Espaço de Dança Andrei Udiloff. Participa das companhias Pé no Canto e Raso da Catarina. Atuou nos espetáculo solos Árvore, no Tucarena, e O maior dos pesos, na Galeria Olido. Foi sonoplasta do espetáculo de dança contemporânea E tudo se movia a minha volta, de Zélia Monteiro. Foi dançarino convidado na mostra Território da dança, realizado em homenagem a Klauss Vianna, no Sesc Consolação. Compôs a trilha sonora do espetáculo Impermanencias, da dançarina Vera Sala. Participou da Mostra Rumos Dança 2007.

Hideki Matsuka (coordenador de arte)
Trabalhou na cenografia de diversos eventos como o espetáculo Medéia, de Antunes Filho, apresentado no Sesc Belenzinho em 2001. Também atuou no projeto Palco em cena, apresentado em 2000 no Sesc Vila Mariana, e em A volta ao mundo em 80 jogos, no Sesc Consolação em 2001. Participou da produção de vários eventos, entre eles a Bienal SESC de Dança, no SESC Santos, e o 3 Trios - 1000 Sons, no Centro Cultural Banco do Brasil. Atua como coordenador de arte também na Cia. Tamanduá de Dança-Teatro. Foi membro do júri da II Bienal de Dança, no Sesc Santos em 2000. Contemplado pela Bolsa Vitae de Artes, realizou um projeto de pesquisa sobre o coreógrafo Takao Kusuno.

Domingos Quintiliano (iluminador)
Iniciou sua carreira em 1984, no Centro de Pesquisa Teatral do diretor Antunes Filho. No ano seguinte, passou a trabalhar com o Grupo Boi Voador, dirigido por Ulysses Cruz, e tornou-se o iluminador oficial da companhia e colaborador mais freqüente na carreira desse diretor. Trabalhou com outros grandes diretores e atores como Paulo Autran, Raul Cortez, Cacá Carvalho, entre outros. Criou a luz para shows de Maria Bethânia, Jane Duboc e para a banda Karnak. Também trabalhou em espetáculos de dança de Sandro Borelli, Balé da Cidade de S. Paulo e Grupo Primeiro Ato. Já recebeu vários prêmios, entre os quais se destacam: Prêmio Shell, Prêmio Sharp de Teatro, Prêmio APCA e Prêmio Molière.

Eliana de Santana (criadora-intérprete)
Bailarina e pesquisadora, recebeu o Prêmio Funarte de Dança Klauss Viana 2006 desenvolver e conceber o espetáculo Francisca da Silva de Oliveira - Chica da Silva - um esboço. Participou dos espetáculos Ritual do cotidiano, de Phillipe Jamet e Totem, de Emilie Sugai, além de diversos espetáculos teatrais.

 

  Atividades realizadas pelo fomento:

     Criação e apresentação do espetáculo O homem continua ou Como pode um homem pensar que é dono de um boi?. Este trabalho estreou em agosto de 2007, e foi apresentado na Casa de Cultura da Penha, na Casa de Cultura da Freguesia do Ó, no Centro Cultural Monte Azul, na Paidéia Associação Cultural, no Espaço Viga e no Sesc Ipiranga. .