Biblioteca
Sérgio Milliet Inaugurada
em 1983, a Biblioteca Sérgio Milliet adotou, desde seu início, o
sistema de consulta livre, em que o leitor pode selecionar as obras de seu interesse
diretamente das estantes e consultá-las em qualquer parte da Biblioteca.
Para formação do acervo, optou-se por transferir obras da Biblioteca
Mário de Andrade - no caso, livros publicados após 1960 e revistas
a partir de 1980. Atualmente, é constituída por um acervo multidisciplinar
com mais de 110 mil títulos, que podem ser consultados livremente no próprio
Centro Cultural e pesquisadas pelo catálogo eletrônico. Saiba
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Biblioteca Alfredo Volpi
A Alfredo Volpi é a seção da Biblioteca Sérgio Milliet
que abriga o acervo de artes do CCSP, proveniente da Biblioteca Mário de
Andrade e do IDART (Departamento de Informação e Documentação
Artísticas). O nome Alfredo Volpi foi oficializado em setembro de 1996
pelo decreto 36398, do então governador Paulo Maluf. O acervo conta com
catálogos de exposições de arte, livros sobre artes plásticas,
arquitetura, fotografia, moda, recreação e artes performáticas,
além de periódicos e CDs-rom. Saiba
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Biblioteca Louis Braille
A Biblioteca Braille foi idealizada por Dorina Nowill e viabilizada, em 1947,
por Lenyra Fraccarolli, que na época era diretora da Biblioteca Infantil
(atual Biblioteca Infanto-Juvenil Monteiro Lobato). No início, destinava-se
especialmente ao público infantil, possibilitando, pela primeira vez no
país, o acesso de crianças cegas a uma biblioteca. Com o sucesso
da iniciativa e a demanda crescente, as atividades de transcrição
aumentaram e se diversificaram, passando a incluir obras literárias e didáticas.
Em 1986, a Braille foi transferida para o Centro Cultural São Paulo, principalmente
porque a nova localização garantiria mais acessibilidade aos usuários.
Além da leitura, a Biblioteca oferecia às crianças diversas
atividades de integração e vivência artísticas, como
teatro, dança e música. A partir de 2003, a Braille passou a oferecer
também acesso à Internet por meio do projeto Abrindo os olhos, que,
em parceria com a IBM, disponibilizou 17 computadores adaptados. Saiba mais...
Atualmente, a Braille reúne
6.159 títulos, entre livros em braille e áudio-livros, incluindo
obras didáticas e paradidáticas (ensino fundamental, médio
e universitário), literatura infanto-juvenil, ficção, clássicos
da literatura brasileira e portuguesa e periódicos falados. Os empréstimos
podem ser realizados por deficientes visuais de qualquer lugar do país,
por meio de parceria com os Correios, basta que o usuário seja cadastrado.
A Braille atua, ainda, como editora, produzindo livros em braille e áudio-livros.
Em julho de 2008, ela passou a se chamar Biblioteca Louis Braille.Saiba
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Discoteca Oneyda Alvarenga Idealizada
por Mário de Andrade, então diretor do Departamento de Cultura da
cidade de São Paulo, a Discoteca Oneyda Alvarenga foi implementada por
ele em 1935. Inicialmente nomeada Discoteca Pública Municipal, teve como
primeira diretora a folclorista Oneyda Alvarenga, que permaneceu no cargo até
1969. A primeira localização da Discoteca foi à Rua Cantareira,
216, junto ao Departamento de Cultura. Desde então, passou por diversos
locais até a criação do IDART, em 1975, quando se transformou
em Divisão de Discoteca e Biblioteca de Música. Esta estrutura se
manteve até que, em 1982, a Discoteca foi incorporada ao Centro Cultural
São Paulo, transformando-se em Seção de Discoteca. Em 1987,
passou a chamar-se Oneyda Alvarenga, em homenagem a sua primeira diretora. Dois
anos antes, Oneyda doara sua coleção particular ao acervo.Saiba
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Gibiteca Henfil
Em 1990, a Portaria n°1.074/90 constituiu uma comissão para analisar
a viabilidade de implantação de uma Gibiteca Municipal. Como resultado
destes estudos, foi inaugurada no dia 3 de maio de 1991 a Gibiteca Henfil, inicialmente
instalada na Biblioteca Infanto-Juvenil Viriato Correa. A Gibiteca Henfil contou,
neste início, com parte do acervo das demais bibliotecas de São
Paulo. Na maioria dos casos, tais obras eram provenientes da estante "Turma
da Mônica" - projeto que objetivava disponibilizar revistas em quadrinhos
em todas as bibliotecas infanto-juvenis da cidade. Logo, com o crescimento do
acervo por meio de doações, a Henfil se tornou a maior instituição
do gênero no país. Em 1999, foi transferida para o Centro Cultural
São Paulo, onde se tornou uma das seções da Biblioteca Sérgio
Milliet. Recentemente, foi criado o Conselho Consultivo da Gibiteca Henfil, integrado
por especialistas da área, para discutir temas como: seleção
e aquisição de exemplares, a preservação do acervo
e a programação de eventos culturais na unidade. Saiba
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Idart O
Departamento de Informação e Documentação Artísticas
foi criado em 1975, pela Lei 8252/75, consolidando o projeto elaborado por Maira
Eugênia Franco. Em sua formação inicial, era composta pelo
Centro de Documentação e Informação sobre a Arte Brasileira
Contemporânea, pela Discoteca Pública Municipal e pela Seção
de Arte ou Biblioteca de Arte. Sua primeira sede foi a Casa das Retortas, inaugurada
em 25 de janeiro de 1980. Já em 1982, todo o departamento é absorvido
pelo recém-criado Centro Cultural São Paulo, onde são incorporados
todos os cargos e setores. Permanecem com suas antigas estruturas somente o Centro
de documentação e Informação sobre Arte Brasileira
Contemporânea, agora denominado Divisão de Pesquisas, e o Arquivo
Multimeios. Mesmo após a absorção da maioria os setores pelo
CCSP, a Divisão de Pesquisas se manteve atuando na Casa das Retortas até
1992, quando foi definitivamente transferida, com todo seu acervo, para o Centro
Cultural São Paulo. Saiba
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Arquivo Multimeios Criado em 1975, como parte do Departamento
de Informação e Documentação Artísticas (IDART),
o Arquivo Multimeios tem um acervo composto por 900.000 documentos, divididos
entre registros visuais (negativos, contatos, ampliações, slides,
microformas), audiovisuais (fitas de áudio, videoteipes, filmes 16mm/ super8mm)
e documentos escritos (catálogos, programas, folhetos, press releases,
convites, cartazes, fotos publicitárias, mapas, plantas, scripts, roteiros,
textos de pesquisa, entre outros). Este material representa a consolidação
do trabalho de documentação realizado tanto pelo IDART como pelo
próprio CCSP.
A partir
de 1982, quando todo o IDART foi incorporado ao Centro Cultural São Paulo,
tiveram início diversas discussões sobre a melhor localização
do acervo deste arquivo, com vistas à sua preservação. A
proposta aceita foi a de criação de uma sala própria para
o Arquivo Multimeios, dentro do Centro Cultural, com controle climático
e os demais procedimentos adequados para a conservação do material:
a sala Jorge Andrade. Saiba
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Coleção
de Arte da Cidade A Pinacoteca
Municipal foi criada pela Lei nº 5.859 de 14/11/1961, com o propósito
de reunir, catalogar e expor a coleção de artes do Município
de São Paulo, que se encontrava dispersa por várias instituições
municipais, na maioria dos casos como decoração dos prédios
públicos. O núcleo do acervo da atual Pinacoteca teve início
como parte da Seção de Arte, implantada em 1945 por Sérgio
Milliet, na época diretor da Divisão de Bibliotecas, mas o especo
de atuação dos funcionários da Pinacoteca estve por muito
tempo indefinido. A partir de 1982, com a criação do Centro Cultural
São Paulo, a Divisão de Artes Plásticas ficou responsável
pela Pinacoteca Municipal, e passou a reunir grande parte da coleção
na reserva técnica, além de gerenciar as obras que continuaram expostas
em outros 30 locais. Para isso, a estrutura passou por melhorias e adequações
para garantir a preservação do material. Ainda não há,
no entanto, um espaço permanente para exposições de longa
duração do acervo da Pinacoteca Municipal.
Atualmente,
o acervo conta com cerca de 2800 obras de arte de diversas técnicas e seis
coleções de Arte Postal, com 3500 peças no total. Aproximadamente
70% das 2800 obras catalogadas são em suporte de papel, a maioria desenhos
e gravuras. São trabalhos de artistas brasileiros importantes, entre eles
o desenho original de Tarsila do Amaral para o livro Pau Brasil, de Oswald de
Andrade, além de obras de Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Goeldi, Portinari,
Pancetti, Volpi e muitos outros. Também há coleções
de artistas internacionais, dos quais podemos destacar Rugendas, Miró,
Renoir e Chagall. Cerca de 20% da coleção são pinturas de
artistas como Frans Post, Pedro Alexandrino, Almeida Junior, Rebollo, Bonadei,
Flávio de Carvalho, Aldemir Martins, Paulo Pasta, Célia Euvaldo
e Tomie Ohtake. Os 10% restantes são compostos por esculturas e outras
obras de suportes diversos, tais como fotografia, vídeo, dvd, mobiliário,
tapeçaria etc. Destas obras destacam-se doações de artistas
contemporâneos como Nuno Ramos, Leda Catunda, Alex Fleming, Rochelle Costi,
Regina Silveira, Carmela Gross, entre outros. Saiba
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