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de 6/9 a 2/11
De onde o sol se esconde - histórias
do Japão
(50min, 3 anos)
grupo: Cia. Provisório - Definitivo - texto: Paula Arruda
e Pedro Guilherme - direção: Paula Arruda e Pedro
Guilherme - elenco: Pedro Guilherme, Paula Arruda, Fábio
Rosa e Perla Frenda
Para mostrar que os brasileiros e os japoneses, embora sejam de
lugares muito diferentes, podem se divertir da mesma maneira,
quatro histórias japonesas serão contadas: Bobo
Saburo, A dança do macaco e do pardal, A princesa e o vaso
e O casamento da ratinha.
sábados e domingos, às 16h - Sala Paulo Emilio Salles
Gomes (110 lugares)
Mais sobre a peça
Com
texto e direção de Paulo Arruda e Pedro Guilherme,
De onde o sol se esconde é baseada em histórias
infantis japonesas. O espetáculo se propõe como
um misto de peça e contação de histórias
que, com estrutura cênica simples, pode ser apresentado
em qualquer lugar. A primeira versão da peça, chamada
de Encantos do Outro Lado do Mundo - Histórias do Japão,
estreou em 2006 no Sesc Interlagos.
Trata-se de quatro histórias - Bobo Saburo;
A Dança do Macaco e do Pardal; A Princesa e o
Vaso e O Casamento da Ratinha - ligadas entre si porque
expõem uma visão do mundo diferente da do ocidente,
relativizando conceitos e pontos de vista.
A primeira história é a de um menino
atrapalhado que, por confundir o que as pessoas lhe dizem, acaba
sempre fazendo coisas muito tolas, por exemplo espalhar moedas
de ouro no sol pra secar, como seu pai lhe pedira pra fazer com
as batatas. A dança do macaco e do pardal conta
a história de um casal de velhos lenhadores que, depois
de beberem líquidos estranhos, sentem vontade de dançar.
Trata-se de uma metáfora para explicar as diferenças
entre o feminino e o masculino. Já em A princesa e o
vaso, uma princesa é alvo de zombaria por ter sempre
um vaso na cabeça, mas, quando conhece um príncipe
e casa-se com ele, o vaso se quebra e os dois descobrem que dentro
dele havia preciosos tesouros. A última história,
O casamento da ratinha, conta a busca dos pais de uma ratinha
pelo ser mais poderosos do mundo, com quem desejam casar sua filha.
Neste trabalho, o grupo busca despertar nas crianças
sensações diversas com relação à
história contada por meio de recursos visuais e sonoros.
Com isso, o jogo entre contadores e com a platéia - que
é convidada a intervir na narrativa - se consolida como
ilustração de tudo o que é contado pelos
atores.
Mais sobre a Cia Provisório-Definitivo
A
Cia estreou em 2001 com a peça Verdades, canalhas,
texto de Mário Viana, dirigido por Hugo Possolo. Desde
o início, o grupo estabeleceu como foco e compromisso a
pesquisa de uma comunicação plena com o público,
no sentido de envolvê-lo no espetáculo.
Em seu segundo espetáculo, em 2003, a Cia
ampliou o público alvo com o infantil Bulgóia,
Repenique & Tropeço, de Hugo Possolo e Arnaldo
Soveral, com direção de Cris Lozano. Em 2004, estréiam
O Colecionador, adaptado por Juca de Oliveira, com a direção
de Marcos Loureiro.
A montagem seguinte, Todo bicho tudo pode sendo
o bicho que se é, novamente vontade ao público
infantil, recebeu o Prêmio Funarte para Montagens Teatrais
Inéditas 2006 e teve uma indicação para Prêmio
Coca-Cola FEMSA 2007 (texto original). Além disso, foi
adaptada para a TV, no programa Teatro Rá Tim Bum, da TV
Cultura.
No ano passado, dirigidos por Mário Bortolotto,
montaram Tape, de Stephen Belber.
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