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  • Centro Cultural São Paulo Centro Cultural São Paulo Jardim Central - Foto: Sossô Parma
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Informativo CCSP

maio/ 2014

Bibliotecas e Discoteca - serviços de atendimento ao público

As Bibliotecas e a Discoteca do CCSP estão aperfeiçoando os serviços de atendimento ao público, com foco, inicialmente, nos procedimentos de entrada e saída e do guarda-volumes. Os novos serviços tiveram início no dia 6 de maio de 2014 e incluem um cadastro de frequentadores com apresentação de documento com foto, que tem por objetivo oferecer mais segurança a frequentadores e funcionários e reunir informações para a formulação de políticas e serviços que atendam ainda melhor às demandas dos leitores. As informações concedidas serão de uso exclusivo do CCSP, sem qualquer uso não autorizado. Também no mês de maio, serão implantadas quatro novas TVs do sistema de sinalização digital do CCSP nas áreas das Bibliotecas, com informações dos acervos, regras e dicas de utilização, horários de funcionamento, divulgação da programação e campanhas institucionais. Desde já pedimos desculpas por possíveis transtornos que possam ocorrer nos primeiros dias de implantação destes serviços.

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março/ 2014

CCSP na Global Architecture Document

A Global Architecture Document, uma das mais conceituadas revistas de arquitetura do mundo, destacou em sua 126ª edição o projeto arquitetônico do Centro Cultural São Paulo (CCSP), fazendo menção aos arquitetos responsáveis pela concepção do espaço, Eurico Prado Lopes e Luiz Telles, na capa. O fotógrafo e editor Yoshio Futagawa foi acompanhado pelo diretor-geral do CCSP, Ricardo Resende, no ensaio fotográfico realizado em 2013. A publicação também deu destaque ao Hanson Museum (Coreia do Sul), Danish Maritime Museum (Dinamarca) e Besançon City Arts and Culture Center (França), entre outros lugares.

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março/ 2013

CCSP na Rádio Cultura FM

De março a maio de 2013, a Rádio Cultura FM veicula gravações de concertos da programação de música erudita do CCSP.

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Música erudita - novidades da temporada 2013

A programação de música erudita retorna em março com novidades.

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fevereiro/ 2013

Lançamento do programa #existediálogoemSP

O secretário municipal de cultura, Juca Ferreira, recebeu no dia 5/2 mais de mil pessoas interessadas em conversar sobre cultura em São Paulo. Foi o primeiro encontro do programa #existediálogoemSP, que pretende construir colaborativamente uma política pública para a área. Você pode conferir o registro em vídeo e as fotos do encontro, que também marcou a reinauguração da Sala Adoniran Barbosa.

 

Kil Abreu assume a Curadoria de Teatro do Centro Cultural São Paulo

O professor, crítico e curador Kil Abreu assume em 2013 a Curadoria de Teatro do Centro Cultural São Paulo após importante experiência com a administração pública cultural da cidade de São Paulo, além de trajetória como curador dos principais festivais de teatro do país. Abaixo, você pode conhecer algumas de suas ideias e posicionamentos que incluem o princípio de pensar o interesse da coisa pública e a intenção de voltar a programação do Centro Cultural em direção à cidade de modo a expandir a instituição para além do seu espaço físico.

Trajetória
Eu vinha de uma atividade com teatro, primeiro como ator, em Belém ainda, há mais de 20 anos, depois como mestre. Antes de vir a São Paulo eu já era professor da Escola de Teatro da Universidade Federal do Pará, então eu vim para São Paulo fazer mestrado. Nesse momento, estavam precisando de um crítico na Folha de S.Paulo, porque o Nelson de Sá, que era o crítico, havia saído para ser editor do caderno, e aí eu caí na Folha no momento em que precisavam de um crítico, fiquei escrevendo por um tempo e isso me deu certa visibilidade. Depois que eu saí do jornal, na semana seguinte, o Celso Frateschi tornou-se Secretário de Cultura e me chamou para ser diretor do Departamento de Teatro. De uma maneira bem drástica, esse é o meu percurso.

Gestão pública
A minha experiência em gestão pública já vem de algum tempo. O que pode ser mais relevante citar nesse momento é justamente a minha passagem pelo Departamento de Teatro (atualmente chamado Departamento de Expansão Cultural), que cuidava de toda a rede de teatro do município - os primeiros sete teatros distritais e depois, no fim da gestão, os 21 teatros que compunham a rede dos CEUs [Centro Educacional Unificado]. Minha história com a administração teatral vem daí. Olhando agora, com certa distância, a gente pode dizer que foi uma aventura, pelo tempo curto e pela grande quantidade de projetos muito ousados que foram colocados de pé, a ponto da gente, ainda hoje, anos depois, nesse encontro recente com o Secretário de Cultura Juca Ferreira, perceber que uma boa parte das falas dos artistas, dos produtores, apontava para a volta daqueles projetos, como formação de público nos CEUs ou mesmo o Teatro Vocacional, que permaneceu, mas muito descaracterizado... Por outro lado, fora da gestão pública, eu também fiz curadoria para quase todos os grandes festivais de teatro brasileiro: Festival de Teatro de Curitiba, Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto, Festival Recife do Teatro Nacional, entre outros.

Espaço público e conceito de curadoria
Ainda que pareça meio óbvio, eu tenho descoberto nos últimos tempos, que na verdade, na pratica, não é tão clara assim essa história do que é uma gestão pública. Não só no teatro, mas em todas as áreas - ainda mais nessa dobradinha com a tarefa curadoria. Há uma mística em torno do curador que, via de regra, coloca o curador num lugar de especialidade muito recortado em torno de um certo juízo de gosto que é pessoal, que é íntimo, digamos assim. Em determinadas áreas, como nas artes plásticas, isso é quase uma exigência, que o curador tenha um olhar que o especifica como profissional, que o diferencia dos demais. E ao mesmo tempo, sobretudo nos espaços públicos, a gente tem uma tarefa que não pode dispensar um olhar - que é um olhar que escolhe, então realmente tem alguma pessoalidade nisso - mas cujo contexto não é de exercício da individualidade, do gosto íntimo. O contexto é de uma percepção de um bem que não é íntimo, não é particular, mas de um bem que é público. Antes de qualquer coisa é preciso ter consciência de que é um espaço, ainda que demande um olhar pessoal, que tem que responder a uma demanda que é para além de mim, para além da própria instituição, e que tem a ver com alguma coisa fora de nós, que é um espaço público. Então eu acho que a gente precisa inverter essa mística, colocar ela do avesso no sentido de pensar o interesse da coisa pública antes de pensar o recorte de uma especificidade que é particular, enfim... ainda que seja um pouco genérico, é isso que tem me guiado.

Experimental em diálogo: o CCSP voltado para a cidade
Coincidentemente, antes mesmo de o novo secretário assumir, a primeira coisa que eu disse para o Ricardo [Resende, diretor do CCSP], foi a proposta de tentar pactuar com uma vocação que esse lugar já tem que é a vocação para o experimental, para uma arte que não é comercial, uma arte mais de exceção, de experimentação. E então, compactuar isso com um olhar que não seja refém disso, que seja voltado para fora, que sirva para um diálogo com a sociedade, com a cidade, etc. Temos que considerar também a demanda extraordinária que a gente tem para as salas e o espaço restrito que a gente tem para atender essa demanda: são duas salas de teatro para programar junto com a dança e música. Então, uma das coisas que eu propus, e que eu não sei ainda que condições a gente terá para realizar, é que a gente consiga sair da instituição como espaço físico, que a gente consiga fazer com que esse projeto tenha repercussão pra fora do espaço físico institucional. Acho que é uma coisa importante pra uma instituição como essa que você consiga inventar um espaço para além do espaço físico que ela tem, porque se a gente ficar refém do espaço não é possível fazer muita coisa porque é uma demanda interna muito grande pelos espaços que são poucos e uma demanda externa para a ocupação das salas. Talvez essa dinâmica ainda precise ser, vamos chamar assim, inventada. Do ponto de vista da criação, não é preciso muito esforço, porque, sobretudo em São Paulo, uma das fatias mais importantes da produção hoje já não está dentro das salas, uma parte do teatro que interessa já está nessa relação com a cidade há muito tempo. A tarefa que é mais difícil é como se faz isso institucionalmente, sem se perder numa cidade como São Paulo. Tendo um espaço como esse, que tem sua própria visibilidade, fazer um evento aqui dentro é uma coisa, mas como a instituição sobrevive fora do espaço físico dela? - minha questão é essa. Penso que aos poucos a gente define os modos de operar, mas produção pra isso tem, e de boa qualidade, é só a gente tentar entrar nessa aventura.

Potencializar o uso das salas
A ocupação, digamos assim, mais tradicional das salas continua nas mesmas bases em que sempre funcionou: há uma curadoria que escolhe os trabalhos ou os eventos, as atividades, dentro ou fora das salas. Mas precisamos considerar que a gente tem uma questão das salas, nesse momento estamos um pouco estrangulados no sentido das salas. Então, a minha ideia é potencializar, a partir dos núcleos de trabalho que estarão no CCSP, as atividades em volta das obras. Por exemplo, se você tem um espetáculo, então tentar articular outras atividades e ações dependendo da vocação de cada trabalho. No caso da Cia Razões Inversas, já tinha necessidade de fazer uma oficina, então vamos fazer aqui. Vamos criar um contexto de formação, quem sabe se lá na frente isso não gere um projeto de mais fôlego, com mais ambição? Quem sabe se o Centro Cultural, além de um lugar de fruição, não passa a ser um lugar importante no sentido da formação artística em teatro? É uma maneira de potencializar um espaço que é pequeno, então vamos dar umas cotoveladas pros lados pra ver se ele cresce um pouco. Minha ideia é essa. Nesse sentido, nós encontramos, por exemplo, uma proposta que a Maria Tendlau deixou, que é genial, que é a publicação da dramaturgia do espetáculo para ser distribuída para o público. Não vejo ninguém fazer isso de publicar a dramaturgia junto com o espetáculo - é claro que precisamos ter critérios pra isso: textos inéditos, textos de autores brasileiros e de boa qualidade acho que são os critérios fundamentais.

Verbas públicas
Eu acho que a questão da falta dinheiro nunca foi novidade no serviço público. Essa é quase uma condição, não uma exceção. É claro que, com bom senso, com dinheiro é sempre melhor. Mas é possível fazer, muitas vezes, coisas interessantíssimas com pouco dinheiro, assim como é possível fazer coisas sem nenhuma importância com muito dinheiro.

CCSP antes e depois
Eu lembro que eu frequentei aqui, sobretudo nos primeiros anos de vida em São Paulo, quando você chega bem duro, sem condições de nada - às vezes eu ia de carona pra USP. O Centro Cultural passou a ser uma referência também por isso, por uma questão de economia, como eu acho que é pra muita gente até hoje, além de ter uma programação de qualidade e de ser um lugar arquitetônico convidativo e muito interessante. Essa é a memória afetiva que eu tenho, memória de quem vem para usufruir e para fruir a programação, assistir filmes, ver peças, exposições. Agora olhando de dentro, talvez uma impressão no melhor lugar.. é lógico que quando você está dentro da gestão é outra coisa, porque você encontra o trabalho, a necessidade de olhar os problemas, as questões que qualquer instituição, inclusive as mais bacanas como essa, tem mesmo, naturalmente.

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dezembro/ 2012

CD do projeto Camargo Guarnieri 3 concertos para violino e a Missão é encartado na Revista Concerto

A edição de dezembro de 2012 da revista Concerto distribuiu aos seus assinantes o CD do projeto Camargo Guarnieri 3 concertos para violino e a Missão, patrocinado pelo Programa Cultural Petrobras 2007. O CD contém a interpretação de 3 concertos para violino, de Camargo Guarnieri (1907-1993), um dos mais conceituados compositores da música erudita brasileira. Sob a regência do maestro Lutero Rodrigues, as obras foram interpretadas pela Orquestra Sinfônica Municipal e pelo violinista Luíz Filip.

O lançamento dos CDs, possibilitado por esta parceria, complementou o projeto coordenado pelo então curador de música, Francisco Coelho, que inicialmente previa:

• a produção de um DVD com a gravação de Três concertos para violino e orquestra, (realizada em agosto de 2008 no Teatro Municipal de São Paulo) e com o documentário Notas soltas sobre um homem só, sobre a vida do músico.

• a criação de um CD-rom com arquivos sonoros do Acervo Histórico da Discoteca Pública Municipal, documentos digitalizados da Missão de Pesquisas Folclóricas, todas as partituras editadas dos concertos gravados, pesquisas, além de depoimento em áudio do próprio compositor.

Dos 6 mil CDs produzidos, 5 mil foram destinados aos assinantes da revista e o restante ficou com o CCSP, responsável pela distribuição a outras instituições e acervos musicais e pela venda em lojas especializadas.

veja tambem Veja também: hotsite do projeto Camargo Guarnieri 3 concertos para violino e a Missão

 

Livro Centro Cultural São Paulo: espaço e vida

Como parte das comemorações pelos 30 anos do CCSP, a Secretaria Municipal de Cultura e a Editora Monolito lançam o livro Centro Cultural São Paulo: espaço e vida. Escrita pelo jornalista e crítico de arquitetura Fernando Serapião, a obra narra fragmentos da história da instituição, desde a sua origem até a atualidade.

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setembro/ 2012

Fechamento do Restaurante CCSP

O Restaurante CCSP está temporariamente fechado para reforma do espaço e melhoria dos serviços. O retorno das atividades está previsto para fevereiro de 2013.

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agosto/ 2012

Marcio Harum à frente da Curadoria de Artes Visuais do CCSP

Desde o início do segundo semestre de 2012, Márcio Harum é o curador de Artes Visuais do CCSP. Saiba mais sobre sua trajetória e suas pretensões e projetos no Centro Cultural.

Marcio Harum foi assistente curatorial da 27ª. Bienal de São Paulo em 2006, participou da equipe de fundação da Bienal del Fin del Mundo, na Argentina, em 2007, e colaborou com a 10ª. Bienal de Havana, em 2009. Recentemente realizou a mostra coletiva Meditação, Transe, na Mendes Wood, e os seminários em série Panoramas do Sul pelo 17º Videobrasil - SESC, em 2011. Atuou, ainda, no Centro Cultural da Espanha, no SESC Pompéia e no Instituto Itaú Cultural, em diversos trabalhos curatoriais. Participou de programas de residência em centros de arte, entre eles o Harder, better, stronger, slower! (Matadero/ S.M.A.K., 2008) e o Frankfurter Kunstverein (2007).

Cursou Linguística na Universidade de São Paulo e História da Arte na Hogeschool van Amsterdam (Holanda). Integrou a equipe de críticos doPrograma de Exposições do CCSP e desde 2009 atua na Temporada de Projetos do Paço das Artes. Trabalhou no departamento de programas públicos da dOCUMENTA (13) de Kassel em 2012, como bolsista do Goethe-Institut.
Sobre o trabalho no CCSP, Harum está focado em promover mediações críticas e dar uma atenção especial à arquitetura da instituição. O novo curador também coloca em destaque a realização de publicações, itinerâncias e projetos curatoriais a partir dos acervos da Coleção de Arte da Cidade e do Arquivo Multimeios.

arum ressalta a excelência da programação da instituição e afirma que pretende dar continuidade ao edital nacional do Programa de Exposições, criado há mais de 20 anos, ao edital do Programa de Fotografia, e à recente série de mostras individuais Monográficas. Além disso, para compor as mostras de audiovisual do Paradas em Movimento, o curador afirma que estimulará projetos curatoriais originados fora da instituição


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maio/2012

Abaixo-assinado - Estação Vergueiro - Centro Cultural São Paulo

O CCSP lançou um abaixo-assinado pela inclusão do nome Centro Cultural São Paulo à denominação da Estação Vergueiro do Metrô. No dia 13 de maio de 2012, a instituição completa 30 anos e, junto com a homenagem pela data comemorativa, a mudança reforçaria a importância do CCSP na história das políticas públicas de cultura e dos espaços de convívio da cidade.
Para participar desta homenagem, clique aqui para assinar a petição e divulgue a campanha entre os seus amigos.
 
Por que assinar?
A proposta de acrescentar "Centro Cultural São Paulo" ao nome da Estação Vergueiro do Metrô da cidade de São Paulo tem uma série de fundamentos em diversas áreas - desde razões históricas e de valorização de espaços públicos e culturais da cidade, até o vínculo entre serviços públicos que estão disponíveis para a população, muitas vezes sem que ela tenha conhecimento deles. Conheça alguns destes fundamentos:

Estar na cidade
Estar na cidade de São Paulo, pertencer a ela, apropriar-se dela. A presença efetiva dos cidadãos e sua sensação de pertencimento são fatores fundamentais para o desenvolvimento de qualquer cidade e são especialmente difíceis em uma metrópole das proporções de São Paulo. Nesse contexto, os espaços e as políticas públicas têm responsabilidade inescapável. Propiciar espaços de estar na cidade e compartilhar a cidade e garantir o acesso a eles é uma das atribuições do poder público nesse sentido. No caso presente, ao vincular o mais importante centro cultural público da cidade de São Paulo ao seu mais eficiente meio de transporte, estaremos utilizando um vínculo de propósito - prestar serviços de qualidade ao cidadão - para estabelecer um vínculo de fato. A união de serviços da esfera estadual e da municipal possibilitará que mais pessoas possam usufruir plenamente de um serviço público que já existe e já é pago pelo cidadão e que proporciona este direito tão raro nas grandes cidades: o direito de estar.

Vínculo entre a Estação Vergueiro e o Centro Cultural São Paulo
Muitas vezes o Centro Cultural São Paulo é chamado por seus usuários mais freqüentes de Centro Cultural Vergueiro. A relação não é sem razão. Além de ser uma das maneiras mais rápidas, baratas e eficientes de acessar o CCSP e suas inúmeras atividades, a Estação Vergueiro do Metrô está vinculada às características arquitetônicas do Centro Cultural São Paulo, de modo que a instituição parece uma espécie de extensão natural da estação.

Dinheiro público e direitos dos cidadãos
Periodicamente, como qualquer empresa pública ou privada, o Metrô de São Paulo renova seu material de comunicação e divulgação, para aperfeiçoar a comunicação com seus usuários: os cidadãos que utilizam transporte público. Para isso, há gasto de dinheiro público em um serviço público. Da mesma maneira, o Centro Cultural São Paulo divulga a programação de suas sete curadorias, além dos serviços de suas três bibliotecas e uma gibiteca, de modo a garantir ao cidadão a informação sobre um serviço público que lhe é de direito. Homenagear o CCSP por meio da inserção do nome "Centro Cultural São Paulo" junto à Estação Vergueiro é também permitir que mais cidadãos que usam o serviço público de transporte tenham o direito de conhecer o serviço público de cultura.

Visibilidade das possibilidades culturais e turísticas de São Paulo
Conhecida por ser a capital financeira do país, São Paulo não se limita a uma cidade propícia aos grandes negócios: é também um rico pólo cultural e turístico. As possibilidades são muitas e muito variadas e o acesso a elas, além de refletir no evidente desenvolvimento dos cidadãos proporcionado pela cultura, é garantia de que receberemos cada vez melhor nossos visitantes (que aliás, aumentarão nos próximos anos, em eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas). Historicamente, o Metrô de São Paulo cumpre de maneira bastante eficiente a importante função orientar e facilitar a locomoção dos turistas que visitam São Paulo e de todos nós seus habitantes. O uso de referências culturais e turísticas na nomenclatura das estações - da mesma maneira já realizada em outras estações na cidade e em outros metrôs no mundo - facilita o acesso e aumenta as possibilidades de que as alternativas da cidade sejam conhecidas e que a cidade seja mais hospitaleira e agradável. Acrescentar "Centro Cultural São Paulo" à Estação Vergueiro do Metrô contribui para que São Paulo seja conhecida também por manter há 30 anos um Centro Cultural público de qualidade e acessível.

Acessibilidade e mobilidade urbana
Outra identidade entre o Metrô de São Paulo e o Centro Cultural São Paulo é a preocupação constante com as melhorias em relação à acessibilidade. E há muitas melhorias a serem implementadas. No metrô, o serviço prestado rende elogios constantes dos usuários da Biblioteca Louis Braille, localizada no Centro Cultural São Paulo. No Centro Cultural São Paulo, os avanços já realizados e os que estão por vir no Programa Livre Acesso trazem cada vez mais pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, que chegam até a instituição utilizando o metrô. Desse modo, o vínculo entre os dois serviços facilita a vida de quem já enfrenta muitas dificuldades. Já em termos de mobilidade urbana, preocupação essencial em nossa cidade, a localização de equipamentos de entretenimento e cultura próximos a metrôs é estratégica para incentivar o uso de transporte público, o que contribui, também, com a preservação do meio ambiente. Para isso, é necessário que o cidadão conheça estas possibilidades. Esta proposta é um modo eficiente e barato de fazer isso, conectando serviços públicos e acompanhando o curso dos 30 anos de história do CCSP.

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janeiro/2011

Centro Cultural São Paulo passa a ter posto fixo da GCM

A partir de janeiro de 2011, o Centro Cultural São Paulo passa a contar com um posto fixo da GCM (Guarda Civil Metropolitana). Com objetivo de garantir ainda mais segurança e tranquilidade aos usuários do CCSP, bem como assegurar a integridade do patrimônio público municipal, a chegada dos dois servidores da GCM somará esforços ao trabalho da equipe de segurança terceirizada de que o CCSP já dispõe.
Os servidores da GCM trabalharão diariamente, das 11h às 23h (horário de fechamento do prédio), e não terão um ponto fixo de vigilância. Em vez disso, serão realizadas rondas contantes por todos os espaços do Centro Cultural.
A parceria entre as Secretarias de Cultura e de Segurança Urbana no sentido de garantir a segurança dos usurários do Centro Cultural já ocorria esporadicamente com a presença de servidores da GCM em grandes eventos promovidos pelo CCSP. Agora, com a efetivação deste ponto fixo, o apoio se consolida de maneira mais intensa e constante.
 
Mais sobre a Guarda Civil Metropolitana
A GCM foi fundada na gestão do prefeito Jânio Quadros, em 15 de setembro de 1986 e, desde o início, teve como missão proteger bens, serviços e instalações municipais, com a diretriz de ser mais preventiva e próxima da população.
Atualmente, as principais atividades da GCM em toda a cidade de São Paulo, estão ligadas aos programas Proteção escolar, Recuperação e controle de espaços de uso público, Proteção ambiental, Proteção aos agentes públicos e patrimônio público, Proteção às pessoas em situação de risco.

www GCM no site da Prefeitura Municipal de São Paulo

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maio/2009

Lei antifumo no CCSP

Desde o dia 7/5, ficou proibido fumar em todos os espaços internos do Centro Cultural São Paulo. É permitido fumar somente na rampa que dá acesso ao metrô e na calçada da rua Vergueiro.

saiba mais Saiba mais sobre a lei

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junho/2008

CCSP não fornece mais carimbo a universitários

Desde 1º de junho de 2008, não são mais fornecidos carimbo e comprovante de visita a estudantes nos espaços expositivos. A partir de 1°/6/2009, também não será mais fornecido comprovante aos estudantes que participarem de visitas mediadas. Abaixo, as razões da Ação Cultural e Educativa - divisão responsável pelo assunto - para tal medida:
O Centro Cultural São Paulo fornecia para o público comprovantes de visita às exposições desde março de 2007. No entanto, este procedimento não atestou uma participação efetiva em atividades culturais. Considerando que o comprovante de uma visita pode valer por até cinco horas de estágio e que, na grande maioria das vezes, a duração da visita não chega a cinco minutos, decidimos abolir os certificados e carimbos por acreditar que essa prática atua na contramão dos objetivos de uma ação educativa responsável. Portanto, o CCSP informa que a Ação Cultural e Educativa, desde 1º de junho de 2008, não fornece mais a estudantes o carimbo e o comprovante de visita aos espaços expositivos.
Informamos que continuará sendo fornecido certificados de participação em oficinas com inscrições prévias.

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Divisão de Informação e Comunicação
Direção: Márcio Yonamine
Coordenação: Juliene Codognotto

Conteúdo online
Álvaro Olintho, Danilo Satou, Márcia Dutra, Vinícius Máximo e Sabrina Haick

Imagens - Núcleo de Fotografia do CCSP
Edição de imagens: Sossô Parma
Fotógrafos: João Mussolin, João Silva e Sossô Parma

Materiais impressos
Projeto gráfico: Adriane Bertini ,Solange Azevedo e Yeda Gonçalves
Edição de textos: Camile Rodrigues Aragão Costa, Danilo Satou e Emi Sakai
Revisão: Paulo Vinicio de Brito

Layout e manutenção
Web design: Edmarcio da Silva

Ateliê sonoro
Mediação: Marta Fonterrada e Rodrigo Taguchi
Coordenação técnica: Eduardo Neves

Narrativas CCSP
Coordenação: Chicão Santos
Captação: Celso Toquetti, Giovanni Belleza, José Amador Martins e Thaís Orchi
Edição: Chicão Santos, Giovanni Belleza e Thaís Orchi

Marcia Dutra
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