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S
o b r e a c o m p a n
h i a :
A Cia. Artesãos do Corpo é orientada pelos
princípios do teórico da dança
Rudolf Laban. O grupo pesquisa não só
a linguagem estética, mas também um ofício
artístico inspirado pelo corpo e pelo diálogo
entre diferentes artes (dança, teatro, artes
plásticas, performance, música, poesia).
Criada há oito anos pela socióloga, bailarina
e atriz Mirtes Calheiros, a companhia é formada
por atores/bailarinos e pesquisadores de artes cênicas.
O grupo mantém o Estúdio Artesãos
do Corpo, localizado no bairro Higienópolis,
onde realiza ensaios e desenvolve pesquisa de linguagem.
O intuito dos espetáculos produzidos é
estimular a sensibilidade e a consciência do público
para temas sócio-culturais contemporâneos.
Fazem parte de seu repertório as apresentações
Espasmos urbanos, Mrykaok, Valparaíso,
Estudos sobre o desejo, Pequeno espaço para ser
eu mesmo e Esquina. O grupo também cria instalações
coreográficas voltadas para a rua: Olhar urbano
(slow); a intervenção Teatro na
janela; o espetáculo Formas que o acaso
e o vento dão às nuvens e a performance
R.U.A. relatos urbanos anônimos. Desde
2006, a companhia realiza o Festival Internacional de
Dança em Paisagens Urbanas - Visões Urbanas,
que faz parte da rede CQD - Cidades que Dançam.
Na fronteira entre dança, teatro e arte performática,
a companhia se concentra na pesquisa sobre o corpo como
eixo imutável, centro da ação humana
e fonte de conhecimento para formação
do pensamento simbólico.
Prêmios recebidos pela companhia:
Prêmio Funarte Petrobras de Fomento à Dança,
pelo espetáculo Formas que o acaso e o vento
dão às nuvens.
Sobre o espetáculo Estudos sobre o desejo:
O desejo como aspiração, nostalgia,
transgressão, como salvação para
a mesmice. Estudar o desejo é reconhecer a hipocrisia
cotidiana em tentar dissimulá-lo e finalmente
descobrir que o desejo não se conforma com regras,
moral ou fronteiras e renasce sob outras formas toda
vez que é satisfeito ou reprimido. O corpo que
deseja nunca é um corpo indiferente e seus movimentos
transitam entre o desespero, o abandono ou a vontade
de agradar. A companhia foi buscar em seu próprio
corpo as várias manifestações do
desejo. Constatou que ele sempre esteve presente em
suas criações e continuará nos
próximos trabalhos, pois como fazer arte sem
expor seus mais profundos desejos?
S o b r e o s a r t i s t
a s:
Mirtes
Calheiros (coreógrafa, diretora e intérprete)
Bailarina
e pesquisadora do movimento e professora de dança-teatro.
Graduada em sociologia pela PUC-SP, une seus conhecimentos
em ciências sociais e em dança para o desenvolvimento
de grupos que utilizam os princípios da expressão
corporal. Dirige a Cia. Artesãos do Corpo
e o Estúdio Artesãos do Corpo, no
qual desenvolve um estilo de criação e
direção baseado na criação
a partir do improviso e em cenas focalizadas na eloqüência
do corpo. Coordenadora dos seguintes projetos sócio-culturais:
EducArte, que auxilia 70 crianças do bairro de
Santa Cecília; Teatro na Janela e Ter Sendo o
Corpo. É diretora artística do Festival
Internacional de Dança em Paisagens Urbanas -
Visões Urbanas.
Ederson Lopes (administrador, intérprete
e produtor)
Bailarino, intérprete, assistente de direção
e produtor da companhia desde 1999. Dirige e administra
o Estúdio Artesãos do Corpo, no qual também
ministra aulas de dança e teatro. É formado
pelo método Stanislavski de teatro. Desenvolve
pesquisa sobre as possibilidades expressivas dos conceitos
do teórico da dança Rudolf Laban, orientado
por Mirtes Calheiros. Seu trabalho também envolve
a linguagem teatro-dança e os aspectos psicológicos
que a prática da expressão corporal possibilita.
Idealizou e produziu o ciclo de workshops Corpo em
foco, voltado para a instrumentalização
dos intérpretes/criadores que têm no corpo
sua forma de expressão. Produz o Festival Internacional
de Dança em Paisagens Urbanas - Visões
Urbanas. Como arte-educador, desenvolve projetos ligados
à inclusão social por meio das artes.
Andrea Krohn (intérprete)
Bailarina e intérprete da companhia desde julho
de 2006. Está no quarto ano de dança na
Unicamp. Participou da comissão organizadora
do 5° e do 7° Festival do Instituto de Artes
da Unicamp (FEIA), respectivamente em 2004 e em 2006
Elder Ildefonso (intérprete)
É bacharel em educação artística
com habilitação em artes cênicas
pela Universidade São Judas e professor de artes
no Campo Limpo Paulista. Além disso, atua como
artista de circo, sendo praticante de malabares e pirofagia.
Ken Kronaz (intérprete)
Participa da companhia desde 1999. Produz uma pesquisa
teatral sobre o corpo e as relações comunicativas.
Como ator, já participou das peças: O
processo, adaptação de Stephen Berkoff
para a obra de Kafka, e O corsário do rei, musical
de Augusto Boal e Carmina Burana, de Carl Orff.
Rosana Judkowitch (intérprete)
Atriz formada pela EAD/ECA-USP, já trabalhou
com diversos diretores, entre eles Luis Damasceno, Bete
Dorgam, Georgete Fadel e Iacov Hillel.
Gisele Ross (intérprete)
Bailarina e intérprete da companhia desde 1999.
Também é atriz, musicista - toca violão
e trompete, além de estudar teoria musical -
e artesã, com ênfase em mosaicos, desenhos
e pintura.
Rodrigo Caffer (intérprete)
Intérprete do grupo desde 1999. Também
é ator. Atua como coralista e monitor do CoralUsp
desde 2000.
P
á g i n a d o g r u p
o : www.ciaartesaosdocorpo.art.br
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