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S
o b r e o g r u p o :
Os
trabalhos da Cia. Corpos Nômades buscam
experimentar as possibilidades de atuação
cênica corporal, envolvendo múltiplas linguagens
como o teatro, a vídeo-arte, a música,
a literatura e instalações performáticas.
O objetivo é atuar na formação,
na criação e na difusão das artes
cênicas contemporâneas.
Tudo
começou quando, ao regressar da Holanda, em 1999,
João Andreazzi atuou como coreógrafo residente
da Oficina Cultural Oswald de Andrade. Ali, ele desenvolveu
o projeto Things - m@loc@/F@vel@ - as Coisas,
envolvendo a cultura do hip-hop, do samba e dos índios
guaranis. Desse contato inicial, resultou o projeto
Corpos Nômades. Surge, assim, a Cia. Corpos Nômades,
com o espetáculo OOZE/EZOO, de 2000. A
apresentação, inspirada em poemas de Samuel
Beckett, fundiu a dança contemporânea com
elementos de hip-hop e da vídeo-arte.
No
repertório da companhia, destaque para Remix-pôs-ter,
Cenas corpos nômades, Nocaute, Hyperbolikós
(inspirado em Paulo Leminski), Algum lugar fora do
mundo (inspirado em Rimbaud, Artaud, Baudelaire,
Jean Cocteau e Luiz Buñuel) e a estréia
inspirada na obra de Manoel de Barros, Gramática
expositiva do chão.
P
r ê m i o s r e c e b i d o
s :
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Funarte
de Dança Klauss Vianna 2007, por O
barulho indiscreto da chuva |
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Caixa
Cultural 2007, por Algum lugar fora do
mundo |
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APCA
(Associação Paulista de Críticos
de Arte) 2005, por Algum lugar
fora do mundo |
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Rumos
Itaú Cultural Dança 2004, por
Hyperbolikós |
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Braços
e Pernas pela Cidade 2004, por Nocaute |
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Estímulo
à Dança da Secretaria Municipal de
Cultura de São Paulo 2004,
por Cenas corpos nômades |
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EnCena
Brasil 2002, da Funarte, por Remix - pôs/ter |
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APCA
(Associação Paulista de Críticos
de Arte) 2000, por Aos olhos de alguém. |
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Estímulo
à dança da Secretaria de Estado da
Cultura de São Paulo 1994,
por Últimas tentações
de Santo Antão |
Festivais e eventos especiais em que a companhia
se apresentou:
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Panorama
SESI de Dança 2005, com Nocaute
e Hyperbolkós; |
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Mostra
Internacional de Artes Mediterrâneo - SESC/SP
2005,
com Algum lugar fora do mundo |
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4
Movimentos 2006, no Centro Cultural Banco do Brasil
Rio de Janeiro,
com Hyperbolikós |
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Caravana
de Teatro SESC/SP 2006, com Algum lugar
fora do mundo |
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Dança
em Pauta 2007, no CCBB, com Fuga fora
do tempo |
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Mostra
Internacional de Dança - SESC/SP 2001,
com Treme-terra |
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Festival
de Teatro de Curitiba (Mostra Oficial) 2001,
com OOZE/EZOO |
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Bienal
Sesc de Dança 2000, em Santos,
com OOZE/EZOO; |
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Nederlandse
Dans Dagen 1998, na Holanda, com Shoot
in the hood |
S
o b r e o s a r
t i s t a s :
João Andreazzi (bailarino,
coreógrafo e diretor)
O paulistano iniciou seu trabalho como ator, performer,
bailarino e coreógrafo na década de 1980,
mostrando seu trabalho em espaços como o Masp,
centros culturais, teatros, museus e casas noturnas.
Nesse período, Andreazzi começou a pesquisar
o corpo, e, em 1990, passou a se dedicar ao ensino da
dança. De 1996 até 1998, o coreógrafo
viveu na Holanda, como bolsista do Ministério
da Educação, na School for New Dance
and Development. Ao retornar, atuou como coreógrafo
na Oficina Cultural Oswald de Andrade, trabalho que
deu origem à Cia. Corpos Nômades.
Fabiola Camargo (bailarina)
Formou-se pela Escola Cisne Negro Cia. de Dança.
Estudou na Royal Academy of Dancing, em Londres
e na Escola de Marais, em Paris. Participou das apresentações
Casa das Rosas, de Gícia Amorim, Remix-pôs-ter,
de João Andreazzi, de espetáculos de balé
de repertório da Cia. Cisne Negro, de Hulda Bittencourt,
entre outros.
Zezinho Alves (bailarino)
Estudou dança contemporânea. Atuou como
bailarino, assistente de direção e assistente
de coreografia na Cia. I de Dança Contemporânea
de Itapecerica da Serra, no espetáculo Serum.
Como bailarino, participou dos espetáculos Cidades,
da Cia. de Dança Contemporânea Sopro,
Sobre o amor e o tempo, da Cia. Korunn, Algum
lugar fora do mundo, da Cia. Corpos Nômades,
e outros.
Carolina Siqueira (bailarina)
Iniciou seus estudos em dança em 1997, com Odilon
Roble. É formada no curso de dança do
departamento de artes corporais da Unicamp. Foi pesquisadora
convidada no grupo de teatro e dança do Núcleo
Interdisciplinar de Comunicação Sonora
da mesma universidade. Integrou o elenco da Cia.
Cênico-circense ParaládosAnjos, do Grupo
Gesto e da Micrantos Cia. de Dança.
Ádega Olmos (bailarina)
Atriz formada pelo curso profissionalizante Célia Helena
e filósofa pela PUC-SP, realizou diversos cursos e workshops
na Europa, entre eles técnica vocal, expressão corporal,
coreografia, mímica, circo, etc. Participou, em 2004,
da vídeo-instalação No war, no Instituto Tomie
Othake. Com a Cia. Corpos Nômades, realizou o espetáculo
Algum lugar fora do mundo, a performance Submergir
e o evento Undergound: passado/presente?
Ricardo Silva (assistente de produção,
responsável pelas projeções, sonorização
e iluminação)
Estudou dança contemporânea com João
Andreazzi de 2002 a 2003, na Casa de Cultura Chico Science,
e em 2005 no Centro Cultural São Paulo. Estudou
capoeira angola OMOAYÊ com o mestre BUI. Faz parte
da Cia. Corpos Nômades desde 2001, em que participou
dos espetáculos OOZE/EZOO, Pôs-ter,
Remix-pôs-ter, entre outros. Produziu o curso
de dança afro no espaço do grupo OMOAYÊ
entre 2003 e 2004. Atualmente também ensina capoeira
angola.
Vanderlei Lucentini (trilha sonora)
Estudou música eletroacústica no Dartmouth
College, em Hanover, nos Estados Unidos. No Brasil,
teve a orientação dos compositores Ernest
Mahle e Conrado Silva. Suas obras foram apresentadas
no Festival de Música Nova em 1991 e 1992, no
Festival de Inverno de Campos do Jordão em 1993,
no 3º Simpósio Internacional de Computer
Music em 1995 e na Bienal Internacional de Arquitetura
em 1997. Montou a trilha sonora dos espetáculos
OOZE/EZOO, Aos olhos de alguém e Pôs-ter.
Décio Filho (iluminação)
Atua como iluminador desde 1986. Estudou com Nezito
Reis e Iacov Hillel. Realizou a concepção
de luz para os espetáculos Coquetel Clown,
XPTO Mega Mix e Babel Bum, realizando temporadas
em cidades da América Latina e da Europa. Recebeu
duas indicações ao prêmio APETESP,
pela criação da luz dos espetáculos
Panos e lendas e Como a lua. Ganhador do prêmio
de Melhor Iluminação do Festival de Teatro
de Vitória de 2000, com o espetáculo Amor.
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Atividades realizadas pelo fomento:
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Foram realizados restauro, locação,
reforma e adaptação da sede da Cia.
Corpos Nômades, nomeada de LUGAR, onde foi
produzido e apresentado o espetáculo Gramática
expositiva do chão. O LUGAR abrigou
diversas outras atividades, como os espetáculos
Algum lugar fora do mundo e Fuga fora
do tempo. |
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Também foram produzidos ateliês
coreográficos e test-tube happenings (performances
improvisadas com a participação do
público). Além disso, houve eventos
sobre a cultura hip-hop, com Nina Brown, Tota e
DJ Dan-Dan e workshops de hai-kai com Alice Ruiz.
Tudo gratuito. |
Página
do grupo: www.ciacorposnomades.art.br
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