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Associação dos Dramaturgos do Nordeste

Texto de Racine Santos

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Artigos

A pedra do nosso reino
Dramaturgia nas ruas do Nordeste
Cultural popular e dramaturgia
Boneco

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Ficha Técnica

Ficha técnica completa

 

Centro Cultural São Paulo - CCSP
Rua Vergueiro 1000, Paraiso São Paulo. CEP:01504-000
(11) 3383-3402
e-mail: ccsp@prefeitura.sp.gov.br

Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB
Rua Álvares Penteado 112. Centro. São Paulo. CEP: 01012-000
(11) 3113-3651/3652
e-mail: ccbbsp@bb.com.br

 


Mostra de Espetáculos Teatrais
Homenagem a Altimar Pimentel (1936/2008)
de 4/11 a 3/12

 

dias 4 e 5/11
Como nasce um cabra da pesteícone do título Como nasce um cabra da peste
De Altimar Pimentel (AL)
(14 anos)
grupo: Agitada Gang - Troupe de Atores e Palhaços da Paraíba - direção: Eliézer Rolim - elenco: Madalena Acciolly, Dadá Venceslau, Edílson Alves - figurino: Dadá Vasconcelos
Centrado nos preparativos para o nascimento de uma criança no sertão nordestino, o texto de Altimar Pimentel, baseado na obra etnográfica de Mario Souto Maior, faz um apanhado das crendices, superstições, costumes e mágicas empregadas durante gestação e parto. Transportando para o palco tais situações, em abordagem cômica, o faz de maneira comovente, humana e respeitosa para com o homem do interior e sua cultura. O autor e os atores resgatam da tradição oral e do esquecimento o misticismo, a religiosidade sincrética, a luta pela sobrevivência e a doçura do homem do sertão.
Terça e quarta, às 21h - Entrada franca (a bilheteria será aberta com uma hora de antecedência) - Sala Jardel Filho (324 lugares).

 

de 7 a 9/11
Lesadosícone do título Lesados
(14 anos)
De Rafael Martins (CE)
grupo: Bagaceira de Teatro (CE) - direção: Yuri Yamamoto - elenco: Tatiana Amorim, Fabio Vieira, Démick Lopes, Rogério Mesquita
Lesados fala da solidão. Seus personagens não conseguem conviver entre si, por um longo período, e não conseguem ficar sozinhos. São seres divididos, desunificados, verdadeiros cacos humanos que se misturam na tentativa de suportar a própria existência. São quatro alguma coisa ou, quem sabe, quatro coisa alguma. Eternamente estáticos e com imenso tédio. Em absoluto silêncio permanecem por muito tempo, até que resolvem sair, chegar ao fim. Mas, sair para onde? Como chegar ao fim? O que é o fim? E para quê sair?
Sexta e sábado, às 21h; domingo às 20h - Entrada franca (a bilheteria será aberta com uma hora de antecedência) - Sala Jardel Filho (324 lugares).

 

dias 25 e 26/11
Deus Danadoícone do título Deus Danado
(14 anos)
De João Denys (RN)
grupo: Teatro Arte-em-Cena (PE) - direção: Nildo Garbo - elenco: Severino Florêncio, Rafael Amâncio, Welba Sionara
Dois homens, Teodoro e Luiz, vivem o drama de atravessar 13 jornadas entre o claro e o escuro, cercados da seca que destrói e resseca, muito mais do que a terra árida do sertão. "A seca destrói outras culturas e a natureza do homem aniquila o próprio homem: o coloca diante do silêncio aborrecido de Deus". A peça utiliza como pano de fundo a questão social da seca no sertão para falar de uma relação familiar que envolve amor e poder, além de colocar o homem diante de seus dramas universais, como a solidão, o vazio da existência humana e a busca por um sonho.
Terça e quarta, às 19h30 - Sala Adoniran Barbosa (300 lugares).

 

dias 2 e 3/12
Sinhá Florícone do título Sinhá Flor
De Eliézer Rolin (PB) - grupo: Cia. Sírius de Teatro (PB) - direção: do Autor - elenco: Crizelide Barros, Celsa Monteiro, Fátima França, Walmar Pessoa - contra-regras: Frank Burity e Thiago Henriques.
Duas velhas, Sinhá e Flor se encontram no fundo de quintal de um asilo. Uma, ex-mãe de família, a outra boêmia, ex-prostituta, fogem da perseguição da morte e esperam visitas que nunca chegam. Humoradas e divertidas, revivem o passado, enquanto tomam os chás das folhas de uma laranjeira morta do quintal. Grande amizade nasce da ausência de pessoas. Elas conversam sobre assuntos polêmicos como sexo, amor, e, no meio dos presságios e pesadelos que beiram a morte, Sinhá descobre em Flor a mulher que roubou o seu marido.
Terça e quarta, às 19h30 - Sala Adoniran Barbosa (300 lugares).


 

Palestras e Debates

VI Semana do Teatro Nordestino
de 5 a 9/11

Saiba mais sobre o mediador das mesas, Sebastião Milaré

dia 5/11 - quarta

18h
ícone do título Lançamento de peças publicadas por autores participantes da Mostra
Piso Caio Graco.


dia 7/11 - quinta

18h
ícone do título Lançamento do livro: A gargalhada de Ulisses - A catarse da comédia
De Cleise Furtado Mendes (BA), Ed. Perspectiva

 

dia 5/11 - quarta

16h
Debate
ícone do título Formas da cultura popular na dramaturgia contemporânea
(14 anos)
com: Luis Alberto de Abreu (SP), Oswald Barroso (CE) e Racine Santos (RN) -
mediação:Sebastião Milare (CCSP - SP)
Três dramaturgos e estudiosos da cultura popular, que das manifestações tradicionais extraem temas e motivos para sua obra dramática, expõem e discutem nessa mesa as vertentes dramatúrgicas brasileiras que, na atualidade, retomam aspectos da cultura popular e das manifestações tradicionais.
Entrada franca (a bilheteria será aberta com uma hora de antecedência) - Sala de Debates.
Saiba mais sobre os debatedores

dia 6/11 - quinta

16h
Debate
ícone do título Raízes da moderna dramaturgia nordestina
(14 anos)
com: João Denys (PE), Newton Moreno (SP) e Paulo Vieira (PB) - mediação:Sebastião Milaré (CCSP - SP)
Três nomes expressivos da dramaturgia nordestina contemporânea colocam seus pontos de vista sobre as raízes da moderna dramaturgia no Nordeste, abrindo um debate entre eles e o público sobre o tema.
Entrada franca (a bilheteria será aberta com uma hora de antecedência) - Sala de Debates.
Saiba mais sobre os debatedores

 

dia 7/11 - sexta

16h
Debate
ícone do título A encenação contemporânea e formas tradicionais
(14 anos)
com: Lindolfo Amaral (SE), Márcio Aurélio (SP) e Tácito Borralho (MA)
Na atualidade, as formas tradicionais do teatro, seja em manifestações com uso de bonecos (mamulengos e outros) ou com o aproveitamento de códigos de folguedos populares (bumba-meu-boi, marujadas etc.) para a criação de espetáculos de rua, convivem com formas contemporâneas do teatro universal. Este é o tema que será discutido por três mestres do nosso teatro, voltados tanto para as formas tradicionais quanto para as linguagens de vanguarda.
Entrada franca (a bilheteria será aberta com uma hora de antecedência) - Sala de Debates.
Saiba mais sobre os debatedores