Hoje no CCSP

S
T
Q
Q
S
S
D
Programação sujeita a alteração

Programação

Cinema
Dança
Exposições
Música clássica
Música popular
Oficinas e cursos
Palestras e debates
Psicodrama
Programação especial
Teatro adulto
Teatro infanto-juvenil
Web Rádio

Editais

Hotsites

Black Tie
Fomento Dança
Imigração Japonesa
Nelson Rodrigues
Tatu Bola

Visitas

Como chegar
Bicicletário
Livraria
Política de preços
Restaurante
Serviços
Visitas em grupo

Virtuais

Imagens de Dança
TV Brasil ano 50

Acervo e Pesquisas

Arquivo Multimeios
Bibliotecas
Conservação e restauro
Discoteca Oneyda Alvarenga
Histórico dos acervos
Missão de Pesq.Folclóricas
Coleção de Arte da Cidade

Publicações On-line

Artigos
Cadernos de Pesquisa
Livros
Oficinas de texto
Revista D'Art

Centro Cultural

O que é o Centro Cultural
Organização
Histórico
Parcerias
Planta
Fale conosco
Fotos

Busca


CCSP Web

Entrevista com Flávio Guimarães (Blues Etílicos)


No dia 3/11/2007, o grupo Blues Etílicos se apresentou no CCSP e fez parte das comemorações dos 25 anos da instituição. Confira, abaixo, galeria de fotos do show e entrevista com o artista.



Blues Etílicos

Formado por Greg Wilson (vocal e guitarra), Otávio Rocha (guitarra), Cláudio Bedran (baixo), Pedro Strasser (bateria) e Flávio Guimarães (gaita e vocal), a banda é a mais antiga de seu gênero no Brasil. Em 2007, eles comemoraram 20 anos de seu primeiro LP, homônimo à banda, com o lançamento do décimo álbum, Viva Muddy Waters. Em entrevista, Flávio Guimarães fala sobre o novo trabalho, a presença do blues no Brasil e a participação nas comemorações dos 25 anos do Centro Cultural São Paulo.

entrevista: Flávia Ragazzo
edição: Flávia Ragazzo e Paula Bassi



A entrevista também está disponível em áudio, no formato de MP3. Para ouvir, clique aqui.


No release da banda, vocês afirmam que só agora se sentiram aptos a fazer um tributo a Muddy Waters. Por quê?

Flávio Guimarães - O repertório de Muddy Waters é bastante sofisticado. As músicas estão na linguagem do blues, mas têm algo a mais em termos de arranjos e estruturação. É fácil tocar Muddy Waters mal, mas tocar com uma certa competência leva um tempo. É como para um guitarrista tocar Jimi Hendrix, por exemplo, ou para um saxofonista de jazz tocar Charlie Parker. São territórios sagrados. Nós somos a banda de blues que mais fez shows e que vendeu mais discos do segmento no Brasil. Nunca paramos de tocar, permanecemos em atividade durante mais de 20 anos. Por conta de todo esse tempo tocando, há um entrosamento muito grande. A banda tem um som único, com bastante personalidade, que é típico de grupos que ficam muito tempo juntos.



Como é a receptividade do público brasileiro para o blues?

Flávio Guimarães - No fim dos anos 1980, o estilo teve uma grande presença na mídia. Aconteceu o primeiro festival internacional em Ribeirão Preto e houve cobertura de todos os jornais de São Paulo e do Brasil. Durante a década seguinte, o blues viveu um momento de grande expansão e apogeu por aqui. Já havia uma tradição de rock, e o pessoal que gostava descobriu que o blues é pai do rock. Quem gostava de jazz também sempre teve uma grande simpatia pelo estilo. Mas depois a gente notou que o blues já não era tão relevante para a mídia, que está sempre atrás de novidade, e o espaço diminuiu muito.



E quanto ao mercado fonográfico?


Flávio Guimarães -
Hoje em dia, o mercado fonográfico vive uma grande transformação em todos os gêneros no Brasil. Quanto ao blues, os discos estão vendendo cada vez menos nas lojas. Até porque existem os downloads gratuitos, o que é uma coisa juridicamente ilegal. Isso prejudica o músico e prejudica a gravadora porque existe um custo para produzir um álbum profissionalmente. Mas neste momento não tem como querer remar contra a correnteza, a juventude já se acostumou a essa cultura de pegar as músicas de graça na rede.



Mas o acesso às músicas pela Internet não populariza o som das bandas?

Flávio Guimarães - Isso é o aspecto positivo, o outro lado da moeda. Há uma exposição muito grande, inclusive fora do Brasil. Começamos a ter pessoas que acompanham o nosso trabalho no mundo inteiro, é a globalização da música. Recebemos e-mails de fora do país, acabamos tocando em várias rádios do mundo e também em rádios via Internet. Ficamos muito felizes de tocar em países como Inglaterra, Itália, França, Japão, Polônia. É uma coisa legal e a médio prazo espero que surjam convites para turnês internacionais.



Fale um pouco da história da banda no Centro Cultural São Paulo

Flávio Guimarães - A gente pegou o tempo áureo do CCSP, fazíamos temporadas grandes entre 1990 e 1996. A lotação era tão grande que tínhamos que fazer sessão dupla. Foi um momento de apogeu em que não só o Blues Etílicos como outros nomes da MPB se apresentavam no Centro Cultural com um público imenso. Nos dias atuais, a gente sente um resgate deste espaço, que é tão importante pra cidade de São Paulo.



Como é participar das comemorações dos 25 anos do CCSP?

Flávio Guimarães - Para nós é uma grande emoção, afinal de contas todos os discos do Blues Etílicos tiveram lançamento no Centro Cultural. O nosso público já tem uma tradição de comparecer ao local. Sabendo que a entrada á franca, a gente pode apostar com convicção que quem não chegar cedo não vai conseguir assistir ao show, porque vai lotar.






 

Na imprensa

Municipal recebe gravação de Guarnieri
Missão de Mário de Andrade no New York Times
Caixa investe no Laboratório de Restauro
Notícias anteriores

Tatu Bola

tubo de ensaio

Histórias do CCSP

Ultraje a Rigor no CCSP
Gosta de poesia?
O prazer de ler
Anos 1980
Rua Vergueiro, 1000
Clique aqui e mande
sua história relacionada
ao CCSP

CCSP informa

Revitalização dos espaços
Ingressos aos portadores de deficiências físicas
Homenagem à Bib.Braille
Nóticias anteriores

CCSP responde

Pouco banheiro - Guia da Folha, 18/5
Braille - jornal Estado de São Paulo, 17/3
Reforma do CCSP prioriza acessibilidade - Diário Oficial, 11/4

Plugins

Este site é exibido em flash, e possui arquivos em .pdf.
Se necessário,
pegue o plugin.
plugin do flash
plugin do acrobate

link para o site da  prefeitura

 
Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso - CEP 01504-000 - São Paulo - SP
   
copyright ccsp @ 2006
 
ccsp@prefeitura.sp.gov.br
   
fone: 3383 - 3402
Mande seu e-mail para o CCSP